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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Em busca do Ouro


Tenho esse filme há bastante tempo sem nunca ter assistido. Os motivos são a qualidade da imagem e o fato de ser um filme falado (e eu não estava acostumada.)
Ontem a noite decidi tentar ver pelo computador (já que se sabe que não enxergo lá essas coisas de longe... com o computador pertinho de mim, foi mais fácil). Como lamentei o tempo que perdi!!
Esse filme é o único que vi até agora com final feliz para o vagabundo...
Ele passa por momentos horríveis e é desse filme as clássicas cenas do ensopado de sapato e da dança dos pãezinhos. Identifiquei-me totalmente com essa ultima cena: imaginamos uma bela performance qualquer para fazer o ser receptor de nosso amor sorrir e nos admirar...todo ser apaixonado é inseguro. Carlitos não seria diferente.
O fato é que, depois de tanta tormenta, perigo e fome, meu amado vagabundo consegue ficar rico graças à mina de ouro que encontra e ainda fica noivo de Georgia. Um parentese para Georgia, mulher leviana, dançarina de salão de danças que a principio usa Carlitos para fazer ciumes a outro homem, depois o usa como diversão e por fim, quando percebe o sentimento secreto que é nutrido por ela, foge.
Encontra Carlitos já milionário num navio (com roupas maltrapilhas ainda) e até se oferece a pagar a passagem dele por desconhecer sua nova condição.
O mal entendido é resolvido e terminam o filme noivos, ricos e felizes.
E Fim!

Deveria fazer um belo comentário sobre esse filme... Mas o filme fala por si só.
Ele foi meu companheiro ontem, numa noite insone que me causou danos estomacais nessa segunda feira feliz. Ele me ajudou a manter o padrão alegre e leve de todo o meu Domingo... Eu ri até quase acordar todo mundo e fui dormir leve. Melancólica e leve.
Fica a dica então. Esse é fácil de achar por conta da releitura e dos prêmios que recebeu. A imagem não é das melhores mas a mensagem faz valer a característica mais marcante de Chaplin em toda sua vida: O otimismo e a segurança de que o melhor acontece sempre, basta querer e buscar.

Um beijo,

Aline Bridget

Obs.: A imagem acima refere-se ao filme Luzes da Cidade, ok?

domingo, 8 de agosto de 2010

Apenas um trecho

"Se eu beijar agora, eu vou querer beijar muito mais, a vida inteira, e vou querer casar com você pra beijar você toda noite, até toda noite virar uma noite e outra, até uma noite e outra virar de vez em quando, até de vez em quando virar nunca mais. Até esse amor que hoje é tão grande nem se lembre de como era no passado. Eu não posso ficar com você, eu não quero gastar esse amor, eu quero lembrar dele assim pra sempre do jeito que a gente ta sentindo ele agora".

Do filme A dona da História.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Chico Xavier...

Ontem tive o privilégio de assistir o filme Chico Xavier que conta parte da vida terrena do próprio.

Gostaria de exercitar minhas teorias de futura redatora, mas a realidade é que mal consigo me lembrar de teorias tão vaidosas.

Eu queria ter palavras para descrever o filme, mas mal tenho palavras.

Embasbacada. Esse é o estado em que sai do cinema (se é que essa palavra existe).

O filme foi muito bem montado, os atores acharam em si o que havia de melhor para demonstrar tanto amor, doação e humildade.

Então, ao invés do costumeiro resumo que conta o final, esse post fica apenas como o testemunho do que vislumbrei.

A sensação que me dá hoje (porque não tive tempo de pensar em outra coisa) é que algo em meu coração foi irremediavelmente mudado depois desse filme.



Coincidentemente ou não, algumas frases vieram a meu conhecimento.

Confesso que nunca me aprofundei muito sobre as obras do Chico. Mas seguem as que mais me tocaram nesse momento. O resto que demorei para aprender, corro atrás a partir de já:



“Melhore tudo, dentro de você, para que tudo melhore ao redor de seus passos.” (Apostilas da Vida)

“Aceitemos os obstáculos por testes de resistência, e as provas por lições... Entretanto, saibamos acolhê-los, agindo sempre por superá-los na expansão do bem, de vez que estamos todos na forja da luta evolutiva, com a certeza de que degraus para cima é que configuram a estrada da elevação,” (Busca e Acharás)


“Encara os obstáculos de ânimo firme e estampa o otimismo em tua alma para que não fujas aos teus próprios compromissos perante a vida.” (Palavras de Vida Eterna)


"Acautela-te, se conserva alguma aflição particular. A angústia, muitas vezes, pode ser antecâmara do desequilíbrio. Converte o teu problema ou a tua mágoa, em motivo de superação das próprias fraquezas, à maneira do lidador que aproveita o obstáculo para atingir os seus mais altos objetivos, e então terás convertido as inquietações do mundo em bem-aventuranças para a felicidade sem fim.” (Instrumentos do Tempo)


“Busquemos o amor fraterno, espontâneo, ardente e puro.” (Pão Nosso)



“Amemos e trabalhemos sempre, sem indagar; aprendamos com o mundo, com a vida, sem revolta e sem lágrimas.” (Intervalos)



“Valorizar os amigos, agradecendo-lhes o concurso; no entanto, nunca desprezar os adversários ou subestimar-lhes a importância.” (Ceifa de Luz)

“Conserva teu bom amigo, guarda a luz que recebeste. Não desrespeites na vida o prato onde já comeste.” (Cartilha da Natureza)



“Faça amizades desinteressadamente.” (Apostilas da Vida)



“Faze uma área de amor ao redor do próprio coração, porque só o amor é suficientemente forte e sábio para orientar-te a escritura individual, convertendo-a em compêndio de auxílio e esperança para quantos te seguem os passos.” (Mãos Unidas)

“Solicita a alegria do amor, através dos entes queridos que te rodeiam na existência, no entanto, reconheça que a felicidade dos amigos é diferente da tua, para que te não convertas em tirano do círculo afetivo.” (Assim Vencerás)




“Apaguemos a mentira, afeiçoando-nos à verdade que ampara e alimenta sem vergastar ou ferir.” (Doutrina de Luz)



“Tenhamos cuidado contra as tristezas e sombras esterilizadoras. Má-vontade, queixas, insatisfação, leviandades, não integram o quadro dos trabalho que o Senhor espera de nossas atividades no mundo. Mobilizemos nossos recursos com otimismo e não nos esqueçamos de que o Pai ama o filho que contribui com alegria.” (Pão Nosso)





Bem, por hoje chega...



Próximos passos:

1) Começar a ler o Nosso lar pela 45.742º vez e terminar dessa vez. O filme estréia em Junho.

2) Levar a Camis e T.B. para ver também!!!





Aline Bridget

domingo, 21 de março de 2010

Ele não é um delinquente...


O sono pesa, mas estou tão maravilhada com o que acabei de assistir que preciso compartilhar.


Contrariando meu "pré-conceito", o filme "Um sonho possível" não trata de mais um delinquente norte americano. Nesse filme, Big Mike (Um astro conhecido do Futebol Americano hoje. Seu nome é Michael Oher) é uma criança grande que fala em honra e coragem.


Quando questionado sobre as razões de não ter se contaminado com os vícios dos que o rodeavam, Big Mike conta que, quando pequeno, sua mãe pedia para que ele fechasse os olhos enquanto ela se drogava. E foi assim: Big Mike fechou os olhos a tudo que era ruim e se tornou um homem bom, com instinto de proteção, com principios de Honra e Coragem.


Lindo, não??

Ok. Junte isso ao amor que ele demonstra pela nova familia que o acolhe de braços abertos e ao pequeno SJ (seu irmão caçula da nova família) que o ensina a treinar e a não desistir.

Fascinante.


As críticas estão sendo duras e sem coração com o filme. Mais ainda com a Sandra Bullock. Vejo atrizes beeeeeem piores (uma delas faz o papel de mocinha que mais amo na vida). A moça mereceu o Oscar, vai. Ela convence como boa moça com muito dinheiro. Ela convence como boa mãe e ela convence pela confiança que tem em Big Mike desde o inicio.

Em minha leiga e romântica opinião, o filme Vale a pena!



Aline Bridget

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Percy Jackson ... Porque fizeram isso?

Como era de se esperar, minha nova paixão literária tem 12 anos... e é filho de Poseidon, o Deus dos mares.
A história teoricamente juvenil prende atenção do inicio ao fim e cria muitas confusões acerca de quem é de fato o ladrão da história... E uma torcida grande e angustiante... Tão angustiante que nem dá vontade de ler as ultimas páginas para descobrir antes: Melhor ficar sem dormir e descobrir logo o final.
Percy é uma graça, uma delicia cremosa de ambrosia, um herói medroso que se descobre ao mesmo tempo em que o leitor...
A mãe de Percy é uma mãe guerreira, com adoração pelo filho, uma rainha entre as mulheres, como o próprio Poseidon diz.
Grover é um bom amigo, Anabeth tem um gênio difícil mas é uma fofa e até os monstros tem um certo bom humor bem canalizado... A história é perfeita!
Me vejo de novo lendo na rua, tropeçando, trombando com os postes e ansiosa pela estréia do filme, que ocorreu Sexta feira dia 12/02/2010.

Quando assisti o filme... grande decepção...

Vamos aos motivos:

Primeiro: Se Percy Jackson do filme tiver 12 anos, eu sou pedófila... Mais que o Michael Jackson

Segundo: Se a mãe de Percy tinha aquela cara quando encontrou Poseidon, ele só deu uns “pegas” nela por achar que ela tem cabelo de algas marinhas e cara de quem passou muito tempo embaixo d’água e enrrugou muito.

Terceiro: Onde foram parar monstros tão simpáticos, como o esticador da loja de colchões?

Quarto:Onde foi parar o delicioso lanche que a Medusa preparou para os meio-sangue antes de tentar transformá-los em pedra?

Quinto: Qual a parte de “Percy só descobre que é filho de Poseidon na batalha pelas bandeiras” o roteirista do filme não entendeu? Todo o sentido da amizade entre Percy e Luke se perdeu, pois no livro a mesma começa com a hospitalidade de Luke no chalé de seu pai, Hermes.
A amizade de Luke era importante pois cumpriria a profecia e nos deixaria com a sensação de que Grover ou Anabeth eram muito traidores... Mas também, o que importa? Sequer houve oráculo e profecia...
O QUE VOCÊS FIZERAM COM O ORÁCULO??????? Deuses nos acudam!

Sexto: Onde foi para Clarisse????? A detestável filha de Ares era puro bom humor e pura adrenalina... Vão explicar a existência dela como na missão do segundo livro, heim roteiristas filhos de Hades??? Burros!!!!!!!

Sétimo: Onde foi parar Deus Dionísio, conhecido como Sr. D.?

Oitavo:Como assim um Deus Hades com cara de Paraibano Heavy Metal? Como assim uma Perséfone presente em pleno verão e ainda por cima convidando um sátiro para jantar??? Como assim, deixar o sátiro na terra de Hades, quando o correto era levar o pobre coitado e deixar a mãe de Percy???

Nono: E por ultimo, mas nem por isso menos importante,
ONDE FOI PARAR ARES????? COMO VOCÊS PODEM SIMPLESMENTE MUDAR O CULPADO DA HISTÓRIA?????????????????????????
Mudar uma parte, uma cena, uma coisa qualquer é aceitável... mas vocês, seus roteiristas preguiçosos e sem verba, mudaram o culpado da história sem pensar nas conseqüências.

Minha revolta ficou clara ou talvez eu deva fazer um abaixo assinado?

E não faça cara feia caso não tenha visto o filme... Melhor nem ir, é muita babaquice para ganhar dinheiro.
Leia os livros, pelo menos a história faz sentido.

Passar bem.


Aline Bridget

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Por favor, desenha-me um carneiro!

Um achado em meio ao bacião dos antigos filmes da Blockbuster me levou a uma produção de 1974.
Siiiiiiiim, Produzido pela Paramount company, O Pequeno Principe, baseado no livro homônimo de Exupery...
Alguma adaptações nos planetas visitados e a visão da raposa como um homem deram um sentido mais fácil de entender à história.
O riso do Pettit Prince é de fato tão encantador quanto parece no livro... E a rosa tem a mesma aparência vaidosa...
Lindo, lindo... Minha melhor aquisição desse ano.
Um filme que me transportou do sofá da minha casa para o universo do coração, o país das que ainda acreditam, o país dos que cresceram na alma.
O dificil vai ser categorizar esse post... Um belo filme ou um belo livro?
Dá empate!
A dica?
Corra já para qualquer Lojas Americanas e vasculhem até encontrar... Ou espere pacientemente que eu enjoe e possa emprestar.


Bom, é isso.

Aline Bridget

Obs.: Encantador o pedido. Decidi que o que mais quero agora é um carneiro desenhado. Por favor, desenha-me um carneiro?

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Um ídolo, um anjo, um vicio



São Paulo, minha casa, 2000

Acordo cedo, tomo banho, vou para escola dormindo no ônibus.
Estudo, ao meio dia volto para casa, almoço, tiro um cochilo e, ao acordar, ligo minha tv: Meu filme predileto mais uma vez.
Cidade dos anjos acompanhou toda minha adolescência.
A maravilha da TV fechada é a repetição dos programas (principalmente nesse período vespertino em que ninguém assiste nada).
Numa proporção média de 3 vezes por semana, lá estava eu deitada no sofá suspirando por Seth. Meu anjo preferido.
Seus meigos olhos verdes, seu jeito atrapalhado e a bela e triste historia de amor embalavam minhas tardes tão solitárias.
E destruiam as tardes de minha irmã irritadissima com esse filme (DE NOVO ALINEEEEEE???)
Em pouco tempo, Nicolas Cage tornou-se um dos meus atores preferidos com sua carinha meiga.
Curiosamente, conheci um “sósia” dele anos depois. Mais fica para outro post.
O fato é que, por admiração ao ator e aos seus papéis (e ao seu sorriso tão inesperado), passei a assistir todos os filmes dele que pudesse, acompanhando, comparando.

Beleza mano.

Como é de praxe, fui conferir Vicio Frenético no cinema.
O filme todo merece um post que não vou fazer. Meio confuso, meio doidão. Dá vontade de chorar mas tem partes sarcásticas e hilárias. Uma graça.
Sempre me comovi com vícios, dependências e afins. Acho de fato muito triste, o vicio em si e também os caminhos tortuosos que muitos seguem para conseguir o objeto de seu vicio, o alívio para sua necessidade.
E ver o meu ator preferido (um policial nesse filme) se corrompendo por um pouco de droga (qualquer uma, aliás) para aliviar a própria dor, me deixou profundamente triste.
Ver que, mesmo viciado, levemente corrupto e doidão, seu personagem Terence é capaz de demonstrar amor pela namorada (Eva Mendes – A mesma de motoqueiro fantasma, lembram??), pelo pai, por uma testemunha e até por um cachorro. Ai ai

A pergunta que não cala... E ainda não tive tempo de pesquisar sobre o assunto.
O Nicolas Cage realmente envelheceu ou o papel exigia tal peripécia do destino?
As entradas continuam lá. Um charme só.
Mas algumas rugas já se fazem perceber. Já não tem mais a carinha novinha de Seth.
Quanto a postura, isso sim é do personagem que machuca as costas no inicio do filme ao salvar um preso na Nova orleans pós-katrina.
Como resumo: Nicolas Cage nesse filme está torto, troncho, com um cabelo feioso, enrugado, comovente, doidão, cativante e engraçado.
Uma delicia cremosa de morango com pedaços inteiros de chocolate, né?

Ídolos são sempre ídolos.



Assim ainda mais...

Aline Bridget ansiosa para ver caça às bruxas em março.

sábado, 23 de janeiro de 2010

O fada do dente

Comédia besteirol, já me dizem por aí.
Mas como sou do contra, adorei.
O ator, que tem um nome (e não se chama The Rock como eu pensava), arrasa e mostra seus muitos musculos a vontade.
Derek Thompson é um fera "idoso" do hoquei que por uma lesão deixa de fazer gols. Ele sequer tenta faze-los, contenta-se com a fama de "fazedor de faltas", por isso o apelido de fada do dente: por quebrar o dente do adversário.
Seu medo de tentar, de imaginar faz com que ele se torne uma pessoa quase cruel pois destrói sonhos das crianças e é castigado por dizer a filha de sua namorada que a fada do dente não existe.
Seu castigo consiste em 2 semanas de trabalho como fada do dente.
Esse trabalho é monitorado por um consultor de fadas que sonha em ser uma fada alada.

Para se redimir do erro, Derek ajuda o filho da namorada a se apresentar num torneio de calouros. O menino toca guitarra muito bem, mas só aceita participar do torneio se Derek se comprometer a treinar muito e voltar a tentar fazer gols.
O otimisto toma conta de Derek que se torna outra pessoa e treina incansávelmente. Mas não consegue fazer o gol. E desiste de tudo no primeiro obstáculo, ferindo o menino com palavras e destruindo tudo em sua vida novamente.

Com a ajuda "invisivel" de seu consultor, Derek volta a fazer gols, vira fada no meio do jogo (o que obriga a utilização de pó de amnésia em todo o estádio), decide se casar e torna-se uma pessoa melhor, mais capaz de tentar, de imaginar e de respeitar os sonhos das pessoas.

As partes em que QUASE chorei:
A autoridade máxima das fadas dispensando Derek dos bons serviços prestados e indo assistir seu jogo de hoquei toda orgulhosa.
O consultor ganhando asas e se tornando uma fada alada graças aos treinamentos que recebeu de Derk.

Parece ser mais um filme que ninguém precisará ver (porque já contei tudo!!)
De fato, para quem julga filmes sem ver, não parece atraente: um grandalhão cuidando de crianças e aprendendo a viver com as lições destas.
Para mim, o filme vale a pena.
E não é só por causa dos musculos do The Rock (que aliás, se chama Dwayne Johnson).

Vale pelas risadas, pelos musculos, pela piada do Darwin (que eu to rindo até agora) e pela beleza da lição.
Vale pra lembrar que uma onda de otimismo sempre pode ser derrubada pelo primeiro obstáculo: somos todos crianças choronas. Mas devemos persistir!

Dica dada.


Aline Bridget

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Sempre ao seu lado


Meu interesse maior era sair de casa e fofocar.
Nada melhor do que um filme
O problema é que já não havia sequer um de meu interesse. Improvisei com o novo do Richard Gere: Sempre ao seu lado.
Presente de Deus, sem dúvida. Esse filme mexeu com meu coração.
Mesmo com todo meu medo de cachorros, o filme conseguiu seu intento: contar uma estória real, me fazer acreditar e me apaixonar por ela e me comover.
Pesquisando um pouco, constato que o filme é uma refilmagem de “Hachikô monogatari”, um filme japonês de 1987.
Richard Gere é Parker, um professor universitário de música que encontra Hachiko em uma casinha na estação de trem próxima a sua casa. Leva-o para casa a espera de que um dono o procure, o que nunca ocorre. O aparecimento do cãozinho na estação é um mistério que Parker nunca desvenda.
Hachiko segue sem nome até que Parker encontra uma coleira presa ao pescoço do cachorro com o número 8 em japonês. O nome Hachiko surge daí por significar 8 (parentese especial para o significado do número 8 explicado no filme: O numero que vai ao céu e ao inferno e volta. Fofo, né?)
Hachiko cresce a se acostuma a ir todos os dias pela manhã acompanhar Parker até a estação de trem e volta ao final da tarde para busca-lo.
A amizade e a cumplicidade entre os dois é tanta que comove.
No dia da morte de Parker, Hachiko parece pressentir que algo acontecerá e tenta de todas as formas fazer com que o dono não saia de casa, sem sucesso.
Parker morre de infarto em meio a uma aula.
A familia se muda da cidade e Hachiko vai morar com a filha de Parker, porém, foge após um certo tempo e fica à espera de seu dono durante 10 anos na estação de trem.

Contei o filme todo, ninguem nunca mais vai querer ver o filme... =)
Mas a história é por demais bonita (e por demais diferente da versão original e mais diferente ainda da história real). A beleza permanece.
A foto acima é da estátua de bronze feita em homenagem ao cão na estação de trem.

Fica a dica para quem gosta de cães, para quem gosta de histórias de amor, cumplicidade e amizade, para quem gosta de filmes para chorar.


Aline Bridget

sábado, 9 de janeiro de 2010

A Magia do Cinema


Aproveitando uma calmaria súbita, decido levar o Thithi para assistir Alvin e os esquilos 2.

Aproveitar a magia do cinema com ele novamente era muito do que eu precisava: Nem o cansaço, a tristeza, a gripe ou a febre atrapalharam a diversão.

O filme é todo uma gracinha, os esquilos e as esquiletes são umas delicias cremosas de morango. Destaque merecido para o Theodore que é o esquilo mais meigo e apaixonante do mundo animal, mesmo tendo muito medo de águias.

Chorei uma vez só, quando Alvin e sua conhecida vaidade fazem com que ele pense somente em seus interesses e não compareça a uma apresentação dos esquilos.

Detesto contar filmes... Ainda mais os que acabaram de estreiar.

Mas fiquei muito chateada como diria o Thithi.

Mas depois, como tudo ficou bem no final, limpei as lágrimas e beleza mano.

Fica a dica então: Alugue uma criança e assista.

Se não puder alugar, vá so, vá com adulto. Me chame que eu vejo de novo =)

Mas não deixe de conferir!



Aline Bridget

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Primeiro cinema do ano: A princesa e o Sapo.

Essa tarde assisti a Princesa e o Sapo, o desenho novo fofíssimo da Disney.
Uma sala cheeeia de crianças e o Thiago dizendo a todo momento que a magia do cinema estava no ar...Programa perfeito!
O filme trata de um conto de fadas meio diferente, com feiticeiros e uma princesa nesse caso também vira sapo.
Não posso contar tudo pois do contrário perderá a graça... Aposto que se eu contar que comi também a primeira pipoca de cinema do ano, quem ler ficará com água na boca e correrá para o cinema. E a recompensa é grande: A história é bonita, o filme é encantador...
E crianças e adultos devem aproveitar a magia do cinema...
Uhaha!

Beijos me liguem no verão,


Aline Bridget Alves

sábado, 21 de novembro de 2009

Entrevista com Vampiros lindos e dança com Lobos musculosos...

Eis que o dia 20 de Novembro chegou... eu passei o ano todo numa ansiedade louca por essa data... Meu Deus, que decepção!
Hoje eu fui a estréia de Lua Nova...
Todos que me acompanham, sabem... Edward tem o perfil de homem dos meus sonhos... Bella e Edward formam o casal perfect em minha mente.
Eu me obriguei a parar de ler os livros em sequência e em looping por causa da faculdade..
Foi muita ansiedade e muita expectativa (e Crepusculo já havia me decepcionado um tanto)...
Eis que a data chega... e como saldo da noite, temos:

- 2 horas de filas para entrar no cinema
- 85 mil horas de trailer e comerciais
- 980 milhões de calorias com um lanche do mc donalds frio
- 1 texto ruim
- 1 Edward chumbrega que diz coisas muito lugar-comum, parecendo mais um conquistador barato
- 1 Edward lindo, cheiroso e com cara de sofrimento... do tipo de dar dó e querer pegar no colo.
- 1 Bella chorando e imitando um porco
- 1 Bella fraquinha para atuar e fraca para me fazer chorar quando leva um master plus pé na bunda (e fica sem emoção e sem expressão alguma)
- 1 Jacob quente e gostosão
- 890 milhões de musculos do Jacob e sua galerinha de lobos
- 1 trilha sonora ruim de doer
- 1 Rosalie feiosa com cara de quem fez chapinha sábado e nunca mais lavou o cabelo
- 1 Edward lindo cheiroso e com cara de sofrimento (Ah já falei?)
- Um taxista achando que somos malucas.

Foi triste de verdade.
Há partes do livro que não deveriam ser cortadas.
Há um Edward mais profundo que deveria ser mostrado.
Há muito mais dor e tristeza na Bella.

O Edward conquistador barato meu deu mais tristeza ainda. Como podem ter dado falas tão chumbregas pro meu vampiro preferido of the world?
Será que eu to realmente tão descrente no amor assim que nem romances entre vampiros e humanos me comovem?

O que tenho a dizer sobre esse filme é: só volto para ver mais 5 vezes.
Mais que isso, não dá.
E espero que melhorem no Eclipse.


Beijos, me liguem no verão


Aline Bridget Revoltadinha Alves