terça-feira, 28 de setembro de 2010
Menina Pimenta e a delicia de ser autentica
Menina Pimenta é uma estrela cadente... Nos agarramos a ela pelo cansaço do antigo e do sonho em comum.
Nos agarramos a ela pela igualdade de pensamentos e pelas diferenças que se complementam.
Menina Pimenta é antes de uma marca, um sonho de liberdade....
Quando penso em Menina Pimenta penso na mulher que sabe o que é e não tem medo de ser.
Penso na mulher livre com raízes no tradicional.
Penso na mulher em sua essência: antes de ser mãe, profissional e dona de casa, ela é simplesmente MULHER. Com desejos, com detalhes e com mil tons e nuances, naturais ou neóns.
Menina Pimenta é o meu sonho repartido e dividido que se multiplicou. E é esse sonho que me movimenta em prol da satisfação da mulher que antes de ser ocupada, estudante, modelo, amante, esposa, dona de casa ou qualquer ocupação, é aquela que é capaz de fazer diversas atividades ao mesmo tempo, com seu próprio jeito e sensibilidade... Madura, menina, com a alma sempre mais jovem que o corpo: Mulheres-meninas-pimentas sabem temperar todos os momentos da vida de forma marcante... porque o fazem de forma única!
Essa é minha marca... esse é meu sonho.
E em breve compartilharei com vocês.
Aline Bridget
domingo, 26 de setembro de 2010
Em cima do muro

quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Histórias de amor...
Num belo dia normal, a gente acorda normal.
Não imagina o que nos espera e segue o procedimento já adotado: rotina, diário.
Dias em que o tempo corre logo cedo. Sem pausa.
Num belo dia normal, eu acordei normal.
Me vesti do meu jeito simples e anormal e segui o meu apressado procedimento diário. Rotina.
O tempo correu logo cedo nesse dia... e correu de encontro a um destino.
Estaria mentindo se dissesse que senti logo cedo que algo mudaria: eu não senti nada... até a hora chegar.
A gente não percebe. Olha uma pessoa nos olhos pela primeira vez e por maior que seja o encanto, raras são as vezes que a gente sente no primeiro olhar o impacto que aquela pessoa terá em nossa vida.
Surgem os medos: de não agradar a pessoa ou de a pessoa não nos agradar. De não ser bom o bastante. De já existir outra pessoa... Uma infinidade de medos que nos paralisam em um primeiro momento.
Surgem as sensações: alegria boba, borboletas na barriga, falta de palavras, vontades estranhas...
Surge a convivência: conhecemos um pouco, expectativas são supridas, outras são descartadas, defeitos esquecidos.
Surgem os sentimentos: um carinho, uma saudade presa ali num momento bobo do dia, uma ansiedade, desejos estranhos...
E então, a gente percebe.
Freqüentemente, a gente lembra daquele mesmo dia normal... E as vezes, para tudo parecer mais especial, a gente diz: eu senti naquela manhã que tudo mudaria.
Eu não percebi. Olhei nos olhos de alguém e o que senti foi tristeza: meu coração não era meu e aquele encontro por mais especial que fosse, havia acontecido num momento não propicio.
Surgiu o medo: de me apaixonar, de não ser amada, de não ser o bastante, de não agradar, de machucar alguém.
Surgiram as sensações: borboletas na barriga, milhões de bolhas de sabão, medos, vontades.
Surgiu a convivência: contávamos sobre nossos dias, nossos planos: os frustrados e os que iríamos realizar em breve, nossas famílias, nossos amigos, nossos relacionamentos, filmes, musicas... só nunca conversamos sobre nós.
Os sentimentos que surgiram, eu escondi. Um carinho inexplicável e enorme. Uma ansiedade. E qualquer outro sentimento que eu não consegui nunca categorizar.
E então, quando eu percebi, tudo mudou de lugar.
Como se eu tivesse mudado de fase num vídeo game, "mudaram" o cenário.
Um belo dia, a gente acumula merecimento e essa história tem tudo para dar certo: e dá.Então surgem os planos e os medos somem.
As dúvidas dão lugar a certezas.
A gente passa até a perceber os defeitos... Mas é mais fácil de aceita-los.
Generalizando as histórias, a gente deixa de ser dois... e multiplica o amor e eterniza o sobrenome.
Um belo dia, eu acumulei débitos, medos, proteções e protegidos. E essa história que tinha tudo para dar certo se tornou um livro que o vento fechou antes que eu pudesse marcar a página.
No lugar de qualquer certeza, tristeza.
Percebi seus defeitos e descobri que eles só afastariam ainda mais você de mim.
Os planos se foram bem como você se foi. No lugar dos planos, o medo.
E o meu medo era um só (e por ironia, é o mesmo até hoje)
Meu medo é esquecer como é o seu rosto ou o seu tom de voz, conforme o tempo for passando...
Existem histórias e histórias.
E eu estou longe de conhecer, catalogar ou simplesmente cessar a vivência dessas.
O que aprendi com tudo o que ouvi, li e vivi é que todo amor que seja correspondido, vale a pena.
Que não temos que carregar culpa e que não temos que carregar nada: a vida já é dura por si só. Resolver problemas alheios não nos compete.
O que aprendi é que, ao contrário das histórias lendárias, certos príncipes vão embora mesmo sem volta nem reviravolta. Não existe milagre: é a lei da vida. E é preciso um certo respeito, um certo desprendimento e um certo jogo de cintura para conseguir fazer com que histórias como essas citadas acima dêem certo. Um pouco de amor ajuda também.
Nostalgicamente falando,
Aline Bridget
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Sobre meus ídolos
Ontem a noite, explicava para minha prima adolescente o porque de meus dois maiores ídolos. Expliquei pois nossos idolos tem razões diferentes de existir em nossos corações. Esqueci de falar para ela os motivos por ter amado Paulo Coelho em minha adolescência.
Mas expliquei que O pequeno principe me ensinou tudo o que sei sobre amar ao próximo e cuidar do próximo. Sobre responsabilidade, verdade, sinceridade e amizade. Sobre perdoar e querer bem. Eu sou o que sou nesse sentido graças a ele.
E expliquei como Chaplin veio complementar isso, me mostrando com lições claras que eu tenho meu valor. Que eu sou importante e tenho talento. E que quem não consegue enxergar ou sentir isso, não merece minha atenção. Ou minha verdade.
Ela me olhou com olhos marejados e nada disse. Talvez tenha aprendido as lições que só aprendi após amar os dois personagens.
Hoje, acordei me lembrando que Paulo Coelho me ensinou tudo sobre correr atrás dos sonhos. Com garra e convicção de merecer o sonho.
Eu acreditava muito no acaso como ele me apresentava. Acreditava no paralelo, na força da alma do mundo e etc.
Hoje, honestamente, acredito na Lei de Ação e Reação. E acredito que, por não saber a que vim, devo sim lutar por todos os meus sonhos ininterruptamente. Acreditando em mim, como Chaplin e pensando no próximo como O Pequeno Principe.
Todos eles, meus amores eternos, formam minha essência.
Mas o que tenho para hoje são alguns textos que roubei emprestado no blog do Paulo Coelho para compartilhar:
Quando o amor chamar, aceitem seu chamado, mesmo que o caminho seja duro, difícil.
E quando suas asas se abrirem, entreguem-se, mesmo que a espada que está ali escondida termine provocando ferimentos.
E quando o amor disser algo, acreditem, mesmo que sua voz destrua seus sonhos, como o vento do norte devasta os jardins.
Porque o amor glorifica e crucifica. Faz crescer os ramos, e os poda. Tritura os homens, até que estejam flexíveis e dóceis. Os queima em fogo divino, para que possam converter-se em um pão sagrado, que será consumido no banquete de Deus.
Entretanto, se tiverem medo, e quiserem encontrar no amor apenas a paz e o prazer, melhor que se afastem de sua porta, e procurem outro mundo, onde poderão rir, mas sem toda alegria, e poderão chorar, mas sem usar todas as lágrimas.
O amor não dá nada e não pede nada além de si mesmo. O amor não possui nem é possuído – porque ele se basta.
E não tentem dirigir o seu curso: porque se o amor achar que são dignos, ele os dirigirá até onde devem chegar.
Cada ser humano vive seu próprio desejo; faz parte do seu tesouro, e, embora seja uma emoção que possa afastar alguém, geralmente traz quem é importante para perto. É uma emoção que nossa alma escolhe, e é tão intensa que pode contagiar tudo e todos a nossa volta.
Escolhemos a verdade com a qual pretendemos viver. Procuramos ser práticos, eficientes, profissionais. Sempre é bom poder escolher o desejo como companheiro. Não por obrigação, nem para atenuar a solidão, mas porque é bom. Sim, é muito bom.
O amor é uma das coisas capazes de mudar totalmente a vida de uma pessoa, de um momento para o outro. Mas existe o outro lado da moeda, a segunda coisa que faz o ser humano tomar um curso totalmente distinto do que havia planejado: chama-se desespero. Sim, talvez o amor seja capaz de transformar alguém, mas o desespero, transforma mais rápido.
Podemos tolerar uma semana de sede, duas semanas de fome, muitos anos sem teto – mas não podemos tolerar a solidão. É a pior de todas as torturas, de todos os sofrimentos. Os homens sofrem com este sentimento destruidor – a sensação de que ninguém nesta terra se importa com eles.
Sempre antes de realizar um sonho, a Alma do Mundo resolve testar tudo aquilo que foi aprendido durante a caminhada. Ela faz isto não porque seja má, mas para que possamos, junto com o nosso sonho, conquistar também as lições que aprendemos seguindo em direção a ele.
É o momento em que a maior parte das pessoas desiste. É o que chamamos, em linguagem do deserto, de “morrer de sede quando as tamareiras já apareceram no horizonte”.
Confie em seu coração, mas não se esqueça de que você está no deserto.
Ninguém deixa de sofrer as conseqüências de cada coisa que se passa debaixo do sol.
Uma busca começa sempre com a Sorte de Principiante. E termina sempre com a Prova do Conquistador.
sábado, 18 de setembro de 2010
POR QUE EVA COMEU A FRUTA ?
No início, Eva não queria comer a fruta.
- Come - disse a serpente astuta! - e serás como os anjos!
- Não - respondeu Eva. Virando a cara para o lado!
- Terás o conhecimento do Bem e do Mal - insistiu a víbora.
- Cruzou os braços, olhou bem na cara da serpente e respondeu firme: Não!
- Serás imortal.
- Não! Já disse!
- Serás como Deus!
- NÃO, e NÃO! Já disse que NÃO!
Irritadíssima, quase enfiando a fruta goela abaixo, a serpente já estava desesperada e não sabia mais o que fazer para que aquela mulher, de princípios tão rígidos e personalidade tão forte comesse a fruta. Até que teve uma idéia, já que nenhum dos argumentos haviam funcionado...
Ofereceu novamente a fruta e disse com um sorrisinho maroto:
- Come, boba!!! EMAGRECE!!!!
*Foi tiro e queda!!!! *
hehehe
Dias estranhos

Quem nunca acordou num dia que não deveria existir?
domingo, 12 de setembro de 2010
A falta de sentido

Um belo dia a gente acorda e percebe que poucas de nossas lutas fazem sentido. Uma guerra diária tão insana que dá até medo de parar de lutar... Porque não paramos? Pelo medo de perder o tesão, a vontade de viver.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Universo Paralelo
a) provar que o objetivo não é necessário para o crescimento pessoal de ninguém;
b) atrapalhar pura e simplesmente por azar do lutador;
c) chamar a atenção para detalhes que o lutador quase sempre esquece quando olha fixamente o objetivo.
É o preço que se paga por querer demais. É o preço que se paga por não deixar as coisas correrem livre e cegamente. Todo o planejamento parece vir por água abaixo e as vezes apenas para uma muda voz dizer: Oi, quem manda aqui sou eu!
É... as vezes acontece...
No momento, eu sou uma lutadora cansada.
E de tanto cansar, estou fugindo. Porque meus obstáculos são mais numerosos que meus sonhos e eu não sei se estou tão displicente assim com outros detalhes que deixei passar. Eu não deixei tanta coisa fora do lugar. Eu não faria as coisas tão dessa forma.
Estou cansada de pensar em soluções que nunca virão e cansada de remoer problemas que não consigo solucionar. Decidi viajar... na maionese... é isso aí!
Vou sorrir feito louca: na minha mente, tudo vai bem. Eu não quero mais saber.
O mundo para onde tenho ido todas as noites (e até durante o dia) é um lindo lugar solar e ameno onde encontro saúde e alegria para mim e para os meus e encontro até aqueles que não querem me encotrar (e com quem convivo pacificamente). Esse mundo paralelo se apresenta em minha mente e em meu coração e é para mim o paraíso fugidio do meu inferno particular...
Não sintam dó, do contrário: invejem-me.
Pura criatividade me fez criar um local tão lindo e vestidos tão floridos que nunca achei em loja alguma para comprar.
Puro amor no coração me fez criar tantas tarefas alegres e fáceis de executar.
Pura saudades de tempos tão felizes me faz lembrar e recriar momentos tão meus.
Eu não estou louca. Estou apenas sobrevivendo do jeito que posso.
Aline Bridget
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Poema de Mulher

Que mulher nunca teve:
Um sutiã meio furado.
Um primo meio tarado.
Ou um amigo meio viado?
Que mulher nunca tomou:
Um fora de querer sumir.
Um porre de cair.
Ou um lexotan para dormir?
Que mulher nunca sonhou:
Com a sogra morta, estendida.
Em ser muito feliz na vida.
Ou com uma lipo na barriga?
Que mulher nunca pensou:
Em dar fim numa panela.
Jogar os filhos pela janela.
Ou que a culpa era toda dela?
Que mulher nunca penou:
Para ter a perna depilada.
Para aturar uma empregada.
Ou para trabalhar menstruada?
Que mulher nunca comeu:
Uma caixa de Bis, por ansiedade.
Uma alface, no almoço, por vaidade.
Ou, um canalha por saudade?
Que mulher nunca apertou:
O pé no sapato para caber.
A barriga para emagrecer.
Ou um ursinho para não enlouquecer?
Que mulher nunca jurou:
Que não estava ao telefone.
Que não pensa em silicone.
Ou que “dele” não lembra nem o nome?
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Ficamos quites
Conselho roubado, conselho dado
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Eis os motivos do meu encalhamento...
Um achado
OSHO - Tradução: Sw.Bodhi Champak -Fonte: revista Osho Times
domingo, 5 de setembro de 2010
Sobre aprender a perder...
Quantos anos bastam para reconstruir um instante?
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Homenagem para minha flor solar...

Depois dessa ventania o temporal
Fez da nossa vida
Um mundo desigual
Qual é a tua?
O teu segredo?
Me diz
Como eu vou decifrar?
E a verdade é absurda no plural
Mas pra mim
Honestamente isso é normal
Na minha onda, teu oceano
Me ensina como navegar...
Eu amo mais você
Do que eu...
A tardinha
As coisas mudam sem parar
E a gente fala muito por falar
Mas de repente, a gente sente
Que tudo sobrou num olhar...
Penso infinitamente sem parar
A verdade é transparente no mirar
Da tua retina, minha menina
Me diz como não te amar?
Eu amo mais você do que eu...
Penso infinitamente sem parar
A verdade é transparente no mirar
Da tua retina, minha menina
Me diz como não te amar?
Eu amo mais você do que eu...
Essa música que ouvi hoje numa carona de volta para casa só me fez pensar em como tudo mudou tão drásticamente desde o começo desse ano... Como se já tivesse data marcada há tempos e só a gente não tinha percebido.
Verdade que isso não muda nosso sentimento, né? Mas mudam os cuidados e as preocupações. E muda porque fico triste por algumas situações.
Mas no geral, você vai ser sempre um grande amor, um grande exemplo e a melhor fazedora de café para mim.
Com amor,
Aline Bridget
Obs.: A música é Eu Amo mais Você do Catedral...