sexta-feira, 30 de abril de 2010
Comparação é metáfora?
Tem dias que a gente olha pra si
E se pergunta se é mesmo isso aí
Que a gente achou que ia ser
Quando a gente crescer
E nossa história de repente ficou
Alguma coisa que alguém inventou
A gente não se reconhece ali
No oposto de um déjà vu
Sei lá...
Tem tanta coisa que a gente não diz
E se pergunta se anda feliz
Com o rumo que a vida tomou
No trabalho e no amor
Se a gente é dono do próprio nariz
Ou o espelho é que se transformou
A gente não se reconhece ali
No oposto de um vis a vis
Por isso eu quero mais
Não dá pra ser depois
Do que ficou pra trás
Na hora que já é!"
Mesmo sendo o Lulu Santos um cara que critica minha cidade natal constantemente, sou obrigada a assumir que gosto muito de muitas de suas composições.
Essa é a segunda que cito nesse canto feliz. O nome dela é Ja é! e, ao contrário dos versos sonhadores de Apenas mais uma de amor, essa música mostra a visão real do meu momento.
Longe do mundo azul com bolhas de sabão em que vivia quando fiz o post http://alinebridget.blogspot.com/2009/03/pode-ate-parecer-fraquezapois-que-seja.html, em março do ano passado, minha nova morada mental é uma cidade empedrada e cinza.
O que busco para agora é um pouco de tinta colorida para pintar todas as paredes que me cercam.
Melhorar o meu ambiente anterior já me trará a paz que preciso para viver no exterior.
Esse é o "mais" que busco agora.
E etc.
Aline Bridget
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Duvidas...
A tristeza tem ligação com o medo, com aprovação, com sentimento de perda sem razão de ser, com impotência?
A tristeza é um sentimento ou uma doença?
É controlável ou Impossível de matar?
Um dia eu descubro.
Aline Bridget
Uma visão interessante sobre o amor...
Uma é a dependência; é o que acontece à maioria das pessoas. O marido é dependente da esposa, a esposa é dependente do marido; eles exploram o outro, eles dominam o outro, eles possuem o outro, eles reduzem o outro a uma mercadoria. Em 99 por cento dos casos, é o que está acontecendo no mundo. Eis porque o amor, o qual pode abrir os portões do paraíso, somente abre portões do inferno.
A segunda possibilidade é: amor entre duas pessoas independentes. Também acontece de vez em quando. Mas o que também traz miséria, porque há constante conflito. Nenhum ajustamento é possível. Ambos estão tão independentes, e ninguém está pronto para se comprometer, se ajustar com o outro.
Poetas, artistas, pensadores, cientistas, estes vivem em um tipo de independência, de qualquer forma, na mente deles, é impossível para as pessoas viver com alguém. Eles são pessoas excêntricas para viver com. Eles dão liberdade para o outro, mas a liberdade deles se parece mais com indiferença do que com liberdade; parece mais como se eles não se preocupassem, como se não importasse para eles.
Eles partem cada um para seus próprios espaços. Relacionamento parece ser somente superficial. Eles estão com medo de ir fundo um dentro do outro - porque eles são mais presos a sua liberdade do que ao amor, e eles não querem se comprometer.
E a terceira possibilidade é de interdependência. Acontece muito raramente, mas uma vez que aconteça uma parte do paraíso cai sobre a terra. Duas pessoas, nem independentes nem dependentes, mas em uma tremenda sincronicidade, como se respirando um pelo outro, uma alma em dois corpos - quando acontece, o amor aconteceu. Somente chame isto de amor. Os outros dois não são realmente amor, eles são apenas arranjos - sociais, psicológicos, biológicos, mas arranjos. O terceiro é algo espiritual.
OSHO - The Book of Wisdom
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Aliche no país das más ervilhas
Nunca li o livro, nunca assisti o desenho e se me interessei pelo filme e fiquei meses ansiosa foi por conta do enredo (e do Johnny Depp).
Eis que me surpreendi com minha reação.
O filme é uma delicia, foco total no imaginário.
A Alice já "adulta" vai ao país das maravilhas salva-lo do governo tirano da rainha vermelha...
Minha frase preferida agora é: CORTEM A CABEÇAAAAAAAAAA!
Não posso contar o filme de forma alguma. Primeiro vou assistir mais uma vez... o suspense é para mim mesma.
Mas deixo registrada minha gratidão por duas passagens que me fizeram chorar:
"Alice ainda criança tem um "pesadelo" com o pais das maravilhas e ao contar para o pai, pergunta: Estou ficando louca, papai?
A resposta é: Sim, você está maluca, pirada, com um parafuso a menos... Mas não tem problema, as melhores pessoas são assim... "
"Alice precisa ir até a rainha branca mas o chapeleiro
O coelho
Eu já fui aumentada, diminuida, aumentada novamente, perseguida e esfolada. Já me disseram que sou a Alice, que não sou a Alice e me disseram diversas coisas para fazer, AGORA CHEGA, esse sonho é meu e eu faço o meu destino."
Ai, chorei.
O filme vale o ingresso em 3D, vale os óculos que ardem os olhos e vale a fila. Mas dá para evitar a fadiga comprando ingressos antecipados pela internet, retirando no local. Fila só para pipoca em caso de necessidade.
http://www.cinemark.com.br/ingresso/ingresso.html
http://www.unibancocinemas.com.br/em_cartaz/sao_paulo_-_pompeia/
O que eu sei é que largaria o mundo "real" para passar o resto da vida no pais das maravilhas com o maravilhoso chapaleiro maluco Johnny
O que eu não sei é quando esse encantamento vai passar. Espero que prossiga para toda a eternidade...
E etc.
Aline Bridget
Dica
Vale uma passeada, uma conferida e até mesmo ouvir as musicas no link (porque logo logo o blog trará os vídeos na própria página, sem necessidade de usar o Youtube =) )
http://sentindoosom.blogspot.com
Parabéns pelo blog, querida!
E etc
Aline Bridget
terça-feira, 27 de abril de 2010
Recomeço
Decidi que precisava do novo.
Decidi que mereço a oportunidade de fazer de minha vida um campo florido.
Tentar levantar depois de um tempo me fez ver que preciso de um tempo longe.
Estou voando nas asas de um anjo para um lugar branco e limpo. Esvaziei minha mente até não haver mais nada. Estou colocando tudo de volta, ordenadamente. Mais humana me sinto quando tenho mais controle e conhecimento acerca de mim mesma.
Tentar sorrir me fez parecer mais patética.
Decidi me entregar e deixar o ciclo natural das coisas acontecer.
Decidi começar a trabalhar AGORA o meu futuro.
Decidi aceitar o conselho do Chico Xavier e recomeçar para criar um novo final para mim.
Tentar ouvir os problemas alheios me fez sentir hipócrita.
Decidi me ajudar primeiro.
Decidi me encher de paciência.
Decidi olhar mais nos olhos.
Tentar ajudar alguém só me mostrou que ninguém é 100%.
Decepção me fez decidir a acreditar na verdade mais ainda.
Solidão voluntária me ensinou que sentimos uma presença amiga quando estamos com o coração limpo.
Num momento em que não sabia se era eu mesma ou aquilo que os outros pensavam de mim, tomar minha vida nas mãos e decidir sozinha o que fazer foi o meu melhor remédio.
Num momento irresponsável, pude perceber o sentido real de crescer.
E hoje, com um melancolia até charmosa, posso dizer com orgulho que sei o que estou fazendo por mim:
Estou recomeçando a trilhar meu caminho.
Reafirmei a Deus meus votos de amor ao próximo, reaprendi e revi meus conceitos de solidariedade, amizade, julgamento e respeito.
Olhei para trás e percebi que mesmo nos piores momentos, agi com ética, lealdade, justiça e segui meu coração.
Reforcei minha fortaleza interior, sonhei de novo e com mais planejamento todos os meus sonhos.
Estou recomeçando. Agora. Essa data marca o inicio de um novo ciclo.
E já nem me lembro mais qual foi o motivo que me fez finalizar o ciclo anterior que eu estava vivendo.
E etc.
Aline Bridget
Minha gratidão vai para...
Acordei ontem com essa frase em minha mente. Sei que a li em algum lugar há muito tempo mas não me lembro.
O google, meu velho amigo, pouco me ajudou.
Li o sinal verde todo para encontrar. Nem sinal.
Simplesmente acordei com ela em mente, como mágica, como herança d'algum sonho esquecido.
Então, se não cito o autor real (se é que existe) é por não saber.
Sei que na ocasião, o autor não deve ter pensando em induzir ninguém a se tornar um workaholic, mas as vezes, quando pensamos em efetuar um trabalho em favor do nosso próximo, falta tempo.
Falando por mim, já fiz alguns trabalhos sociais há um tempo. Lamento não ter mais sequer uma hora diária disponível para usar dessa forma. Gratificante era, eu me lembro.
Tenho usado de todo o esforço possível para efetuar um belo "trabalho" de oferecer alegria aos meus próximos mais próximos. Sair de mim, oferecer o que pouco tenho.
Tenho trabalhado com o meu melhor e minha maior rapidez. Maior concentração que puder. E esta dificil, eu sei. Impossível, não. "Faça de conta que essa palavra não existe!"
No mais, chega de escrever sobre mim.
Não valho tantos textos assim.
Então, que esse post seja minha gratidão ao ser que criou (ou simplemente me "contou" essa frase) noite passada.
Obrigada por me ensinar o caminho para paz.
Qualquer um pode recomeçar e fazer um novo final, não é?
Pois bem, esse é o meu caminho.
E etc.
Aline Bridget
Obs.: Avril Lavigne está berrando na minha orelha desde domingo a musica fofa de "Alice".
Só um presentinho que me dei.
sábado, 24 de abril de 2010
Espero estar bem longe quando tudo isso passar...
Durante todo o dia olhando para o teto
Making friends with shadows on my wall
Fazendo amizade com as sombras na parede
All night hearing voices telling me
Durante toda a noite ouvindo vozes me dizendo
That I should get some sleep
Que eu deveria dormir um pouco
Because tomorrow might be good for something
Pois amanhã pode ser bom para alguma coisa
Hold On
Espere aí
Feeling like I'm headed for a breakdown
Sinto que estou em indo em direção a um ataque nervoso
And I don't know why
E eu não sei por que
But I'm not crazy, I'm just a little unwell
Mas eu não estou louco, só não estou muito bem
I know right now you can't tell
Eu sei que agora você não pode dizer
But stay awhile and maybe then you'll see
Mas fique por aí que talvez você vá ver
A different side of me
Um outro lado meu
I'm not crazy, I'm just a little impaired
Eu não estou louco, só um pouco enfraquecido
I know right now you don't care
Eu sei que agora você não se importa
But soon enough you're gonna think of me
Mas logo você vai pensar em mim
And how I used to be...me
E como eu costumava ser... eu
I'm talking to myself in public
Eu falo comigo mesmo em público
Dodging glances on the train
Evitando olhares no trem
And I know, I know they've all been talking about me
E eu sei, eu sei que todos estão falando de mim
I can hear them whisper
Eu posso ouvir os sussurros
And it makes me think there must be something wrong with me
E me faz pensar que deve ter alguma coisa errada comigo
Out of all the hours thinking
E de todas as horas que eu fiquei pensando
Somehow I've lost my mind
De alguma forma perdi minha cabeça
But I'm not crazy, I'm just a little unwell
Mas eu não estou louco, só não estou muito bem
I know right now you can't tell
Eu sei que agora você não pode dizer
But stay awhile and maybe then you'll see
Mas fique por aí que talvez você vá ver
A different side of me
Um outro lado meu
I'm not crazy, I'm just a little impaired
Eu não estou louco, só um pouco enfraquecido
I know right now you don't care
Eu sei que agora você não se importa
But soon enough you're gonna think of me
Mas logo você vai pensar em mim
And how I used to be
E como eu costumava ser
I've been talking in my sleep
Tenho falado durante meu sono
Pretty soon they'll come to get me
Logo, logo, eles virão me buscar
Yeah, they're taking me away
Yeah, eles estão me levando para longe
But I'm not crazy, I'm just a little unwell
Mas eu não estou louco, só não estou muito bem
I know right now you can't tell
Eu sei que agora você não pode dizer
But stay awhile and maybe then you'll see
Mas fique por aí que talvez você vá ver
A different side of me
Um outro lado meu
I'm not crazy, I'm just a little impaired
Eu não estou louco, só um pouco enfraquecido
I know right now you don't care
Eu sei que agora você não se importa
But soon enough you're gonna think of me
Mas logo você vai pensar em mim
And how I used to be
E como eu costumava ser
Yeah, how I used to be
Yeah, como eu costumava ser
How I used to be
Como eu costumava ser
Well, I'm just a little unwell
Bem, só não estou muito bem
How I used to be
Como eu costumava ser
How I used to be
Como eu costumava ser
I'm just a little unwell
Só não estou muito bem"
Essa música, lançada na minha adolescência e encontrada por acaso no celular da minha prima, mostra o que sinto nesse momento da minha vida.
Tanta coisa para digerir e eu sem tempo, sem emocional para sair de fora de mim.
Eu sinto como se tivesse expandido um tanto mais o que sou. E não dei conta de me conhecer.
Eu sinto como se não conseguisse mais viver com o que tenho.
Como se uma mudança fosse mais que urgente.
Uma mudança de emprego, uma mudança de atitude, talvez uma mudança de lugar.
Não, não estou na minha melhor fase.
Tenho sentido mais tristeza do que de fato deveria. Mais culpa do que posso ser perdoada.
Suporto com a bravura que descobri que tenho. Não vou incomodar ninguém. Acredito em mim, acredito na verdade, acredito em Deus.
Construi cada relação que tenho, com tijolos do amor total, do amor diário.
Construi ensinando a cada um o que sou, mostrando minhas limitações e minhas vontades.
Construi cada relação como se fosse um castelo. E sei que errei muito com todos os que me acompanham. E peço perdão e sinto culpa.
Eu construi e mantenho cada pessoa em minha vida como se fossem jóias preciosas.
Porque é assim que sou. Porque sou humana.
Mais não tenho conseguido dar para essas pessoas o melhor de mim.
Porque esse melhor deve estar provavelmente escondido nos escombros da culpa que foi como um tremor de terra em mim.
Não destruiu meus principios.
Mas destruiu um tanto da minha alegria.
Essa musica, diz sobre o que sinto e sobre a paz que não sinto.
E etc.
Aline Bridget
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Lições que nunca aprendi...
A bem-aventurança nunca tem lar, é uma errante.
A felicidade tem um lar, a infelicidade também tem um lar, mas a bem-aventurança, não.
Ela é como uma nuvem branca, sem raízes em lugar algum.
No momento em que você cria raízes, a bem-aventurança desaparece e você começa a se apegar à terra.
Lar significa segurança, garantia, conforto, conveniência.
E, finalmente, se todas essas coisas forem reduzidas a um só, lar significa morte.
Quanto mais vivo você estiver, menos lar terá.
Este é o significado básico de ser um buscador: viver a vida em perigo, viver a vida em insegurança.
Viver a vida sem saber o que virá em seguida, permanecer sempre disponível e capaz de se surpreender.
Se você puder ficar surpreso, estará vivo.
Maravilhar-se ( wonder, em inglês ) e peregrinar (wander, em inglês) vêm da mesma raiz.
Uma mente fixa passa a ser incapaz de maravilhar-se, porque ela passou a ser incapaz de peregrinar.
Assim, seja um peregrino, como uma nuvem, e cada momento traz infinitas surpresas.
Permaneça sem lar. Sem lar não significa não viver em uma casa;
Significa simplesmente nunca ficar apegado a coisa alguma.
Mesmo se você viver em um palácio, nunca se apegue.
Se chegar o momento de partir, siga em frente sem olhar para trás.
Nada o prende; você usa tudo, desfruta tudo, mas permanece o senhor".
Osho
terça-feira, 20 de abril de 2010
Novidade...
Por aquela segunda chance,
Por uma oportunidade que deixaria tudo bem
Sempre há um motivo
Para não se sentir bem o suficiente.
E é difícil no fim do dia,
Eu preciso de alguma distração.
Oh, belo descanso
A lembrança vaza das minhas veias...
Deixe-me ficar vazia
E sem peso e talvez
Eu encontrarei alguma paz esta noite.
Nos braços de um anjo,
Voe para longe daqui,
Deste escuro e frio quarto de hotel
E da imensidão que você teme.
Você é arrancado das ruínas
De seu devaneio silencioso.
Você está nos braços de um anjo,
Que você encontre algum conforto lá
Tão cansado da linha reta,
E para todo lugar que você se vira
Existem abutres e ladrões nas suas costas,
E a tempestade continua se retorcendo.
Você continua construindo a mentira
Que você inventa por causa de tudo que você não tem
Não faz nenhuma diferença
Escapar uma última vez.
É mais fácil acreditar nesta doce loucura,
ohEsta gloriosa tristeza que me deixa de joelhos.
Você está nos braços de um anjo.
Que você encontre algum conforto aí"
Tema de cidade dos anjos, essa musica sempre me encantou.
Até que descobri hoje que gostaria de saber o que ela significa.
Pois bem, o significado casa comigo hoje.
Silêncio.
é tudo o que ouço.
Vazio.
É tudo o que vejo.
Estou mais uma vez na contramão de mim.
Mais uma vez agindo com a razão e desrespeitando meu coração.
Sem dor, já conheço de cor minha sina.
O resto?
Apenas quimeras.
Se me importo é porque me entristece.
Se é por vaidade, eu já não sei.
Quase sempre aprovada, é dificil me ver alvo de definições que pouco condizem com o que vejo.
Lutando dia após dia para ser melhor, é complicado saber que regredi aos olhos das pessoas. Pessoas que nem me conhecem.
Deve ser mesmo por vaidade.
Tudo bem, o tempo trará as respostas e o conforto.
Novas paixões estão aí para serem descobertas.
Talvez eu goste de voar de asa delta.
Talvez novas aulas de violão
Talvez me dedicar mais aos estudos
Me dedicar mais aos amigos, aos amores, à familia.
Talvez eu volte ao asilo.
Talvez eu descubra, olhando para dentro de mim, que minha paixão não é exclusivamente escrever.
Eu sempre fui tão variada nas minhas vontades...
Talvez tenha sido proposital para que eu me abrisse, abrisse meu coração.
É o melhor para mim, eu sei.
E etc.
Aline Bridget
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Lady Laura...
Fiquei triste de verdade ao saber que ela morreu.
E esse post (curto) fica como uma oração para que ela encontre a paz e o refazimento necessários nesse momento.
e etc...
Aline Bridget
sábado, 17 de abril de 2010
Malditos hormônios...
Quando percebo que o mundo me abandonou
e que a parcela do mundo que me restou (todo mundo), me trata de forma injusta e indigna do que dou em retorno.
Nesses momentos de cansaço, de pânico e de uma angustia que não sou capaz de lidar ou guardar apenas dentro de mim, eu percebo que a vida toda é um grande teatro.
E que nunca, nunca, nunca, jamais, seremos capazes de lidar com total naturalidade e finalização com perdas e fins de fases.
Que as dores são grandes muito mega grandes, os olhos pequenos para chorar.
As responsabilidades são grandes, imensas e sufocantes, e a vontade é pequena para executar.
Nessas horas em que voltam as sensações de que posso morrer num onibus, as impressões de que talvez não dê tempo de dizer aos que amo que eles são tudo o que tenho em minha vida...
Em dias em que ver uma velhinha qualquer me faz chorar e querer leva-la para minha casa e aprender tudo o que ela puder ensinar... deitar no colo dela e chorar todas as mini e grandes dores que tenho...
Nesses momentos em que as coisas não cooperam e se jogam de propósito de minhas mãos, me fazendo chorar de nervoso.
Nesses dias em que pentear os cabelos se torna uma atividade mediocre para fracos (e eu sou forte, NUNCA PENTEAREI MEUS CABELOS!!)
Nessas horas que saio de casa para comprar um sapato, e compro um chocolate.
Saio para comprar um livro e compro 3 chocolates + um filme de amor.
Nesses momentos em que tenho que estudar mas antes prefiro ir a padaria comprar mais uns 8 chocolates...
Em todos esses momentos tão comuns, eu chego a duas importantes conclusões:
1º Ninguém é feliz o tempo todo. O segredo é achar a melhor maneira de lidar com a situação. Eu tenho a minha, que é bem diferente da maioria das pessoas, mas que é o meio mais confortável que encontrei para lidar com a situação.
2º TPM é o pior castigo que uma mulher pode ter. Nem um parto pode ser tão dificil quanto sentir tudo isso acima, somado a inchaço, insônia, espinhas, dores nas pernas, enxaqueca, desejo por chocolates e vontade de tomar mentos com coca cola light para explodir e morrer.
Analisando as conclusões acima, chego a uma terceira e ultima (e nem por isso mesmo importante):
Nem que eu vire homossexual, na próxima encarnação, quero ser homem.
Aline (NA TPM) Bridget
Ps.: do filme Se eu fosse você: COM TPM, EU VIRO O DEMONIO!!!!!!!
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Chico Xavier...
Gostaria de exercitar minhas teorias de futura redatora, mas a realidade é que mal consigo me lembrar de teorias tão vaidosas.
Eu queria ter palavras para descrever o filme, mas mal tenho palavras.
Embasbacada. Esse é o estado em que sai do cinema (se é que essa palavra existe).
O filme foi muito bem montado, os atores acharam em si o que havia de melhor para demonstrar tanto amor, doação e humildade.
Então, ao invés do costumeiro resumo que conta o final, esse post fica apenas como o testemunho do que vislumbrei.
A sensação que me dá hoje (porque não tive tempo de pensar em outra coisa) é que algo em meu coração foi irremediavelmente mudado depois desse filme.
Coincidentemente ou não, algumas frases vieram a meu conhecimento.
Confesso que nunca me aprofundei muito sobre as obras do Chico. Mas seguem as que mais me tocaram nesse momento. O resto que demorei para aprender, corro atrás a partir de já:
“Melhore tudo, dentro de você, para que tudo melhore ao redor de seus passos.” (Apostilas da Vida)
“Aceitemos os obstáculos por testes de resistência, e as provas por lições... Entretanto, saibamos acolhê-los, agindo sempre por superá-los na expansão do bem, de vez que estamos todos na forja da luta evolutiva, com a certeza de que degraus para cima é que configuram a estrada da elevação,” (Busca e Acharás)
“Encara os obstáculos de ânimo firme e estampa o otimismo em tua alma para que não fujas aos teus próprios compromissos perante a vida.” (Palavras de Vida Eterna)
"Acautela-te, se conserva alguma aflição particular. A angústia, muitas vezes, pode ser antecâmara do desequilíbrio. Converte o teu problema ou a tua mágoa, em motivo de superação das próprias fraquezas, à maneira do lidador que aproveita o obstáculo para atingir os seus mais altos objetivos, e então terás convertido as inquietações do mundo em bem-aventuranças para a felicidade sem fim.” (Instrumentos do Tempo)
“Busquemos o amor fraterno, espontâneo, ardente e puro.” (Pão Nosso)
“Amemos e trabalhemos sempre, sem indagar; aprendamos com o mundo, com a vida, sem revolta e sem lágrimas.” (Intervalos)
“Valorizar os amigos, agradecendo-lhes o concurso; no entanto, nunca desprezar os adversários ou subestimar-lhes a importância.” (Ceifa de Luz)
“Conserva teu bom amigo, guarda a luz que recebeste. Não desrespeites na vida o prato onde já comeste.” (Cartilha da Natureza)
“Faça amizades desinteressadamente.” (Apostilas da Vida)
“Faze uma área de amor ao redor do próprio coração, porque só o amor é suficientemente forte e sábio para orientar-te a escritura individual, convertendo-a em compêndio de auxílio e esperança para quantos te seguem os passos.” (Mãos Unidas)
“Solicita a alegria do amor, através dos entes queridos que te rodeiam na existência, no entanto, reconheça que a felicidade dos amigos é diferente da tua, para que te não convertas em tirano do círculo afetivo.” (Assim Vencerás)
“Apaguemos a mentira, afeiçoando-nos à verdade que ampara e alimenta sem vergastar ou ferir.” (Doutrina de Luz)
“Tenhamos cuidado contra as tristezas e sombras esterilizadoras. Má-vontade, queixas, insatisfação, leviandades, não integram o quadro dos trabalho que o Senhor espera de nossas atividades no mundo. Mobilizemos nossos recursos com otimismo e não nos esqueçamos de que o Pai ama o filho que contribui com alegria.” (Pão Nosso)
Bem, por hoje chega...
Próximos passos:
1) Começar a ler o Nosso lar pela 45.742º vez e terminar dessa vez. O filme estréia em Junho.
2) Levar a Camis e T.B. para ver também!!!
Aline Bridget
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Seja como for, seja sempre meu amor...
E, mesmo com toda a alegria em meu coração, me dá choro sempre que lembro.
Hoje é aniversário do ser que me ensinou o que é o amor no seu sentido mais puro e desinteressado.
O bebê que tem a capacidade de me ensinar como tentar ser uma adulta de verdade.
Meu amor, minha delicia cremosa de morango com pedaços inteiros de chocolate Nestle.
Feliz Aniversário, ThiThi!
E seja como for, seja sempre meu amor!
Aline Bridget
Obs.: Hoje é dia de cantarmos:
"Hoje sinto que estou muito grande
sinto mesmo que cresci bastante
Sinto mesmo que sou um gigante
Do tamanho de um elefante
É que hoje é meu aniversário
E eu me sinto bem maior
Bem maior
bem maior
do que eu era antes..."
domingo, 11 de abril de 2010
Sobre um domingo gelado
E sem tristeza, eu apreciei o silêncio. Paz, Serenidade, solidão.
Vi em mim uma seriedade e uma sobriedade que não via há tempos. Tanta correria me deixou meio fora de eixo.
Precisei de tratamento de choque: Edredon, Charlie Chaplin e balas de goma. Hoje nem Thiago salvaria minha vida. Precisava mesmo de um momento dentro de mim.
Tive um insight muito importante nessa ultima semana e falarei dele em breve. Agora estou no momento decisão pós insight. Prefiro não falar ainda, amadurecer melhor a idéia.
O fato é que hoje vi com olhos sérios sem piadas minha própria vida.
E, ao contrário de sempre (virginiana como sou, a critica comigo mesmo seria dura), eu gostei do que vi. Gostei do que sou e gostei da minha luta.
Na minha familia, as mulheres nascem guerreiras; nascem com vida longa, nascem sem medo do trabalho, sem medo de amar, sem medo de se amar, sem medo de homens e sem depender deles. Eu me lembrei que sou uma Alves. Uma dessas ai. Eu vi minhas preguiçinhas como defeitos que preciso corrigir. Mas vi que sou uma Alves sem medo do ócio.
Eu vi com olhos sérios minha relação com Deus.
Não me senti prepotente: acho que seria falsa modéstia dizer que nada sei. Deus me dá lições lindas todos os dias com todas as dificuldades. Dizer: não sei nada da vida! é a mesma coisa que dizer que Deus não me ensina nada. E estou aqui para aprender. Aprendi bastante e tenho muito a aprender.
Minha relação de aprendiz-professor, minha relação de amor, respeito e energia com Deus me deixou feliz. Uma critica dura a menos.
Eu vi com olhos sérios minhas relações pessoais.
E briguei um pouco comigo pela minha estratégia militar de "ensinar" meus amores a serem fortes. Não devo mais fazer isso: cada um tem seu jeito certo de aprender. Não devo mais apresentar soluções para os problemas de seu ninguém. Sou sempre eu que saio como a bruxa má da história porque digo a verdade. Julgar, eu julgo mesmo. Tenho cérebro para isso. Para julgar o certo e o errado, separar os dois, categorizar e não errar mais! Não condeno ninguém. Apresento minha opinião. Mas terei mais tato.
Eu vi com olhos sérios o filme Tempos Modernos do Chaplin.
E me senti como ele na minha vida profissional... Uma critica dura a mais. Mais uma prioridade de coisas a consertar.
Mas isso vai ficar para outro post, porque agora preciso estudar para mais uma semana pauleira de provas.
Aline Bridget
Obs.: Do Strike:
Eu vou bem mais além
Nada pode me impedir
A Alma é nobre
O Santo é forte
Não vão me explodir...
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Texto para uma debutante feliz...

quarta-feira, 7 de abril de 2010
Sobre Preconceitos...
Aline Bridget diz: Não vou aceitar nada, nem me venha com essas musicas infelizes, mega tristes. Camila diz: Ai sua chaaaaaataaaaaaaaaaaaaaaa.... é muito legal! Ouve, ouve, ouve!
Aline Bridget diz: Não vou ouvir nadaaaaaaaaaaaa. Essa banda tem nome de sorvete do Mc. Não quero saber.
Camila diz: O sorvete é Mc Flurry.
Aline Bridget diz: Pois que seja! Não vou ouvir essa musica da banda Mc Flurry. Ponto final. bjos.
Rotina comum no nosso dia a dia “msnico”. Quem ler não imagina: estamos a cerca de um metro de distância uma da outra. Essa mania dela de me mandar musica adolescentes tristes me enlouquece. E as vezes me surpreende.
Sábado ela completa 15 anos de vida. O que eu me pergunto é porque o tempo passou tão rápido? Engulo a pergunta e prossigo. O fato é que estive ouvindo a seleção de músicas que ela escolheu para mixagem. Algumas já exclui sem que ela perceba, mas uma fofíssima me chamou a atenção.
Ouvi no ônibus, repeti duas vezes porque não acreditei que aquele tipo de musica pudesse agrada-la. Pois é, agrada.
Minha surpresa maior foi quando li o nome do “cantor”. Adivinharam, né? McFly. Hehehe.
Meus preconceitos sempre me levam a isso, a esses micos.
A lição que fica é que as vezes eu fecho minha cabeça em meus “amores”. Justo eu, uma comunicadora (ou quase isso). Juro que vou tentar ouvir de tudo e absorver de menos.
Juro que vou variar mais as musicas de meu repertório. Os filmes, os livros, os passeios e até as pessoas.
Juro que usarei mais a criatividade que sei que existe em mim.
Aline Bridget
Ps.: A tradução não colocarei. A melodia é bonitinha mas a letra, honestamente não me diz muito não... Um passo de cada vez, né? Segue a melodia...
terça-feira, 6 de abril de 2010
O Som da Alma
Eu sou Iemanjá
Se eles matam o bicho
Eu tomo banho de mar
Com o corpo fechado
Ninguém vai me pegar
Lado A lado B
Lado B lado A...
No bê abá da chapa quente
Eu sou mais Jorge Ben
Tocando bem alto
No meu walkman
Esperando o carnaval
Do ano que vem
Não sei se o ano
Vai ser do mal
Ou se vai ser do bem
O que te guarda a lei dos homens
O que me guarda a lei de Deus
Não abro mão da mitologia negra
Para dizer que
Eu não pareço com você
Há um despacho
Na esquina pro futuro
Com oferendas
Carimbadas todo dia
E eu vou chegar
Pedir e agradecer
Pois a vitória de um homem
As vezes se esconde
Num gesto forte
Que só ele pode ver...
Eu sou guerreiro
Sou trabalhador
E todo dia vou encarar
Com fé em Deus
E na minha batalha
Espero estar bem longe
Quando o rodo passar!
Espero estar bem longe
Quando tudo isso passar..."
(Enquanto espero o blog musical mais esperado do ano ficar pronto, posto aqui algumas de minhas paixoes sonoras que dizem algo sobre meu momento. Essa aí é daquela banda que escolhi para ser parte de mim para sempre. Afinal, para ter meu amor, tem que valer a pena, né? Modéstia é meu sobrenome, claro! O Nome dela é Lado B, Lado A, do album que leva o mesmo nome, antiguinho já mas um dos que mais amo - Dele saiu "Favela", "Na Palma da Mão" e a que mais amo "Me deixa". Então é isso. Obrigada, O Rappa... Por acompanhar todos os meus momentos. Sucesso!)
Os mais sinceros votos
deixaria aceso o sentimento de amar a vida dos seres humanos.
A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo a fora.
Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.
A capacidade de escolher novos rumos.
Deixaria para você, se pudesse, o respeito aquilo que é indispensável.
Além do pão, o trabalho.
Além do trabalho, a ação.
E, quando tudo mais faltasse, um segredo:
o de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída"
(Gandhi)
sábado, 3 de abril de 2010
Chuva, Chuvisco, chuvarada...
Você não a sente, mas enxerga o tempo fechado de mãos atadas.
Olhando de cima, a chuva é só uma fumaça inofensiva que impede de ver o outro lado da situação. A chuva, tão intensa, tão perigosa e tão molhada, olhada daqui, é apenas nevoa.
Assim são as lagrimas.
Quando se olha de “cima”, quando se permite olhar com verdade e imparcialidade a tristeza, fica fácil ver: apenas um véu encobrindo a realidade. Apenas um torpor. A chuva, as lágrimas...uteis para a Terra, úteis para entender o que há no coração... Apenas o torpor que impede de ver a verdade, a VIDA de verdade.
Essa que caminha na contra mão do sentimento de culpa, de vitima, de sofrimento.
Essa vida de verdade que entra no coração das pessoas que têm sempre o tempo aberto e o céu azul.
Aqui de cima onde estou, vejo a chuva em minha vida em momentos isolados.
Tristezas com motivos e outras nem tanto. Chuvas torrenciais e chuvas de verão.
Dores de perdas nunca superadas (serão sempre tempestades) e dores por carência e excesso de expectativa nas pessoas.
Vejo chuvas isoladas em tardes ensolaradas. E me vejo de novo em pleno verão.
Olhando de cima, a chuva embeleza.
Momentos tristes algumas vezes são responsáveis por momentos de pura elucidação.
Momentos tristes unem corações e enlaçam almas.
Momentos tristes são uteis para que a raça humana não viva como raça de boboloides, rindo a toa sem motivo e sem por que.
E momentos tristes devem ter a duração exata para depois morrer. Excesso de chuva, aqui na metrópole, causa apenas inundações que atrapalham e causam danos irreparáveis.
A chuva deve durar, cair e escoar. Não deve encontrar “Bocas de lobo” cheias de lixo impedindo a passagem da água.
As lagrimas devem cair livremente, sem encontrar mágoas que a impeçam de cessar. Nada de inundações de sentimentos ruins!
Um dia de cada vez, sempre.
O dia de hoje?
Bem, o céu está aberto e há muito céu azul em meu coração. A melhor parte de mim me mostra o amor como o melhor caminho para driblar a falta de tempo. Sem guarda chuva: pronta pro que acontecer. Sequer consultei os metereologistas.
Saindo da metáfora, acabei de descer e cai uma chuva torrencial em São Paulo.
Paulistas do alto de seus prédios não verão com clareza, assim como eu não vi.
Mas não tem problema, pois quando muito chove lá fora, eu ainda posso olhar para dentro. E o que vejo aqui é claro, é real e é concreto.
Todo o resto? Apenas quimeras.
Aline Bridget
Ps.: O titulo é de uma musica do Cocoricó que cantavamos muito, o Thiago e eu, antes de ele se apaixonar pelo palavra cantada...
Chove, mas como chove.
Chuva, Chuvisco, Chuvarada.
Porque é que chove tanto assim?
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Doces confusões...
- Vó, onde a sra. vai toda arrumada?
- Vou fazer café pro pessoal que vai trabalhar, uai.
- Vó, é meia noite, hora de dormir!
- Que dormir o que... você é maluca, Aline.
...
- Rita, levantou tão cedo...
- Vó, eu ainda não dormi... acabamos de chegar da faculdade, é meia noite.
- O que???? Mais eu já dormi tanto...
- Vem vó, vamos tomar um cházinho de camomila para dormir mais um pouquinho.
(Dia seguinte, de manhã...)
- Aline, essa "facurdade" que você ta fazendo é pra ser médica? Fez um chá tããão gostoso que 'minhas dor até passou'.
- Tô fazendo faculdade de fazer chá, vó.
E ela até engasga de rir.
Cenas como essa têm sido comum aqui em casa. Doces confusões, doces esquecimentos.
Cenas que enternecem. Cenas que nos unem ainda mais.
Passamos por perrengues no inicio do ano mas hoje, tirando umas leves confusões quanto a horários e alguns fatos, todo o resto segue normalmente.
Hoje foi dia do tradicional bacalhau da sexta feira santa. Já há alguns anos a procissão foi abolida das práticas da igreja da comunidade local. De qualquer forma, não conseguiriamos segui-la esse ano: Nossa fé pelo simbolismo dessa data fica demonstrada em nossas orações e em nossa gratidão pelos ensinamentos desse mestre que teve uma morte dolorosa, mas que muita coisa nos ensinou.
Hoje ela até bebericou um pouco de vinho tinto. Disse que não entende como podemos beber, a sensação é horrível.
Ela é uma mulher linda, uma mulher forte, uma mulher que sabe rir de si mesma.
Ela me ensina a viver, ela me mostra o lado certo das coisas e não há duvidas de que é por ela que tudo isso existe.
Amo você, Vó.
Aline Bridget