sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz 2011!

AMANHÃ SERÁ UM LINDO DIA...

Aline Bridget.

domingo, 26 de dezembro de 2010

O anjo de 2011

MIKAEL OU MIGUEL - REGENTE DE MERCURIO
Salmo 118 - elemento: fogo sutil (Espada/Balança)
Seu nome significa "Príncipe da Luz", grito de batalha. Comandante do Exército Celeste. Controla as chamas, quando acender uma vela peça para queimar tudo que é passageiro e permissão para o eterno brilhar.
Preside também os raios solares.
Os raios solares destroem as trevas e trazem a luz.
Padroeiro dos policiais, Arcanjo da coragem, defende e protege.
Hierarquia angelical - Arcanjos - Ancora com flores.
São os lideres entre os anjos, os generais do céu.
Estão ligados aos espíritos planetários.
Auxiliam os homens nas situações de perigo físico.

é, vai ser um ano de Luz... E vai ser um ano de muita saudades também, assim como está sendo esse momento em que acabo de ler o texto acima.

Te encontrarei em algum lugar, bichinho da goiaba.

Com todo amor,

Aline Bridget

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Carta ao bom velhinho (agora de verdade)

Querido Papai Noel,

Sei que já fiz muitas gracinhas com relação ao seu nome e meu possível pedido. Mas dessa vez, essa carta é a verdadeira que escrevi em cima da hora.

Sei também que comprar um presente assim, na véspera, seria impossível, por isso fique tranqüilo Papai Noel: não vai precisar encarar shoppings ou 25 de março porque não quero nada material.

Esse ano eu tentei de todas as formas ser uma boa menina. Mas com tanta torcida contrária, remando contra a maré, eu tive que ser o que deu pra ser sem exigir demais dos meus tão cansados corpo e mente. Diria até alma mas seria drama demais. Já te disse que não fiz xixi na cama e deixei quase tudo no lugar. Revi com carinho todos os meus amores. Joguei alguns fora pois não eram amores. Arrumei novos. Matei a saudades e guardei de novo aquele mais querido de novo. E vivi esse ano da melhor forma que pude.

Sei que o Sr. Dirá:

- Ho Ho Ho, você foi atrapalhada, menina.

É, papai Noel. Eu sempre serei.

Então de presente nesse Natal lindo de viver, quero te pedir apenas duas coisas:

1) Força renovada. A minha está muito perdida em meio a tantas confusões.

2) Discernimento necessário para não viver tantas tormentas em vão. E aprender tudo o que precisar com todas elas.

Obrigada por sempre lembrar-se de mim que já nem sou tão criança e inocente assim, Papai Noel.

Doe seu amor e sua alegria em forma de presentes para todas as crianças do mundo: elas merecem. Presenteie também aquelas crianças tão minhas que foram morar com o Papai do Céu.

Um Feliz Natal, querido!

Com amor, da eterna menina,

Aline Bridget

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Era uma vez...


Parecia utópico no mundo feliz da imaginação. Mas não foi tombo dos grandes não.
Parecia covardia, cena de novela ou de um livro dramático qualquer. Mas dessa vez, a mocinha da história não tinha tanta paciência para chorar pelos cantos.
Olhando longe, essa mocinha sabe disfarçar olheiras, sabe enxugar o próprio choro, sabe se defender.
Olhos positivos: com o tempo, a mocinha da história percebeu que tudo melhora e que aquilo que a avó dela diz na mesa do café é a pura verdade: Cada um tem o que merece!

Parecia utópico e para essa moça é a realidade com a qual ela tem que se adequar: existe maldade. Existem pessoas que acham que viver é brincadeira. Existem seres que ignoram a lei de ação e reação.

Parecia difícil no mundo cor de rosa e vazio da imaginação da moça. Mas agora está claro: a maldade existe mas existe também a firmeza de caráter, a capacidade de sair de situações negativas, a energia positiva e o amor que flui pelos poros. E essa moça da história descobriu em meio a tanta maldade, medo, feiura e perseguições injustas a SUA própria força e a SUA própria capacidade de amar.

Agora, essa mocinha espera apenas uma nova novela onde, como sempre, não haverá atuação: será sempre ela, verdadeiramente. Mas dessa vez, nas condições e cenários que ela merece. Com novos atores. E novos aprendizados.

Quanto a mocinha, não sintam dó dela. Porque ela sou eu. E eu detesto que sintam pena de mim.

Aline Bridget

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Por causa da chuva


Na janela, apenas gotas que caem.
Tento concatenar idéias sem sucesso. Me concentro em contar as gotas mas me perco contando lágrimas, contando carneiros... O que são números?

Olhando de cima, a chuva é só névoa. Olhando de longe, é uma cortina intransponível. Estando na chuva como estou, olhando-a pela janela de um carro qualquer, a chuva parece um choro. Ora um choro daqueles desesperados. Ora um choro silencioso cheio de tristeza. A névoa no vidro não me deixa enxergar nada.

Eu contei e recontei mas fui vencida: há tristezas que por mais tentemos controlar e parametrizar, nos fogem pelos dedos.

Eu não sou exatamente uma pessoa fraca. Aprendi a me virar e reforçar e, chorando na rampa, aprendi a sobreviver. Mas hoje, até eu pediria ajuda. Até eu ia precisar de um colo, um lenitivo, um bom motivo, uma saída.

Andar na chuva é como mergulhar em si mesmo... Estou totalmente encharcada e vejo nitidamente cada parte da minha tristeza e da minha forma imperfeita de ser.
Estou cansada e ainda não cheguei em lugar nenhum. Pior é pensar que pelo visto, ainda vai chover por um bom tempo.

Aline Bridget

domingo, 12 de dezembro de 2010

Reflexão

"Aceitar o pessimismo é aceitar a derrota. O otimista enxerga com mais clareza as oportunidades e vive melhor e com mais confiança os seus dias."

sábado, 11 de dezembro de 2010

Amores incomuns (E o meu)


Certas relações são assim... dos altos e baixos.
Da paixão ao ódio misturado com um pouco de mágoa, admiração e atração.
Certos amores nascem certos, vivem tortos e de aleijados, nunca morrem. Sobrevivem, a espera de um bom motivo para acreditar novamente. Ou quem sabe uma nova briga. Ou quem sabe, a espera da morte, eutanásia, sabe-se lá a espera de quê.

Certos amores aquecem a alma. Mas que calores pelo corpo, nos fornecem alegria para viver e lenitivo para qualquer micro problema.
Não há indícios de tão grande felicidade em um amor como esses: é muito comum em novelas, subentendido em cada olhar e totalmente feliz em qualquer the end.
Na vida real, os personagens são bem mais orgulhosos e preguiçosos para tentar. Tentar fazer um amor dar certo dá trabalho: Nos contos de fadas, tudo flui! Queremos um amor que flua!

E com isso, a gente cala os sentimentos. As vezes, um ex marido, do qual não precisamos, mas fazemos questão de brigar por uma pensão. Um vizinho com seu cachorro insuportável. Um ex que a gente cisma em perseguir nas redes sociais. Pessoas que a gente mantém por perto de forma doentia. A gente faz isso de forma automática sem nunca se perguntar o porque de tresloucadas atitudes. Eu digo: a gente faz isso porque no fundo, lá no fundo, algum sentimento nos impulsiona. Uma paixão mal resolvida, alguma vontade sobressalente talvez até mesmo o amor.
Escondido e incompreendido amor.

E o outro?
Bem, para o outro deve ser difícil olhar para uma pessoa tão atrapalhada aos seus pés, fazendo o possível e o impossível por um segundo de atenção. Na briga, na alegria, na saúde e na doença: conheço pessoas que são capazes de adoecer por um pouco de atenção do ser amado.
Deve ser difícil mas há indícios de que muitas vezes, essas atitudes são motivadas pelo “outro”. Apaixonado ou egocentrado. Estar numa relação (falo de relação de verdade e não de paixonites platônicas) como essa é sinal de que o “outro” alimenta atitudes passionais e quando não as corresponde. Por amor. Ou para massagear o próprio ego?
Questões que nunca saberão, as partes mais apaixonadas das situações.
O que eu sei é que conheço histórias dessas, ouço e vejo muito aqui no vilarejo onde moro.
Vejo amores que a gente nota no olhar: e tem sempre um mais durão que insiste no não.
Vejo casais que mais parecem lutadores de boxe.
E vejo um sentimento muito bonito brotando em cada ato, intimo demais, carinhoso demais: quem está de fora vê com mais facilidade as infinitas possibilidades de felicidade que dois, com óculos sujos de tanta mentira e medo, acabam não enxergando.


Escrevo esse texto me inspirando em meu próprio coração: aqui vive um amor ora no tatame, ora no motel, ora no altar, ora no céu.
Quem poderia me julgar?
Tamanho sentimento é tão lindo e tão leve que me permite viver o que eu tiver que viver. Como se o que prendesse fosse um corda imaginária, invisível e que não incomoda. Imperceptível.
Se volto, se será eterno, se um dia... Seja um dia hoje, amanhã ou daqui a vinte anos, faço questão de não saber.


Sei que amo e que vivo diversas formas de amor.
E por ora, isso basta.

Aline Bridget

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Parabéns!


Ela quer olhar nos olhos
E sorrir com alegria verdadeira
Ela quer abraços apertados
E fraternos desejos de bons dias
Ela quer beijos longos
E a certeza de corações entregues
Ela quer amor a noite toda
E dormir abraçada se refazendo do cansaço.

Ela está cansada da feiura dos sentimentos
E das faces quase mansas que a falsidade apresenta
Ela está farta de tanta mentira
E as vassouras de seu coração já não aguentam mais varrer tanto lixo:
Há lixo nas ruas, nas casas, nos corações, nos pensamentos e nas palavras

E ela, quer apenas um pouco de limpeza
Uma amizade sincera, uma esperança renovada
A leveza do branco sem poeira
O calor que aquece sem queimar

Ela está cansada de perder tempo
Ela quer amor de verdade,
Homens que queiram fazer planos.
Ela quer planejar e colocar em prática
Cada passo de uma vez...

Ela sabe o que quer e quer pouco: Nada além de ser feliz
Seguir as regras e inventar novas
Ela quer sorvete e chocolate mas não todos os dias
Ela quer trabalhar naquilo que acredita
Ela quer despertar sorrisos e não suspeitas
Ela quer acreditar... Ela sempre tenta acreditar!

Ela tem fé, tem saúde, tem vontade e tem força
Como vês: ela tem quase tudo. Só lhe faltam oportunidades.
Ela precisa de portas que se abram sem que seja preciso implorar ou abrir a pontapés
Ela precisa de portas cujos interiores precisem de pessoas verdadeiras sem medo do trabalho
Ela precisa de portas que acolham pessoas que, como ela, precisam antes de mais nada, da MUDANÇA.

Ela é minha chefinha. E hoje é o dia dela!

Lu,

Feliz Aniversário!
Que seu novo ciclo seja aquele de colher o que foi plantado.
Que seja o ciclo da mudança, do amor, da justiça e da alegria.

Um beijo grande.

Com amor,

Aline Bridget

sábado, 4 de dezembro de 2010

Diálogo

Avó: Quando eu era nova, ia para o baile com meu melhor (e único) vestido e com os sapatos na mão... Andava o caminho todo descalça e, perto de chegar ao baile, lavava os pés no rio, calçava o sapato e ia para o baile. Foi em um baile que conheci seu avô, namorei um ano e meio, casei após esse período e fui feliz para sempre com o homem da minha vida. Havia respeito e muito amor naquela época e etc.

Neta: Eu, em dias de ir para "baile" acordo bem cedo. Depilo as pernas, virilhas, sobrancelhas, buço e axilas. Tomo banho, faço esfoliação, hidrato os cabelos, faço unhas dos pés e unhas das mãos. Fico sem comer nada o dia todo para a roupa ficar boa no corpo. Tiro hidratante do cabelo, lavo, seco, estico, puxo, passo maquiagem, coloco a roupa, sapato alto, passo perfume importado e vou.
É, vó. Eu faço tudo isso e não consigo nem um beijo na boca, fico aqui, encalhada. Respeito? Amor? Difícil...

Avó: hahahahahaha

Neta: =[

Aline Bridget

Obs.: Transcrevi exatamente minha conversa com minha velhinha linda em 03/12/2010. É, Vó, Os tempos mudaram.