
Certas relações são assim... dos altos e baixos.
Da paixão ao ódio misturado com um pouco de mágoa, admiração e atração.
Certos amores nascem certos, vivem tortos e de aleijados, nunca morrem. Sobrevivem, a espera de um bom motivo para acreditar novamente. Ou quem sabe uma nova briga. Ou quem sabe, a espera da morte, eutanásia, sabe-se lá a espera de quê.
Certos amores aquecem a alma. Mas que calores pelo corpo, nos fornecem alegria para viver e lenitivo para qualquer micro problema.
Não há indícios de tão grande felicidade em um amor como esses: é muito comum em novelas, subentendido em cada olhar e totalmente feliz em qualquer the end.
Na vida real, os personagens são bem mais orgulhosos e preguiçosos para tentar. Tentar fazer um amor dar certo dá trabalho: Nos contos de fadas, tudo flui! Queremos um amor que flua!
E com isso, a gente cala os sentimentos. As vezes, um ex marido, do qual não precisamos, mas fazemos questão de brigar por uma pensão. Um vizinho com seu cachorro insuportável. Um ex que a gente cisma em perseguir nas redes sociais. Pessoas que a gente mantém por perto de forma doentia. A gente faz isso de forma automática sem nunca se perguntar o porque de tresloucadas atitudes. Eu digo: a gente faz isso porque no fundo, lá no fundo, algum sentimento nos impulsiona. Uma paixão mal resolvida, alguma vontade sobressalente talvez até mesmo o amor.
Escondido e incompreendido amor.
E o outro?
Bem, para o outro deve ser difícil olhar para uma pessoa tão atrapalhada aos seus pés, fazendo o possível e o impossível por um segundo de atenção. Na briga, na alegria, na saúde e na doença: conheço pessoas que são capazes de adoecer por um pouco de atenção do ser amado.
Deve ser difícil mas há indícios de que muitas vezes, essas atitudes são motivadas pelo “outro”. Apaixonado ou egocentrado. Estar numa relação (falo de relação de verdade e não de paixonites platônicas) como essa é sinal de que o “outro” alimenta atitudes passionais e quando não as corresponde. Por amor. Ou para massagear o próprio ego?
Questões que nunca saberão, as partes mais apaixonadas das situações.
O que eu sei é que conheço histórias dessas, ouço e vejo muito aqui no vilarejo onde moro.
Vejo amores que a gente nota no olhar: e tem sempre um mais durão que insiste no não.
Vejo casais que mais parecem lutadores de boxe.
E vejo um sentimento muito bonito brotando em cada ato, intimo demais, carinhoso demais: quem está de fora vê com mais facilidade as infinitas possibilidades de felicidade que dois, com óculos sujos de tanta mentira e medo, acabam não enxergando.
Não há indícios de tão grande felicidade em um amor como esses: é muito comum em novelas, subentendido em cada olhar e totalmente feliz em qualquer the end.
Na vida real, os personagens são bem mais orgulhosos e preguiçosos para tentar. Tentar fazer um amor dar certo dá trabalho: Nos contos de fadas, tudo flui! Queremos um amor que flua!
E com isso, a gente cala os sentimentos. As vezes, um ex marido, do qual não precisamos, mas fazemos questão de brigar por uma pensão. Um vizinho com seu cachorro insuportável. Um ex que a gente cisma em perseguir nas redes sociais. Pessoas que a gente mantém por perto de forma doentia. A gente faz isso de forma automática sem nunca se perguntar o porque de tresloucadas atitudes. Eu digo: a gente faz isso porque no fundo, lá no fundo, algum sentimento nos impulsiona. Uma paixão mal resolvida, alguma vontade sobressalente talvez até mesmo o amor.
Escondido e incompreendido amor.
E o outro?
Bem, para o outro deve ser difícil olhar para uma pessoa tão atrapalhada aos seus pés, fazendo o possível e o impossível por um segundo de atenção. Na briga, na alegria, na saúde e na doença: conheço pessoas que são capazes de adoecer por um pouco de atenção do ser amado.
Deve ser difícil mas há indícios de que muitas vezes, essas atitudes são motivadas pelo “outro”. Apaixonado ou egocentrado. Estar numa relação (falo de relação de verdade e não de paixonites platônicas) como essa é sinal de que o “outro” alimenta atitudes passionais e quando não as corresponde. Por amor. Ou para massagear o próprio ego?
Questões que nunca saberão, as partes mais apaixonadas das situações.
O que eu sei é que conheço histórias dessas, ouço e vejo muito aqui no vilarejo onde moro.
Vejo amores que a gente nota no olhar: e tem sempre um mais durão que insiste no não.
Vejo casais que mais parecem lutadores de boxe.
E vejo um sentimento muito bonito brotando em cada ato, intimo demais, carinhoso demais: quem está de fora vê com mais facilidade as infinitas possibilidades de felicidade que dois, com óculos sujos de tanta mentira e medo, acabam não enxergando.
Escrevo esse texto me inspirando em meu próprio coração: aqui vive um amor ora no tatame, ora no motel, ora no altar, ora no céu.
Quem poderia me julgar?
Tamanho sentimento é tão lindo e tão leve que me permite viver o que eu tiver que viver. Como se o que prendesse fosse um corda imaginária, invisível e que não incomoda. Imperceptível.
Se volto, se será eterno, se um dia... Seja um dia hoje, amanhã ou daqui a vinte anos, faço questão de não saber.
Sei que amo e que vivo diversas formas de amor.
E por ora, isso basta.
Aline Bridget
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Gostou do que leu? Não gostou e eu mereço uma crítica?
Tudo bem... talvez eu chore, mas eu ainda vou gostar de você
Escreva nesse quadradinho abaixo...E não esqueça de assinar...
Obrigada!