São dias que exigem um pouco de silêncio, um pouco de disciplina, um pouco de reclusão.
Esses dias tão tristes são sempre acompanhados de um lindo (e gélido) por-do-sol que a gente não tem coragem de levantar do sofá pra ver.
Esses dias tão silenciosos e parados são acompanhados de pensamentos que a gente não queria ter. E são escassos dos abraços que a gente precisaria ter.
Esses dias parecem fazer parar linhas telefônicas, operadoras de celular e provedores de internet. Não há como fugir pro mundo lá fora nesses dias em que nosso mundo pede um pouco de atenção.
E meu mundo, há tempos, está em estado de atenção. Sinais que meu corpo enviava e eu não percebia.
São dias esses que não matam nem ferem. Só intensificam a insatisfação e o desânimo que a gente já vem carregando por algum motivo que, intimamente, só a gente sabe.
São dias em que o melhor a fazer é esperar passar. Um agrado a si mesmo pode agravar. Silencio absoluto. Um bom livro, um filme qualquer talvez ajudem mas talvez induzam a maquiagem dos próprios sentimentos. Demora pouco até acontecer mais um dia desses.
O ideal é encarar o dia de frente. Sentar sozinho, sentir sozinho, chorar sozinho.
Certas situações são como becos sem saída e dessa vez não vou generalizar: falo por mim, pelas minhas situações sem saída.
Pensar numa solução pode parecer tempo perdido mas as vezes tudo que "a gente" tem de antidoto é um sonho.
Estou vivendo um dia "desses" e não sinto medo.
Amanhã será um novo dia. E amanhã eu começo um novo caminho que me levará para longe desses becos sem saída.
Aline Bridget
domingo, 31 de julho de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
Momento Musicado
"Que dia é hoje e de que mês?
O relógio nunca pareceu tão vivo
Eu não posso prosseguir
E eu não posso desistir
Tenho perdido tempo demais
O relógio nunca pareceu tão vivo
Eu não posso prosseguir
E eu não posso desistir
Tenho perdido tempo demais
Porque somos você e eu e todas as pessoas
Com nada para fazer
Nada para perder
E somos você e eu e todas as pessoas
E eu não sei por quê
Não consigo tirar meus olhos de você
Com nada para fazer
Nada para perder
E somos você e eu e todas as pessoas
E eu não sei por quê
Não consigo tirar meus olhos de você
Todas as coisas que quero dizer
Não estão saindo direito
Eu estou tropeçando nas palavras,
Você deixou minha mente girando
Eu não sei pra onde ir daqui
Não estão saindo direito
Eu estou tropeçando nas palavras,
Você deixou minha mente girando
Eu não sei pra onde ir daqui
Porque somos você e eu e todas as pessoas
Com nada para fazer
Nada para provar
E somos você e eu e todas as pessoas
E eu não sei por quê
Não consigo tirar meus olhos de você
Com nada para fazer
Nada para provar
E somos você e eu e todas as pessoas
E eu não sei por quê
Não consigo tirar meus olhos de você
Existe algo sobre você agora
Que não consigo compreender completamente
Tudo o que ele faz é bonito
Tudo o que ele faz é certo
Que não consigo compreender completamente
Tudo o que ele faz é bonito
Tudo o que ele faz é certo
Porque somos você e eu e todas as pessoas
Com nada para fazer
Nada para perder
E somos você e eu e todas as pessoas
E eu não sei por quê
Não consigo tirar meus olhos de você
Porque somos você e eu e todas as pessoas
Com nada para fazer
Nada para provar
E somos você e eu e todas as pessoas
E eu não sei por quê
Não consigo tirar meus olhos de você"
Com nada para fazer
Nada para perder
E somos você e eu e todas as pessoas
E eu não sei por quê
Não consigo tirar meus olhos de você
Porque somos você e eu e todas as pessoas
Com nada para fazer
Nada para provar
E somos você e eu e todas as pessoas
E eu não sei por quê
Não consigo tirar meus olhos de você"
(Tradução de You and Me - Lifehouse)
Nada pessoal, novamente.
Apenas uma música.
Música que aliás, define um sentimento de uma pessoa que eu conheço.
Aline Bridget
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Paixonite aguda
E a vida é assim, uma constante chatice.
Aprendemos, colocamos em prática, ensinamos.
Os mais sortudos, vivem dias alegres e calmos.
Os mais azarados vivem dias mais loucos, cheios de baixos e mais baixos ainda.
Enxergamos poucas das cores, percebemos poucos brilhos. Condicionamos a ver o cinza.
Até que alguém colore.
Até que chega um alguém cuja presença é aquarela rica em cores.
Dai, os mais sortudos passam a viver dias maravilhosos.
Os mais azarados conseguem manter o otimismo diante dos baixos e até vivem alguns altos.
E a vida, antes tão chata, ganha uma característica diferente, um encanto inovador.
Eu não sei o final feliz de uma história dessas. E fico feliz por ainda não ter vivido um final.
Mas conheço essa sensação a qual apelidei de paixonite aguda. E gosto.
Por ora, isso basta.
Aline Bridget
Aprendemos, colocamos em prática, ensinamos.
Os mais sortudos, vivem dias alegres e calmos.
Os mais azarados vivem dias mais loucos, cheios de baixos e mais baixos ainda.
Enxergamos poucas das cores, percebemos poucos brilhos. Condicionamos a ver o cinza.
Até que alguém colore.
Até que chega um alguém cuja presença é aquarela rica em cores.
Dai, os mais sortudos passam a viver dias maravilhosos.
Os mais azarados conseguem manter o otimismo diante dos baixos e até vivem alguns altos.
E a vida, antes tão chata, ganha uma característica diferente, um encanto inovador.
Eu não sei o final feliz de uma história dessas. E fico feliz por ainda não ter vivido um final.
Mas conheço essa sensação a qual apelidei de paixonite aguda. E gosto.
Por ora, isso basta.
Aline Bridget
quinta-feira, 14 de julho de 2011
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