E a vida é assim, uma constante chatice.
Aprendemos, colocamos em prática, ensinamos.
Os mais sortudos, vivem dias alegres e calmos.
Os mais azarados vivem dias mais loucos, cheios de baixos e mais baixos ainda.
Enxergamos poucas das cores, percebemos poucos brilhos. Condicionamos a ver o cinza.
Até que alguém colore.
Até que chega um alguém cuja presença é aquarela rica em cores.
Dai, os mais sortudos passam a viver dias maravilhosos.
Os mais azarados conseguem manter o otimismo diante dos baixos e até vivem alguns altos.
E a vida, antes tão chata, ganha uma característica diferente, um encanto inovador.
Eu não sei o final feliz de uma história dessas. E fico feliz por ainda não ter vivido um final.
Mas conheço essa sensação a qual apelidei de paixonite aguda. E gosto.
Por ora, isso basta.
Aline Bridget
sexta-feira, 22 de julho de 2011
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Priiiihhh,
ResponderExcluirReze por mim, para que eu tenha a inspiração de que preciso para escrever! Acredito que você tenha mais moral com o cara lá de cima do que eu! rs
Obrigada pelo carinho! Saudades de vc.
bjim
Fafalla Querida, inspiração você já tem só precisa entendê-la e colocá-la em prática o resto é consequência... Uma vez alguém me disse que essa é a melhor fase de tudo pois tudo se resume em borboletas na barriga...
ResponderExcluirT.B.
Não fosse pretensão demais, eu diria que fui eu quem disse uma sandice dessas porque para mim, a fase mais linda de uma paixonite qualquer, é essa do encantamento, do poder das bolhas de sabão, do inferno das borboletas na barriga...=)
ResponderExcluirObrigada pela visita, Tati Brito an
Bjim
...ônima. (Certos comentários se postam antes de me deixar terminar)
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