sexta-feira, 22 de julho de 2011

Paixonite aguda

E a vida é assim, uma constante chatice.
Aprendemos, colocamos em prática, ensinamos.
Os mais sortudos, vivem dias alegres e calmos.
Os mais azarados vivem dias mais loucos, cheios de baixos e mais baixos ainda.

Enxergamos poucas das cores, percebemos poucos brilhos. Condicionamos a ver o cinza.

Até que alguém colore.

Até que chega um alguém cuja presença é aquarela rica em cores.

Dai, os  mais sortudos passam a viver dias maravilhosos.
Os mais azarados conseguem manter o otimismo diante dos baixos e até vivem alguns altos.
E a vida, antes tão chata, ganha uma característica diferente, um encanto inovador.

Eu não sei o final feliz de uma história dessas. E fico feliz por ainda não ter vivido um final.
Mas conheço essa sensação a qual apelidei de paixonite aguda. E gosto.

Por ora, isso basta.

Aline Bridget

4 comentários:

  1. Priiiihhh,
    Reze por mim, para que eu tenha a inspiração de que preciso para escrever! Acredito que você tenha mais moral com o cara lá de cima do que eu! rs
    Obrigada pelo carinho! Saudades de vc.

    bjim

    ResponderExcluir
  2. Fafalla Querida, inspiração você já tem só precisa entendê-la e colocá-la em prática o resto é consequência... Uma vez alguém me disse que essa é a melhor fase de tudo pois tudo se resume em borboletas na barriga...

    T.B.

    ResponderExcluir
  3. Não fosse pretensão demais, eu diria que fui eu quem disse uma sandice dessas porque para mim, a fase mais linda de uma paixonite qualquer, é essa do encantamento, do poder das bolhas de sabão, do inferno das borboletas na barriga...=)
    Obrigada pela visita, Tati Brito an

    Bjim

    ResponderExcluir
  4. ...ônima. (Certos comentários se postam antes de me deixar terminar)

    ResponderExcluir

Gostou do que leu? Não gostou e eu mereço uma crítica?
Tudo bem... talvez eu chore, mas eu ainda vou gostar de você
Escreva nesse quadradinho abaixo...E não esqueça de assinar...
Obrigada!