Sempre fui apaixonada por leitura desde pequenina, quando lia gibis do Chico Bento (meu personagem preferido até hoje). Fui crescendo e lendo livros juvenis que emprestava na biblioteca do colégio (fofíssimos, aliás) e alguns livros de adultos de minha tia.
Um desses livros me chamou atenção desde muito cedo pelas figuras, pelo título e pelo tamanho: eu leria bem rápido! Era o Pequeno Príncipe do Antoine de Saint Exupery.
Eu o li diversas vezes durante minha infância e adolescência e vim a entender o sentido dele agora, depois de velha.
Eu acabei de ler pela 5903 vez. E estou com o coração apertado e os olhos inchados de tanto chorar. De novo.
Eu nunca sei se choro porque a história é triste, se choro pelos amigos que eu também cativei e abandonei, se choro porque perdi a criança que havia em mim.
Eu nunca entendo.
Hoje chorei porque há milhões de campos de trigo em minha mente.
E milhões de estrelas rindo
Chorei porque sei que minha flor também tem só quatro espinhos de nada. E também sei que foi o jeito de minha flor e minha expectativa sobre ela que me fizeram ficar tão longe que agora não posso mais protege-la dos perigos. E ela tem só quatro espinhos de nada!!
Chorei pelas raposas que cativei e abandonei.
Chorei porque conheci pessoas que deixaram o corpo pesado para trás para irem atras da felicidade em outros lugares longe do planeta terra. Chorei tanto de saudade!
Chorei porque conheço reis de ninguém.
Chorei porque conheço bêbados.
Chorei porque conheço pessoas que se julgam tão importantes que são como cogumelos.
Chorei porque conheço vaidosos e não gosto de elogia-los.
Chorei porque as vezes deixo meus vulcões explodirem
Chorei porque as vezes me sinto pequena e vazia
Chorei porque sempre me consolo.
E chorei porque esse livro me faz chorar.
Parece uma desgraça de livro, mas é o livro mais lindo que há em meu mundo.
É um livro que me liberta dos meus medos de parecer ridicula.
É um livro que me liberta para ser eu mesma em qualquer circustância
É um livro que me mostra que curiosidade é de certo modo saudável.
E é por isso que é meu livro preferido na vida!
Muitos dirão que é infantilidade, que não se lê tantas vezes um mesmo livro, que não se aprende tanta coisa com uma estória.
Provavelmente por não conhecerem a grandiosidade da estória.
Provavelmente porque não são iguais a mim.
Pois eu digo para finalizar que, assim como foi o tempo que o pequeno príncipe perdeu com a rosa que tornou a rosa importante, é o tempo que gasto com esse livro que faz dele parte de mim.
E faz de suas lições parte do que eu sou.
Esse livro é como o pôr do sol para mim (E a gente sempre gosta de ver o Pôr do sol quando se está muito muito triste)
Então é isso.
Fica a dica para quem usa o coração que leva no peito: Leia Exupery.
beijos me liguem no verão,
Aline Bridget Alves
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
A música da minha vida (Todos temos uma, não é mesmo?)
Sei que tenho mais enchido linguiça aqui (linguiça não tem mais trema), mas é que ando meio sem idéia, sem cabeça e sem tempo para escrever.
Ando feliz com as pequenas coisas e preocupada com as grandes coisas. Acho de fato que estou normal.
Hoje, uma música me fez dar aquele meio sorrisinho de quem entende uma piada que ninguém entende.
Então, esse post vai para o motorista, o cobrador e todos os passageiros do ônibus dessa manhã que me viram rir e não entenderam nada.
A música que ouvi é a música da minha vida.
A música que causará discórdia no dia do meu casamento.
A música do amor que sinto, que senti e que espero sentir sempre (pela pessoa certa sempre).
A música é essa:
"Teu!
Todo teu
Minha!
Toda minha
Juntos essa noite
Quero te dar todo meu amor...
Toda!
Minha vida
Eu te procurei
Hoje sou feliz
Com você que é tudo
O que sonhei...
Oooohhhh!
Eu te amo!
Oooohhhh!
Eu te amo meu amor
Oooohhhh!
Eu te amo!
E o meu sangue ferve
Por você
Você me enlouquece
Você é o que quero
Eu sou prisioneiro
Prisioneiro
Desse seu amor...
Toda!
Minha vida
Eu te procurei
Hoje sou feliz
Com você que é tudo
O que sonhei...
Oooohhhh!
Eu te amo!
Oooohhhh!
Eu te amo meu amor
Oooohhhh!
Eu te amo!
E o meu sangue ferve
Por você...
(O meu sangue ferve por você - Sidney Magal)
Bem é isso
beijos me liguem no verão,
Aline Bridget Alves
Ando feliz com as pequenas coisas e preocupada com as grandes coisas. Acho de fato que estou normal.
Hoje, uma música me fez dar aquele meio sorrisinho de quem entende uma piada que ninguém entende.
Então, esse post vai para o motorista, o cobrador e todos os passageiros do ônibus dessa manhã que me viram rir e não entenderam nada.
A música que ouvi é a música da minha vida.
A música que causará discórdia no dia do meu casamento.
A música do amor que sinto, que senti e que espero sentir sempre (pela pessoa certa sempre).
A música é essa:
"Teu!
Todo teu
Minha!
Toda minha
Juntos essa noite
Quero te dar todo meu amor...
Toda!
Minha vida
Eu te procurei
Hoje sou feliz
Com você que é tudo
O que sonhei...
Oooohhhh!
Eu te amo!
Oooohhhh!
Eu te amo meu amor
Oooohhhh!
Eu te amo!
E o meu sangue ferve
Por você
Você me enlouquece
Você é o que quero
Eu sou prisioneiro
Prisioneiro
Desse seu amor...
Toda!
Minha vida
Eu te procurei
Hoje sou feliz
Com você que é tudo
O que sonhei...
Oooohhhh!
Eu te amo!
Oooohhhh!
Eu te amo meu amor
Oooohhhh!
Eu te amo!
E o meu sangue ferve
Por você...
(O meu sangue ferve por você - Sidney Magal)
Bem é isso
beijos me liguem no verão,
Aline Bridget Alves
domingo, 6 de dezembro de 2009
Uma estória, uma canção...
"Há muitos anos atras, em meados do mês de Abril, num país distante daqui, Giovanna conheceu Zé Cartola.
Zé cartola era o um homem confuso e ao conhecer Giovanna ficou mais confuso ainda. Uma linda amizade repleta de cumplicidade e carinho nasce entre os dois que tornam-se inseparáveis.
No natal desse mesmo ano, Giovanna presenteia Zé Cartola com um presente atípico: um cd de uma banda brasileira chamada Os paralamas do sucesso!
Zé cartola entra no google e descobre a tradução de uma música que passa a definir seu sentimento por Giovanna.
O tempo passa veloz e, entre indas, vindas, brigas, descobertas e lindos momentos, a confusão de Zé Cartola e os erros de Giovanna os afasta. Não o bastante para fazer a história sumir.
Hoje, de volta ao começo, revivendo tudo o que haviam deixado para trás, Giovanna ouve no rádio aquela mesma música brasileira.
E, ironicamente, essa é a musica que ainda resume exatamente o que Giovanna sente por Zé Cartola e o que Zé Cartola sente por Giovanna.
E passe o tempo que passar, Zé Cartola e Giovanna serão sempre um casal unido pela alma. Estigmatizados. Como um karma, um dharma, uma sina, um destino.
A música de Giovanna e Zé Cartola é essa:
"Os livros na estante
Já não tem mais
Tanta importância
Do muito que eu li
Do pouco que eu sei
Nada me resta
A não ser
A vontade de te encontrar
E o motivo eu ja nem sei
Nem que seja só para estar
Ao teu lado só pra ler
No teu rosto
Uma mensagem de amor
A noite eu me deito
Então escuto
A mensagem no ar
Tambores runfando
Eu ja não tenho
Nada pra te dar
A não ser
A vontade de te encontrar
E o motivo eu ja nem sei
Nem que seja só para estar
Ao teu lado só pra ver
No teu rosto
Uma mensagem de amor
No céu estrelado
Eu me perco
Com os pés na terra
Vagando entre os astros
Nada me move
Nem me faz parar
A não ser
A vontade de te encontrar
E o motivo eu ja nem sei
Nem que seja só para estar
Ao teu lado só pra ler
No teu rosto
Uma mensagem de amor"
Bela história não?
Beijos, me liguem no verão
Aline Bridget Alves
Zé cartola era o um homem confuso e ao conhecer Giovanna ficou mais confuso ainda. Uma linda amizade repleta de cumplicidade e carinho nasce entre os dois que tornam-se inseparáveis.
No natal desse mesmo ano, Giovanna presenteia Zé Cartola com um presente atípico: um cd de uma banda brasileira chamada Os paralamas do sucesso!
Zé cartola entra no google e descobre a tradução de uma música que passa a definir seu sentimento por Giovanna.
O tempo passa veloz e, entre indas, vindas, brigas, descobertas e lindos momentos, a confusão de Zé Cartola e os erros de Giovanna os afasta. Não o bastante para fazer a história sumir.
Hoje, de volta ao começo, revivendo tudo o que haviam deixado para trás, Giovanna ouve no rádio aquela mesma música brasileira.
E, ironicamente, essa é a musica que ainda resume exatamente o que Giovanna sente por Zé Cartola e o que Zé Cartola sente por Giovanna.
E passe o tempo que passar, Zé Cartola e Giovanna serão sempre um casal unido pela alma. Estigmatizados. Como um karma, um dharma, uma sina, um destino.
A música de Giovanna e Zé Cartola é essa:
"Os livros na estante
Já não tem mais
Tanta importância
Do muito que eu li
Do pouco que eu sei
Nada me resta
A não ser
A vontade de te encontrar
E o motivo eu ja nem sei
Nem que seja só para estar
Ao teu lado só pra ler
No teu rosto
Uma mensagem de amor
A noite eu me deito
Então escuto
A mensagem no ar
Tambores runfando
Eu ja não tenho
Nada pra te dar
A não ser
A vontade de te encontrar
E o motivo eu ja nem sei
Nem que seja só para estar
Ao teu lado só pra ver
No teu rosto
Uma mensagem de amor
No céu estrelado
Eu me perco
Com os pés na terra
Vagando entre os astros
Nada me move
Nem me faz parar
A não ser
A vontade de te encontrar
E o motivo eu ja nem sei
Nem que seja só para estar
Ao teu lado só pra ler
No teu rosto
Uma mensagem de amor"
Bela história não?
Beijos, me liguem no verão
Aline Bridget Alves
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Apenas um trecho de música I
"Mas eu ando tão fraco.
Não queria que você me visse
Tão fraco.
Mas na verdade eu não quero lhe enganar."
beijos me ligue no verão,
Aline Bridget Alves
Não queria que você me visse
Tão fraco.
Mas na verdade eu não quero lhe enganar."
beijos me ligue no verão,
Aline Bridget Alves
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Um texto, um plano, um testamento... Eu não sei bem o que é isso...
"Se eu tivesse como prever o dia de minha morte, eu começaria agora a fazer as coisas do jeito certo.
Eu olharia as pessoas nos olhos acreditando nelas todos os dias.
Eu diria a minha avó que mesmo o arroz queimado dela estava maravilhoso.
Eu diria mais coisas ao invés de preferir ficar em silêncio.
Eu seria mais compreensiva comigo e com meus erros.
Eu roeria menos unhas.
Eu choraria tudo que tenho vontade.
Eu riria alto (eu já faço isso, né?)
Eu brincaria com as crianças todos os dias da semana.
Eu usaria mais vestidos indianos sem me preocupar com o que as pessoas pensariam de mim.
Eu beberia menos e aceitaria apenas rir dos bêbados.
Eu amaria com menos medo.
Eu me atreveria um pouco mais.
Eu teria menos medo de me envolver.
Eu esqueceria o medo.
medo, medo, medo... Quem precisa sentir medo quando já se sabe a data da própria morte?
Eu jogaria fora as relações de aparências.
Eu jogaria fora as roupas que não me servem
Eu jogaria pro universo as mágoas e as tristezas.
Eu faria novos amigos.
Iria pra Russia sem me preocupar com a conta bancária (e o fato de não falar Russo)
Eu cantaria alto.
Me inscreveria num curso de teatro
Num curso de violão
Num curso de canto
Num curso de línguas...
Eu aprenderia francês
Eu aprenderia inglês
Eu aprenderia Russo
Eu comeria menos chocolate
Eu teria menos medo
menos medo, medo, medo
Eu escreveria um livro as pressas.
Talvez me apaixonasse por escrever e escrevesse dois livros.
Eu contaria minha estória de amor secreta.
Eu mandaria o amendoim ir pro inferno.
Eu teria um filho logo.
Talvez me apaixonasse por ter filho e tivesse dois filhos.
Criaria os dois com todo o amor do mundo.
Ensinaria aos dois como amar com todo amor que há no mundo.
Talvez conseguisse até ser casada já que haveria menos medo de amar.
menos medo da rotina.
Menos medo da intimidade, do dia-a-dia.
Eu criaria um animal apenas para tentar expulsar meu medo.
Eu faria terapia para entender o medo.
Eu jogaria mais e arriscaria mais.
Usaria menos preto.
Usaria mais rímel.
Usaria mais saias.
Manteria intacta minha paciência.
Estudaria novas coisas.
Faria faculdade de psicologia por hobby.
Aprenderia o que pudesse para deixar aos meus filhos.
Se eu soubesse a data de minha morte, morreria nessa data como se fosse um nascimento.
Eu iria com a feliz sensação de ter feito o melhor por mim e pelo próximo.
Se a data da minha morte fosse hoje, provavelmente eu lamentaria com todos os entes queridos.
Lamentaria a morte do tempo que perdi, do nada que acumulei e das oportunidades que deixei passar.
Talvez ainda haja tempo para mudar..."
Beijos,
me liguem no verão.
Eu olharia as pessoas nos olhos acreditando nelas todos os dias.
Eu diria a minha avó que mesmo o arroz queimado dela estava maravilhoso.
Eu diria mais coisas ao invés de preferir ficar em silêncio.
Eu seria mais compreensiva comigo e com meus erros.
Eu roeria menos unhas.
Eu choraria tudo que tenho vontade.
Eu riria alto (eu já faço isso, né?)
Eu brincaria com as crianças todos os dias da semana.
Eu usaria mais vestidos indianos sem me preocupar com o que as pessoas pensariam de mim.
Eu beberia menos e aceitaria apenas rir dos bêbados.
Eu amaria com menos medo.
Eu me atreveria um pouco mais.
Eu teria menos medo de me envolver.
Eu esqueceria o medo.
medo, medo, medo... Quem precisa sentir medo quando já se sabe a data da própria morte?
Eu jogaria fora as relações de aparências.
Eu jogaria fora as roupas que não me servem
Eu jogaria pro universo as mágoas e as tristezas.
Eu faria novos amigos.
Iria pra Russia sem me preocupar com a conta bancária (e o fato de não falar Russo)
Eu cantaria alto.
Me inscreveria num curso de teatro
Num curso de violão
Num curso de canto
Num curso de línguas...
Eu aprenderia francês
Eu aprenderia inglês
Eu aprenderia Russo
Eu comeria menos chocolate
Eu teria menos medo
menos medo, medo, medo
Eu escreveria um livro as pressas.
Talvez me apaixonasse por escrever e escrevesse dois livros.
Eu contaria minha estória de amor secreta.
Eu mandaria o amendoim ir pro inferno.
Eu teria um filho logo.
Talvez me apaixonasse por ter filho e tivesse dois filhos.
Criaria os dois com todo o amor do mundo.
Ensinaria aos dois como amar com todo amor que há no mundo.
Talvez conseguisse até ser casada já que haveria menos medo de amar.
menos medo da rotina.
Menos medo da intimidade, do dia-a-dia.
Eu criaria um animal apenas para tentar expulsar meu medo.
Eu faria terapia para entender o medo.
Eu jogaria mais e arriscaria mais.
Usaria menos preto.
Usaria mais rímel.
Usaria mais saias.
Manteria intacta minha paciência.
Estudaria novas coisas.
Faria faculdade de psicologia por hobby.
Aprenderia o que pudesse para deixar aos meus filhos.
Se eu soubesse a data de minha morte, morreria nessa data como se fosse um nascimento.
Eu iria com a feliz sensação de ter feito o melhor por mim e pelo próximo.
Se a data da minha morte fosse hoje, provavelmente eu lamentaria com todos os entes queridos.
Lamentaria a morte do tempo que perdi, do nada que acumulei e das oportunidades que deixei passar.
Talvez ainda haja tempo para mudar..."
Beijos,
me liguem no verão.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Apenas um torpedo sms 2
"Para estar junto não é preciso estar perto. Basta estar do lado de dentro."
beijos, me liguem no verão
Aline Bridget Alves
Obs 1.: Tô pensando em liberar memória do meu celular e postar aqui todas as mensagens que envio e recebo. Será que posso? Uhaha
Obs 2.: Frase que me resume hoje: É, eu sei que tenho sorte!
beijos, me liguem no verão
Aline Bridget Alves
Obs 1.: Tô pensando em liberar memória do meu celular e postar aqui todas as mensagens que envio e recebo. Será que posso? Uhaha
Obs 2.: Frase que me resume hoje: É, eu sei que tenho sorte!
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Apenas um torpedo sms
"A visão mais linda numa manhã tão triste de segunda feira.
Eu sei que tenho sorte! Bom dia. bjim"
Ai ai...^^
Obs: Objetivo de vida: Tirar 8 na prova integrada hoje
Tática: Foco no foco sem distrações!
Beijos me liguem depois dos exames
Aline Bridget Alves
Eu sei que tenho sorte! Bom dia. bjim"
Ai ai...^^
Obs: Objetivo de vida: Tirar 8 na prova integrada hoje
Tática: Foco no foco sem distrações!
Beijos me liguem depois dos exames
Aline Bridget Alves
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Forza, Force, strenght ... Seja forte!
FORÇA...
Durante um tempo longo acreditei ser uma virtude nata, um presente de Deus, até perceber porque dizem que homens musculosos são fortes.
Força não nasce do nada: deve ser conquistada.
O homem musculoso trabalha pelos músculos.
Todos os dias, o mesmo exercício, com carga maior conforme o tempo passa. Até que o músculo cresça, até que ele se torne forte.
No dia que entendi isso, entendi que força tem mais a ver com a forma como se lida com as situações dia após dia, com o auto controle, com o trabalho que se faz com o interior todos os momentos, com reforma íntima, com auto conhecimento, com a confiança em algo maior...
Força pra mim, deixou de ser fator de sorte e hereditariedade.
Eu já fui fraca, sabe?
Eu já me achei vitima de situações, já achei que Deus havia esquecido de mim, já achei que havia uma conspiração para minha infelicidade, já me coloquei na posição de vitima, coitadinha, ai-que-dó.
Foda-se, eu errei. E hoje eu sei disso, ué!
Hoje reconheço que sou responsável pelos meus atos e pelas conseqüências desses.
As vezes questiono apenas os erros passados dos quais não me recordo (e pelos quais tenho lições duras hoje). Mas é um questionamento baseado em meu cansaço.
Sei que devo ter errado muito antes dessa existência. Tanto que as vezes me canso de tanta dificuldade e dor.
Mas tenho plena consciência de que é o que mereço.
Hoje, com a minha vida em minhas mãos, prefiro lutar dia após dia.
Chorar se sentir dor (eu nem quero aprender a fingir)
Brigar quando houver injustiça (não mexam comigo e não mexam com o que é meu)
Calar quando estiver errada (pedir perdão sempre que tiver coragem)
E lutar sem cessar.
Peço a Deus sempre para me dar o que for melhor pra mim.
Muitas vezes, desejamos muito uma coisa e sequer imaginamos quanta dor aquilo pode nos causar.
No meu conceito, ser forte hoje é viver um dia de cada vez.
É saber que vou sofrer, mas aceitar que amanhã a dor será menor que hoje.
É me apegar e acreditar nas pessoas mesmo sabendo que um dia elas irão embora.
Aceitar as imperfeições e lutar para mudá-las.
É fazer o meu melhor e controlar e consertar o meu pior.
Sem radicalismo. Com calma, dia após dia.
Assim que é.
Beijos
me liguem no verão
Aline Bridget Alves
Durante um tempo longo acreditei ser uma virtude nata, um presente de Deus, até perceber porque dizem que homens musculosos são fortes.
Força não nasce do nada: deve ser conquistada.
O homem musculoso trabalha pelos músculos.
Todos os dias, o mesmo exercício, com carga maior conforme o tempo passa. Até que o músculo cresça, até que ele se torne forte.
No dia que entendi isso, entendi que força tem mais a ver com a forma como se lida com as situações dia após dia, com o auto controle, com o trabalho que se faz com o interior todos os momentos, com reforma íntima, com auto conhecimento, com a confiança em algo maior...
Força pra mim, deixou de ser fator de sorte e hereditariedade.
Eu já fui fraca, sabe?
Eu já me achei vitima de situações, já achei que Deus havia esquecido de mim, já achei que havia uma conspiração para minha infelicidade, já me coloquei na posição de vitima, coitadinha, ai-que-dó.
Foda-se, eu errei. E hoje eu sei disso, ué!
Hoje reconheço que sou responsável pelos meus atos e pelas conseqüências desses.
As vezes questiono apenas os erros passados dos quais não me recordo (e pelos quais tenho lições duras hoje). Mas é um questionamento baseado em meu cansaço.
Sei que devo ter errado muito antes dessa existência. Tanto que as vezes me canso de tanta dificuldade e dor.
Mas tenho plena consciência de que é o que mereço.
Hoje, com a minha vida em minhas mãos, prefiro lutar dia após dia.
Chorar se sentir dor (eu nem quero aprender a fingir)
Brigar quando houver injustiça (não mexam comigo e não mexam com o que é meu)
Calar quando estiver errada (pedir perdão sempre que tiver coragem)
E lutar sem cessar.
Peço a Deus sempre para me dar o que for melhor pra mim.
Muitas vezes, desejamos muito uma coisa e sequer imaginamos quanta dor aquilo pode nos causar.
No meu conceito, ser forte hoje é viver um dia de cada vez.
É saber que vou sofrer, mas aceitar que amanhã a dor será menor que hoje.
É me apegar e acreditar nas pessoas mesmo sabendo que um dia elas irão embora.
Aceitar as imperfeições e lutar para mudá-las.
É fazer o meu melhor e controlar e consertar o meu pior.
Sem radicalismo. Com calma, dia após dia.
Assim que é.
Beijos
me liguem no verão
Aline Bridget Alves
sábado, 21 de novembro de 2009
Brindo a Casa, Brindo a Vida, Meus Amores, Minha Familia!!
Sendo aqui o local onde eu escrevo tudo o que penso, o que sinto e até mesmo o que não sinto (hehehe), senti necessidade de falar um pouco sobre amor!
Falarei pouco mas não em comparação ao tamanho do amor (que é grande). Falarei pouco porque o amor fala por si só.
Existem amores que me enchem de alegria e lágrimas nos olhos. Amores fortes e inexplicáveis.
Pessoas e amores que me ensinam dia após dia que viver vale a pena, que acreditar é válido e que tudo pode melhorar.
Meu eterno muito obrigada e meu amor eterno:
Família e Amigos que me acompanham mesmo que em pensamento. Que me ajudam mesmo que por boas palavras numa msg de celular ou um olhar cauteloso no café da manhã. Que me enchem de alegria e me deixam brincar de bolhas de sabão e tocar musicas de natal. Que me dão conselhos valiosos como levar guarda chuva e um casaco. Que esperam eu dormir, que me acompanham em maluquices, que aturam meus medos, que correm comigo, me apoiam e me abraçam quando eu preciso chorar. Pessoas que tentam me mostrar um lado bom a cada erro meu. Que me olham com orgulho a cada vitória (suadas vitórias!)
Agradeço a Deus todos os dias por ter vocês nessa vida! E sempre peço pra merecer ter vocês por perto em todas as próximas vidas.
Sei que são poucos e sei que poderia facilmente colocar nome por nome e foto por foto aqui. Uma homenagem e tanto, certo?
Errado.
Mas que palavras, vocês têm meu coração.
Fiquem com ele!
Beijos, me liguem no verão,
Aline Bridget Alves
Falarei pouco mas não em comparação ao tamanho do amor (que é grande). Falarei pouco porque o amor fala por si só.
Existem amores que me enchem de alegria e lágrimas nos olhos. Amores fortes e inexplicáveis.
Pessoas e amores que me ensinam dia após dia que viver vale a pena, que acreditar é válido e que tudo pode melhorar.
Meu eterno muito obrigada e meu amor eterno:
Família e Amigos que me acompanham mesmo que em pensamento. Que me ajudam mesmo que por boas palavras numa msg de celular ou um olhar cauteloso no café da manhã. Que me enchem de alegria e me deixam brincar de bolhas de sabão e tocar musicas de natal. Que me dão conselhos valiosos como levar guarda chuva e um casaco. Que esperam eu dormir, que me acompanham em maluquices, que aturam meus medos, que correm comigo, me apoiam e me abraçam quando eu preciso chorar. Pessoas que tentam me mostrar um lado bom a cada erro meu. Que me olham com orgulho a cada vitória (suadas vitórias!)
Agradeço a Deus todos os dias por ter vocês nessa vida! E sempre peço pra merecer ter vocês por perto em todas as próximas vidas.
Sei que são poucos e sei que poderia facilmente colocar nome por nome e foto por foto aqui. Uma homenagem e tanto, certo?
Errado.
Mas que palavras, vocês têm meu coração.
Fiquem com ele!
Beijos, me liguem no verão,
Aline Bridget Alves
Entrevista com Vampiros lindos e dança com Lobos musculosos...
Eis que o dia 20 de Novembro chegou... eu passei o ano todo numa ansiedade louca por essa data... Meu Deus, que decepção!
Hoje eu fui a estréia de Lua Nova...
Todos que me acompanham, sabem... Edward tem o perfil de homem dos meus sonhos... Bella e Edward formam o casal perfect em minha mente.
Eu me obriguei a parar de ler os livros em sequência e em looping por causa da faculdade..
Foi muita ansiedade e muita expectativa (e Crepusculo já havia me decepcionado um tanto)...
Eis que a data chega... e como saldo da noite, temos:
- 2 horas de filas para entrar no cinema
- 85 mil horas de trailer e comerciais
- 980 milhões de calorias com um lanche do mc donalds frio
- 1 texto ruim
- 1 Edward chumbrega que diz coisas muito lugar-comum, parecendo mais um conquistador barato
- 1 Edward lindo, cheiroso e com cara de sofrimento... do tipo de dar dó e querer pegar no colo.
- 1 Bella chorando e imitando um porco
- 1 Bella fraquinha para atuar e fraca para me fazer chorar quando leva um master plus pé na bunda (e fica sem emoção e sem expressão alguma)
- 1 Jacob quente e gostosão
- 890 milhões de musculos do Jacob e sua galerinha de lobos
- 1 trilha sonora ruim de doer
- 1 Rosalie feiosa com cara de quem fez chapinha sábado e nunca mais lavou o cabelo
- 1 Edward lindo cheiroso e com cara de sofrimento (Ah já falei?)
- Um taxista achando que somos malucas.
Foi triste de verdade.
Há partes do livro que não deveriam ser cortadas.
Há um Edward mais profundo que deveria ser mostrado.
Há muito mais dor e tristeza na Bella.
O Edward conquistador barato meu deu mais tristeza ainda. Como podem ter dado falas tão chumbregas pro meu vampiro preferido of the world?
Será que eu to realmente tão descrente no amor assim que nem romances entre vampiros e humanos me comovem?
O que tenho a dizer sobre esse filme é: só volto para ver mais 5 vezes.
Mais que isso, não dá.
E espero que melhorem no Eclipse.
Beijos, me liguem no verão
Aline Bridget Revoltadinha Alves
Hoje eu fui a estréia de Lua Nova...
Todos que me acompanham, sabem... Edward tem o perfil de homem dos meus sonhos... Bella e Edward formam o casal perfect em minha mente.
Eu me obriguei a parar de ler os livros em sequência e em looping por causa da faculdade..
Foi muita ansiedade e muita expectativa (e Crepusculo já havia me decepcionado um tanto)...
Eis que a data chega... e como saldo da noite, temos:
- 2 horas de filas para entrar no cinema
- 85 mil horas de trailer e comerciais
- 980 milhões de calorias com um lanche do mc donalds frio
- 1 texto ruim
- 1 Edward chumbrega que diz coisas muito lugar-comum, parecendo mais um conquistador barato
- 1 Edward lindo, cheiroso e com cara de sofrimento... do tipo de dar dó e querer pegar no colo.
- 1 Bella chorando e imitando um porco
- 1 Bella fraquinha para atuar e fraca para me fazer chorar quando leva um master plus pé na bunda (e fica sem emoção e sem expressão alguma)
- 1 Jacob quente e gostosão
- 890 milhões de musculos do Jacob e sua galerinha de lobos
- 1 trilha sonora ruim de doer
- 1 Rosalie feiosa com cara de quem fez chapinha sábado e nunca mais lavou o cabelo
- 1 Edward lindo cheiroso e com cara de sofrimento (Ah já falei?)
- Um taxista achando que somos malucas.
Foi triste de verdade.
Há partes do livro que não deveriam ser cortadas.
Há um Edward mais profundo que deveria ser mostrado.
Há muito mais dor e tristeza na Bella.
O Edward conquistador barato meu deu mais tristeza ainda. Como podem ter dado falas tão chumbregas pro meu vampiro preferido of the world?
Será que eu to realmente tão descrente no amor assim que nem romances entre vampiros e humanos me comovem?
O que tenho a dizer sobre esse filme é: só volto para ver mais 5 vezes.
Mais que isso, não dá.
E espero que melhorem no Eclipse.
Beijos, me liguem no verão
Aline Bridget Revoltadinha Alves
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