domingo, 31 de janeiro de 2010

Alma Nova

Qualquer coisa dita, não dita, dita na ordem errada... Certos amores são frageis, como se o coração fosse de porcelana.
O tempo passa e, muitas vezes o que sobra é um coração lutando por um amor que já não existe mais... Como nomes escritos na areia. Uma maré mais alta apaga.
O tempo passa e o amor fica.
Não cura, não morre.
Amor unilateral, desigual.
Amor que ensina sobre solidão, sobre abandono, sobre auto estima, sobre esccnder tristezas.
Uma pessoa muito sábia uma vez me disse que a gente pode fazer tudo por um amor. Menos forçar alguém a nos amar.
E eu considero isso uma grande verdade.
Para mim, não existe reconquista: Se um amor acaba, não tem conserto.
É torcer pra vida trazer um novo amor ou um lenitivo.
É rezar para ter força, para não vacilar e escolher a melhor forma para lidar com a situação.
Eu escolhi a minha, é bem verdade.
Enfrento criticas e seguro minha onda.
Todos os dias é uma nova luta. Um novo dia para esquecer. Um novo dia para fingir. Um novo dia para jogar as esperanças fora afinal existem casos em que elas já não servem para mais nada.
Todas as noites, um novo alivio.
Cama quente, urso de pelúcia... Mais uma noite com probabilidades de bons sonhos.
Viver de sonhos, viver de lembranças.
Viver de esperar que tenha sido tão intenso e tão marcante assim para outra pessoa.
Viver torcendo para mais cedo ou mais tarde essa pessoa voltar com todo o futuro prometido nas mãos.

Viver à espera, como a viuva Garibaldi.

Assim que é.

Aline Bridget

Obs.: O título desse post refere-se a uma marcante música do Zeca Baleiro.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Aline Bridget Responde - Resposta a Mylla (De novo)

Mylla disse...
Mãe Aline Dina

to me sentindo um coco do tiete, o que devo fazer?

29 de janeiro de 2010 23:26


Querida Mylla, que Jesus habite em seu coração e também em sua cabana.
A propósito, de novo você por aqui???
Vou começar a cobrar a partir da segunda consulta...
Acho que se sentir um cocozão do rio tietê é mais ou menos como se sentir normal (Afinal há muitos cocozões lá). Então, deduzo que vc está bem e feliz.
Eu vejo aqui, nas cartas da paciência que estou jogando, um gordinho bem fofinho com olhinhos verdinhos no seu futuro próximo. Você vai desencalhar, querida.
E vai ser muito feliz.


Bem, é isso.
Sorte na vida e força na peruca!


Aline Bridget

Um ídolo, um anjo, um vicio



São Paulo, minha casa, 2000

Acordo cedo, tomo banho, vou para escola dormindo no ônibus.
Estudo, ao meio dia volto para casa, almoço, tiro um cochilo e, ao acordar, ligo minha tv: Meu filme predileto mais uma vez.
Cidade dos anjos acompanhou toda minha adolescência.
A maravilha da TV fechada é a repetição dos programas (principalmente nesse período vespertino em que ninguém assiste nada).
Numa proporção média de 3 vezes por semana, lá estava eu deitada no sofá suspirando por Seth. Meu anjo preferido.
Seus meigos olhos verdes, seu jeito atrapalhado e a bela e triste historia de amor embalavam minhas tardes tão solitárias.
E destruiam as tardes de minha irmã irritadissima com esse filme (DE NOVO ALINEEEEEE???)
Em pouco tempo, Nicolas Cage tornou-se um dos meus atores preferidos com sua carinha meiga.
Curiosamente, conheci um “sósia” dele anos depois. Mais fica para outro post.
O fato é que, por admiração ao ator e aos seus papéis (e ao seu sorriso tão inesperado), passei a assistir todos os filmes dele que pudesse, acompanhando, comparando.

Beleza mano.

Como é de praxe, fui conferir Vicio Frenético no cinema.
O filme todo merece um post que não vou fazer. Meio confuso, meio doidão. Dá vontade de chorar mas tem partes sarcásticas e hilárias. Uma graça.
Sempre me comovi com vícios, dependências e afins. Acho de fato muito triste, o vicio em si e também os caminhos tortuosos que muitos seguem para conseguir o objeto de seu vicio, o alívio para sua necessidade.
E ver o meu ator preferido (um policial nesse filme) se corrompendo por um pouco de droga (qualquer uma, aliás) para aliviar a própria dor, me deixou profundamente triste.
Ver que, mesmo viciado, levemente corrupto e doidão, seu personagem Terence é capaz de demonstrar amor pela namorada (Eva Mendes – A mesma de motoqueiro fantasma, lembram??), pelo pai, por uma testemunha e até por um cachorro. Ai ai

A pergunta que não cala... E ainda não tive tempo de pesquisar sobre o assunto.
O Nicolas Cage realmente envelheceu ou o papel exigia tal peripécia do destino?
As entradas continuam lá. Um charme só.
Mas algumas rugas já se fazem perceber. Já não tem mais a carinha novinha de Seth.
Quanto a postura, isso sim é do personagem que machuca as costas no inicio do filme ao salvar um preso na Nova orleans pós-katrina.
Como resumo: Nicolas Cage nesse filme está torto, troncho, com um cabelo feioso, enrugado, comovente, doidão, cativante e engraçado.
Uma delicia cremosa de morango com pedaços inteiros de chocolate, né?

Ídolos são sempre ídolos.



Assim ainda mais...

Aline Bridget ansiosa para ver caça às bruxas em março.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Relato de uma hipocrondríaca. Ou não?

Aquela sensação de que claridade incomoda.
Escuridão incomoda.
Ler incomoda.
Ver TV incomoda.
Escrever no blog incomoda.
Dormir incomoda.
Telefone incomoda.
Um elefante incomoda.
(muito a gente, dois elefantes incomodam, incomodam muito maais)
Ficar acordada é a treva.

Comer é ruim
Sentir fome é pior.

Com frio, com calor
Chuva ruim, sol ruim.... AAIIIIIIIII

Há anos eu não tinha uma crise de enxaqueca.
A ultima crise, ocasionada por um total caos em todos os sentidos da minha vida, a uma total incapacidade de administrar tudo o que tinha que fazer profissionalmente, tudo que tinha que digerir no plano pessoal. Eu cheguei a procurar preços de caixões no google: achava que morreria num dia qualquer.
Essa crise durou uma média de 2 meses.
Uma dor que os médicos nao acham cura, não acham motivo.
Procure um e saia cheia de furos, de soro e talvez um diagnóstico de virose.
Se detectarem enxaqueca, a situação piora.
Você não pode mais tomar café.
Não pode mais comer chocolate.
Nem embutidos.
Nem carne, nem iogurte.
Nem bebidas alcóolicas.
Nem sexo, nem drogas e nada de Rock 'n Roll.

Proximidade com o elefante??
Nem pensar, ele incomoda, incomoda, incomoda muito a gente.

Você precisa saber todos os seus hábitos... Até que o maluco do médico descubra o que causa enxaqueca. E se a causa for o Paissandu de todo dia muito lotado, me ferrei: Vou trabalhar a pé.

Houve um tempo, quando eu era só uma boneca de porcelana, que essas dores eram de fato catastróficas. Então, eu aprendi a cura-las com minha própria energia.
O remédio está em mim, prove do próprio veneno, Mente sã, corpo são.

Beleza mano.

Bonito, mas o tempo passou.
Já não tenho mais tempo de ser de porcelana.
Minha vida de princesa virou mais a de uma escrava com a mão nas "cadeiras".
Tô mais pra armar barraco do que cheirar a flor.
Minha meiguice e fragilidade de menina foram embora, dando lugar a uma garra e uma maluquice que não sei se sao eternas.
Minha facilidade com as energias e minha época feliz de bicho grilo deram lugar a um tempo concorrido, um relógio inimigo: sobra pouco tempo para me dedicar ao meu interior (Eu sou, eu sou, eu sou).

E então... Pois é, chegamos agora a um dilema.
Estou com dor.
E não vou ao médico me entupir de soro.
Não vou a farmácia me entupir de paracetamol
Não vou anotar meus passos pra um médico doidão mandar eu parar de tomar banho de chuva.
Não vou fazer Reiki.
Não vou pedir colo, ficar pálida de propósito e chorar até morrer.

Vou sim, continuar minha vida.
Terminar um livro que ta me enlouquecendo e me envolvendo.
Escrever minhas felizes palavras no meu blog.
Trabalhar igual a uma doida e querer ir na favela pegar uma metralhadora pra matar meu chefe.
Vou no cinema com o som bem alto.
Vou pro QG beber vodka e rir a toa.
Vou ouvir o som bem alto, O Rappa de preferencia. Natiruts tem bastante lugar também.
Zeca Baleiro cantando bem mega alto me fará sentir que não tenho cabeça.

Vou chamar o Thiago pra gente cantar o Peixe Vivo.
Bem alto, muito alto, muito forte até ficar rouco, rouco, completamente sem voz.


O que não tem remédio, remediado está.
Não há dor que sobreviva a satisfação de ser o que é.
Não há doença que resista ao amor que se tem pela vida.


Por ora, tomar banho e dormir.


Aline Bridget

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Abra a felicidade que tem ai

Cocólatra e otimista incorrigivel.
Sem palavras coerentes para postar graças a primeira crise de enxaqueca do ano, coloco aqui a musica da campanha da coca cola (que muito gentilmente Laurinha Jagodiz me mandou).
Fica como a energia que predominará minha semana:

Vamos sentir algo novo!


"Alô, aumenta o som!
Tem alguém aí me ouvindo?
Um novo dia chegou

E eu quero, pra começar
Dizer que a onda é de quem chegar
Então não to sozinho nessa

Vem curtir comigo o dia já vem
Abra a felicidade você também
Vamos sentir algo novo
Vem curtir comigo, isso faz tão bem
Abra um sorriso no rosto de alguém
Pra eu sentir como é bom

Abra a felicidade que tem aí
Abra a felicidade que tem aí
Abra a felicidade que tem aí
Abra a felicidade que tem aí

Dá licença
Chega aí
Que eu tenho uma parada pra você ouvir
Hoje eu acordei num clima bacana
Alegria transbordou e me lembrou que alguém me ama
Veja só: ontem eu tava perdido, é
Hoje eu tô sem problema e muito leve
Até pode acontecer o mesmo com você
Eu tô rindo à toa, quem mais vai querer?

Quero ver o sol brilhar
Sem parar
Será que é pedir demais?
Hoje eu quero sair
Com meus amigos por aí
A vida é muito curta
Pra que desperdiçar?

Vem curtir comigo o dia já vem
Abra a felicidade você também
Vamos sentir algo novo
Vem curtir comigo, isso faz tão bem
Abra um sorriso no rosto de alguém
Pra eu sentir como é bom

Se você ouve o seu coração
O mundo cabe na sua mão
Quem planta amores pelo caminho
Não encontra nenhum espinho

E quem sabe eu te encontro lá
Existe tanto a compartilhar
Eu já ergui a ponte
É só atravessar

Vem curtir comigo o dia já vem
Abra a felicidade você também
Vamos sentir algo novo
Vem curtir comigo, isso faz tão bem
Abra um sorriso no rosto de alguém
Pra eu sentir como é bom


Abra a felicidade que tem aí
Abra a felicidade que tem aí
Abra a felicidade que tem aí
Abra a felicidade que tem aí"


É isso!

T.B., L.J, C.J. - Bora meninas, vamos sentir algo novo!!!


Aline Bridget

sábado, 23 de janeiro de 2010

O fada do dente

Comédia besteirol, já me dizem por aí.
Mas como sou do contra, adorei.
O ator, que tem um nome (e não se chama The Rock como eu pensava), arrasa e mostra seus muitos musculos a vontade.
Derek Thompson é um fera "idoso" do hoquei que por uma lesão deixa de fazer gols. Ele sequer tenta faze-los, contenta-se com a fama de "fazedor de faltas", por isso o apelido de fada do dente: por quebrar o dente do adversário.
Seu medo de tentar, de imaginar faz com que ele se torne uma pessoa quase cruel pois destrói sonhos das crianças e é castigado por dizer a filha de sua namorada que a fada do dente não existe.
Seu castigo consiste em 2 semanas de trabalho como fada do dente.
Esse trabalho é monitorado por um consultor de fadas que sonha em ser uma fada alada.

Para se redimir do erro, Derek ajuda o filho da namorada a se apresentar num torneio de calouros. O menino toca guitarra muito bem, mas só aceita participar do torneio se Derek se comprometer a treinar muito e voltar a tentar fazer gols.
O otimisto toma conta de Derek que se torna outra pessoa e treina incansávelmente. Mas não consegue fazer o gol. E desiste de tudo no primeiro obstáculo, ferindo o menino com palavras e destruindo tudo em sua vida novamente.

Com a ajuda "invisivel" de seu consultor, Derek volta a fazer gols, vira fada no meio do jogo (o que obriga a utilização de pó de amnésia em todo o estádio), decide se casar e torna-se uma pessoa melhor, mais capaz de tentar, de imaginar e de respeitar os sonhos das pessoas.

As partes em que QUASE chorei:
A autoridade máxima das fadas dispensando Derek dos bons serviços prestados e indo assistir seu jogo de hoquei toda orgulhosa.
O consultor ganhando asas e se tornando uma fada alada graças aos treinamentos que recebeu de Derk.

Parece ser mais um filme que ninguém precisará ver (porque já contei tudo!!)
De fato, para quem julga filmes sem ver, não parece atraente: um grandalhão cuidando de crianças e aprendendo a viver com as lições destas.
Para mim, o filme vale a pena.
E não é só por causa dos musculos do The Rock (que aliás, se chama Dwayne Johnson).

Vale pelas risadas, pelos musculos, pela piada do Darwin (que eu to rindo até agora) e pela beleza da lição.
Vale pra lembrar que uma onda de otimismo sempre pode ser derrubada pelo primeiro obstáculo: somos todos crianças choronas. Mas devemos persistir!

Dica dada.


Aline Bridget

As cores em mim

Mais que cromoterapia, energia e modismo, as cores de fato sempre demonstram meu estado de espírito.
Além das roupas pretas que sempre me acompanham (mais pelas gordurinhas a mais do que por gosto).
Vai das cores nos acessórios, das cores que vejo.
Em minha vida, mesmo na parte sofredora de minha novela, até os filmes em preto e branco tem nuances lindas de cinza. Quem tem olhos de ver, é capaz de enxergar beleza.
Algumas cores me acompanham em determinadas fases. As vezes estou consciente do significado delas. As vezes, apenas sua aparência me agrada e beleza mano.


Eu já fui rosa.
O rosa do amor, do encantamento.
Eu não deixei de ser. A gente nunca abandona uma cor, nós, os coloridos.
Apenas aprendemos a amar outras cores. A necessitar de outras coisas.
Mais que amar, eu precisava aprender a amar do jeito certo.


Entao mudei...

Há anos, sou roxo.
Roxo da mudança, da metamorfose, da transformação.
Por isso, as pessoas me dão roupas e acessórios roxos.
Livros com capa roxa, incenso, perfumes, cremes.
Sempre com a frase: Comprei porque sei que você gosta de roxo.
Ainda gosto e não abandonarei (até porque parte do meu guarda roupa vai embora se decidir ser radical).
Mas acontece que cansei de mudar.
Toda a mudança em mim foi feita e ao meu redor, tudo caminha para a mudança. Por necessidade e por toda batalha que empreendi nesse sentido.
Deus é bom. Mas não espere sentado que ele não jogará nada lá do céu onde ele mora.
Por enquanto, aguardo e luto pela mudança ao meu redor. Um exercicio diário.
Agora sou uma nova cor.
Uma cor que sempre foi um dos meus campos de trigo.
Tudo começou com sinais imperceptiveis.
Uma camiseta ganhada, uma casa vista ao longe,um belo par de olhos e alguns sonhos.
Num deles, eu pintava meus cabelos (Meus negros cabelos virgens, sem tinta, sem quimica, sem nada!!!)... Eu os pintava de verde!!!

No sonho, o Thiago adorava meu cabelo verde como o do Ben 10.
E eu adorava essa cor nova em mim.
Esse verde tão nacionalista, tão natureza, tão esperança.
Essa cor que entra em meus sonhos, em minha visão, nas flores dos meus vestidos, na minha camisa preferida, nas minhas unhas me inspira a confiança em tempos melhores.
Essa cor, que não combina com muita coisa, que me fez ser chamada de recepcionista da Petrobras, me deixa com lágrimas nos olhos... E me dá a certeza e a esperança que tudo vai melhorar.


E agora, quase um arco iris, porque as cores em mim não se acabarão, eu vou tomar um banho com um sabonete verde refrescante de hortelã e escolher meu vestido com mais flores que houver. Rosa. A cor do amor. Que usarei com uma sandália roxa. Da mudança eterna.
Evitarei o azul. Porque essa cor me deprime um pouco. Acho que me lembra o céu. E me lembra o quão longe dele estou.
Acho que me acalma demais. Destroi minhas ansiedades por completo. Me deixa vazia.

Bora ver o céu. A chuva está passando, o sol logo vai voltar.
E se ele não voltar, a chuva me limpara das tristezas.
Esconderá as minhas lágrimas.
O céu cinza tem toda sua beleza escondida.
O cinza amedontrador, no fundo me inspira a paz vindoura.

Fé em Deus, tudo vai melhorar!


Aline Bridget Colorida

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Um post sem titulo

Leve...
Livre das ansiedades, das coisas engasgadas por falar que não falei.
Engolindo sapos de novo...
Engulo as opniões criticas demais, doentes demais.
As palavras demais.
Jogo fora as mágoas, as raivas... Escondo as decepções no fundo do coração.
Beleza, mano. Pronta pra outra.

Porque não consigo me sentir bem?
Porque a sensação de comodidade e segurança nunca aparece para mim?
Estou sempre cercada de medos.
Estou sempre com amores doloridos, cercados de culpa, de medo de perder, de vontade de ajudar. Sinto que qualquer hora enlouqueço.

Vou ao fundo do poço ao ver minha avó chorar, por exemplo. Eu podia bem morrer num momento desses. A dor é indescritivel.

O que tenho sentido nem de longe é proporcional às situações que vivo.
Tudo aumentado, tudo sentimento.
Pouca razão. Talvez quase nenhuma.
Guiada pelo coração, uma bússola que não mede as consequências de seus atos absurdos.
Um coração maluco que perdoa e ama e me culpa.
Um coração que se aperta e as vezes fica vazio e oco...
Um coração que me faz ouvir vozes de um passado que nunca vai voltar.
Um coração que me culpa dia após dia.

ê tristeza que não morre, não dá trégua.
Lá vou eu, para mais uma noite dificil.
Descansar para um dia que torço para que seja bom.
Um dia em que eu consiga efetuar tudo que preciso. Sem vacilar.
Um dia com menos tempo pra pensar. Se Deus assim o quiser.

Sua vontade sempre, Pai. Nada sou, nada sei. Mas Aguento tudo e aguento firme.


Força na peruca, Aline Bridget.
Descansar que a sexta já chega.


Aline Bridget


Obs.: Esse blog ultimamente tem sido um bom amigo para meus desabafos. O que deve causar um certo ciumes em meus amigos. A verdade é que sempre me expressei melhor escrevendo. A verdade é que de tanto "a vida" me pedir isso, aprendi a guardar meus sentimentos.
Talvez seja hora de adquirir um diário. Mas talvez não.
O fato é que conheço cada um dos meus amigos verdadeiros (que se contar nos dedos, não enchem duas mãos). E reconheço a importancia que eles tem para meu equilibrio e integridade e sanidade.
Se não falo, no fundo é prova de amor. O que menos quero é causar tristeza. Meu objetivo é ver sorrisos. As sementes que planto são daquelas alegrias escandalosas. É pra isso que vivo.
Então, pra todos os guerreiros que me aguentam e são meus amigos mesmo quando eu desabafo com um computador, fica a frase mais egoista e a que mais amo:
Me amem quando eu menos merecer, pois é quando eu mais vou precisar.

Blog Novo

Minha vida louca que facilmente daria um belo filme me atrapalhou um pouco na estréia da cara nova e linda do meu blog.
Mas aí vamos nós: Esse é meu novo blog! A nova cara dele!!
Olhando bem para a foto agora, eu quase sinto a presença de Marck e Daniel perto de mim.
Reparando bem, quase fica fácil perceber a tortura que é ter um Daniel Cleaver... E a ternura que passa um Marck, tentando ler seus segredos. Sensação essa que tive. E voltarei a ter, obviamente.
Eu prometo mudanças, eu prometo um post só sobre Marck.
E prometo fazer vários posts sobre Daniel Cleaver... Esses, a gente acha aos montes.

Prometo não me preocupar com o que as pessoas vão dizer sobre meus posts. E prometo levantar meu astral. Beleza, mano. A vida segue.

è isso aí.
Bem vindo ao meu novo blog. Agora com Daniel Cleaver e o LINDOOOOOO Marck Darcy.


Aline Bridget


Obs 1.: Escrevo esse post ao som de vinte e nove do Legiao Urbana.
Música essa que resume minha fase de pós precipicio.
Música essa que ainda me faz chorar. Mas em breve vai só me mostrar que a gente sempre sobrevive e a gente sempre se consola.
Obs 2.: Obrigada Lu pelo presente lindo lindo. Ficou do jeito que eu queria.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Farfalla

"Não pensa mais nada
No final dá tudo certo
De algum jeito
Eu me acerto, eu tropeço
E não passo do chão
Pode ir que eu agüento
Eu suporto a colisão
Da verdade
Na contra-mão...

Eu sobrevivo
E atinjo algum ponto
Eu me apronto
Pro dia seguinte
Escovo os dentes
Abro a porta da frente
Evito a foto sobre a mesa
E ninguém aqui vai notar
Que eu jamais serei a mesma..."

(Eu me acerto - Zélia Duncan)

Essa música diz muito sobre minha visão de como enfrentar os problemas. Sobre ser forte, sobre sobreviver independente do que haja. Sobre aceitar o que as pessoas te dão. Mesmo se doer e elas te derem um adeus. Mesmo se machucar e elas te derem uma mentira.

é isso.

Aline Bridget