segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Mais do mesmo (E mais sobre o que eu preciso ser)

Se eu pudesse, adiantaria um século a minha idade...
Para me adequar ao mundo de agora e parecer menos estranha.

Nesse mundo de sentimentos prontos e com prazo de validade, eu ainda amo amores eternos que nascem com o tempo...

Nesse mundo de amores por vaidade, por estereótipos e por aparências, eu ainda me apaixono por sorrisos e ainda amo por atitudes diárias

Nesse mundo maluco de praticidade e politicagem, eu ainda amo com lealdade

Essa forma de amar do século passado muita dor me causa...
Essa forma de acreditar, de se apegar, de criar vínculos.
Por amizade, por carinho, por atração...
Eu sempre faço tudo errado e sempre sigo o coração.
Será o coração tão burro assim?
Quantas vezes um coração pode ser quebrado e continuar batendo?

Um fato é verídico: Ninguém vai ouvir se eu chorar outra vez.
E eu me apronto rápido e aprendo rápido.
O que sobra, eu guardo no coração.
O que falta, eu substituo.

No final dá tudo certo de algum jeito...
Algo muda em mim, algo aprende a lidar com a situação e com os risos e com os julgamentos.

E se eu tiver fé e for uma boa menina, quem sabe papai noel me entrega esse novo manual de como amar:
Com mais futilidade, mais distancia, menos comprometimento, menos alma... E menos amor!


Beijos, me liguem no verão

Aline Bridget Alves

Um comentário:

  1. Ultimamente tenho pensado muito sobre as dores que o coração pode sentir sem parar de bater... Mas ainda não encontrei a resposta! Só sei alias sinto que o meu não aguenta muito mais não e logo vai parar de bater!!!!

    Sentirei falta do amor...
    Amo vc farfalla...

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