Assim como não morro de saudade.
Se morrer, será de bala perdida, de carro atropelante, de tombo alucinado da escada.
Da maldade, eu desvio. Da falta de compreensão eu apenas fujo. Também não vou morrer porque alguém não me estendeu a mão.
Não morro de inveja. Tampouco morrerei por mau olhado, mau pensado, mau falado, mau agouro.
Não morro de raiva, não morrerei de tristeza e nem velha morrerei de medo.
Sou do time dos fortes, dos que vivem e não apenas sobrevivem, dos que têm consciência e acima de tudo sou daqueles que confiam desconfiando e não perdem tudo se perdem o apoio.
Na minha terra, seguro morreu de velho e um abraço cura qualquer ferida.
Na minha terra, existe o bom dia! e o por favor.
E acima de tudo, na minha terra, existe o amor e a crença no amanhã.
De rancor, não morro.
Não maltrato meu coração com sentimentos ruins.
De ciúmes, não padeço.
Corro sim, atrás do que mereço e faço por merecer.
E as pedras que me jogam, eu largo onde estão. Meu castelo é feito com as flores do caminho. E da alegria que é minha oração em todos os momentos.
Aline Bridget
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Gostou do que leu? Não gostou e eu mereço uma crítica?
Tudo bem... talvez eu chore, mas eu ainda vou gostar de você
Escreva nesse quadradinho abaixo...E não esqueça de assinar...
Obrigada!