quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Um sentido para a vida...

Sigo a vida com minha velha mania de me apegar à ficção...

Me sinto cansada, me sinto metade, me sinto infeliz.
Tenho feito o possível para mudar, mas parece ser esse um ciclo que terminará por si só... Qualquer esforço é vão.
Para quem nunca teve nada, bolinha de gude é pedra preciosa.
Conheço de perto esse perigo e tenho embarcado nessa com bem mais cuidado.
A pedra preciosa de minha semana é um livro.
Após rodar a cidade atrás de um livro, decido optar por outro do mesmo autor para me dar de presente de natal. Compro, espero 2 dias e busco. Agora sim tenho um motivo para não sentir tristeza essa noite: um livro todo só para mim! Uma realidade inteira diferente da minha, para eu seguir sem medo, sem dor! Agora sim tenho paz...

A realidade, os psicólogos, os amigos e os livros de auto ajuda são categóricos: Ocupe seu coração com outros afetos, esqueça o que te machuca, esqueça saudades, esqueça dores... Ame seus amigos, seus animais, sua familia... Ame-os sem medo, dê a eles o amor que sobra.

Eu segui a risca e sem medo essa regra. Não me arrependo.
Mas hoje tenho medo.
Medo de amar mais e receber sofrimentos proporcionais.
Medo de amar e decepcionar de novo.

Como abrir um coração quebrado para novos amores?

Eu sou um ser bem imperfeito, essa é a verdade.
E fica muito fácil decepcionar as pessoas quando se é assim tão falho.

Todo que aparento ser, pode ser bem diferente da realidade. Não posso mudar o que sou de uma hora para outra, mas esse exercicio diário de auto controle tem um preço alto: Eu me sinto sozinha.

Hoje, com todo esse cansaço, não me sinto digna de amor.
Não acho que mereça.

Acredito de verdade que esse ciclo vá acabar, que essa fase vá passar.
Tenho pescado motivos e milagres todas as manhãs para sobreviver a mais um dia. É bem verdade que tudo anda muito dificil.

É tristeza, é saudade, é culpa, é mágoa, é excesso de tarefas...

Tudo anda bem subida de ladeira.

Mas hoje eu não vou mais chorar. Vou tomar um banho e me preparar...

Livro na mão é garantia de embarque numa viagem para um mundo novo...

E esse mundo se chama:

Um sentido para a vida de Antoine de Saint-Exupéry.

E é para lá que eu vou.


beijos, me liguem no verão


Aline Bridget Alves

domingo, 20 de dezembro de 2009

Um pouco mais de pequeno príncipe...


Todos que me conhecem, sabem de minha paixão pelo pequeno príncipe bem como, todos que me conhecem, sabem que minha vida anda meio louca de falta de tempo.

Quase perdi a exposição do pequeno príncipe na Oca... Eu nunca me perdoaria se perdesse...

Após um sábado de faxina, acordo as 8 da manhã em pleno domingo e sigo para a Oca com meu inseparável amigo cultural Willy.

3 horas de ônibus e um sol chato não foram nada perto da linda exposição que foi como um pôr do sol para mim.

"Sigam as estrelas" era a única instrução dada pelo guia. E seguindo as estrelas, me vi de novo no mundo mágico do pequeno príncipe... O mundo mágico de quem não tem vergonha dos seus sentimentos, o mundo mágico de quem ama, de quem cativa, de quem pergunta.

No primeiro andar da exposição, seguindo estrelas, Willy e eu revimos a tão conhecida história em cenas, desenhos, filmes, cenários e esculturas.

No segundo andar, caminhando pelo "mundo", vimos a trajetória do autor Exupery (que era piloto de guerra), os campos de trigo (eu quase chorei quando os vi) e um teatro com um aviador engraçado, contando resumidamente a história... Ao sair do teatro, estrelas de papel à nossa disposição para deixar uma mensagem para um planeta melhor.

Subindo para o terceiro andar, informações sobre a vida de Exupery, com cartas, fotos, jornais e fatos de sua vida, bem como, livros do pequeno príncipe em todas as linguas e a pulseira que foi encontrada por um pescador com o nome de Exupery (que morreu aos 44 anos na queda de um avião).

No quarto andar, o asteróide B612 (com os vulcões e a rosa) e no teto, projeções dos planetas por ele visitados.

Puffs e o próprio asteróide eram tudo de que eu precisava: fiquei mais de uma hora deitada olhando as projeções, descansando o corpo, refrescando a mente...

Essa exposição foi tão linda que até consegui me sentir feliz hoje. Há tempos não sentia essa sensação.

O pequeno príncipe tem mesmo razão: a gente sempre se consola.


E uma outra frase que li, do Exupery mesmo, porém de outro livro, me fez pensar muito... Precisei anota-la a fim de me lembrar... Ela segue de presente hoje para você:


"O que salva é dar um passo mais um passo. É sempre com o mesmo passo que se recomeça"



Bem, é isso!


beijos, me liguem no verão



Aline Bridget Alves

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Lembranças...

Ontem fui lembrada de uma data muito triste, uma data que esqueço todos os dias antes de dormir.
O dia em que cheguei em casa e toda a minha família estava desesperada pois ele estava passando mal.
O dia em que pedi com muita fé a Deus para fazer algo por ele, um milagre, um favor, um lenitivo.
O dia em que, mesmo em meio a dor, ele pediu desculpas e agradeceu.
O dia que marca o principio do fim, é bem verdade.

A lembrança, a ausência, o medo que dá de esquecer tudo que ele foi tem um sabor amargo, uma insatisfação.
Ainda não foi possível aceitar a perda, o novo caminho.
A morte, tão natural nos seres vivos, desceu guela abaixo, sem escolha, sem tempo para digerir, sem consentimento dos entes queridos que ainda não estavam prontos para dizer Adeus.
A morte, esse tema de tantas discussões e seitas, o descanso para tantas dores e a causa de tantas tristezas, é uma incógnita, um inimigo invencível e desconhecido.
Ela desampara mães, cria buracos em famílias, dores e saudades incuráveis.
Ela tem sido tema de muitos dos meus posts aqui, eu sei.
Mas é porque aqui eu escrevo o que eu sinto no momento.
E eu sinto falta dele em todos os momentos.
Não sinto raiva, não me revolto.
É só tristeza, é só saudade.
É só vontade de chorar quando lembro dele... quando lembro do jeito tímido como ele sorria, quando lembro da forma como ele ria das gracinhas, quando lembro dele agradecendo quando voltou para casa, quando lembro dele cantando a música do Padre Marcelo.
Mas é só tristeza e um pouco de incerteza quanto a morte.
Não chega a ser um inconformismo, uma rebeldia: Conformada eu estou, não penso em boicotar a morte ou desrespeitar qualquer lei da vida.
Chego até a dizer que estou consolada. (Porque o próprio pequeno príncipe já disse que a gente sempre se consola).
Mas a saudade aperta, a ausência pesa...
E mesmo com dor, a vida não para.
E mesmo não parando, a lembrança não foge.

Estarás sempre vivo em meu coração.


Com amor,


Aline Bridget Alves

sábado, 12 de dezembro de 2009

Retalhos

"Quero trancar as portas do meu mundo.
Que ninguém saia! Que ninguém tente entrar!
Eu não tolero mais nenhuma perda. Eu quero tudo e todo mundo aqui.

Não mexam com o que é meu.
Não pense que é possível invadir meu mundo, machucar quem amo e sair ileso.
Saia já daqui! Procure o que fazer!
O que é meu é meu por merecimento.
Bom ou mal, é meu.
Mantenha a distância que deixe em segurança seu nariz.

Não fale desse jeito comigo que eu não gosto!
Você não me conhece, nunca me viu de verdade, não sabe do que sou capaz.
Se você conhece meus sonhos, minha cor preferida e minha maior paixão na vida, então talvez possa ter certa intimidade.
Se você só sabe meu nome, meu salário e minha aparência, saia já daqui!
Seja honesto pro seu próprio bem, e saia já daqui!
Eu nunca precisei de artistas de picadeiro.
Para rir, eu olho para minhas alegrias.

Quero fechar meu mundo e perder as chaves.
Erguer grossas torres e altos muros: chega de adeus! Chega de saudades!

Quero tempo para conviver com as pessoas.
Rir com elas até ter dor de barriga.
Chorar com elas por qualquer filme.
Comer pipoca e brigadeiro de panela.
Passar uma tarde de conversa fiada.

Me deixe em paz no meu mundo hoje.
Invente desculpas ou não toque em meu nome.

Hoje, quero ficar por aqui, colecionando em meu coração tudo aquilo e aqueles que me são caros.
Para ver se assim, acho um motivo... Um bom motivo..."

beijos, me liguem no verão.


Aline Bridget Alves

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Sobre Coisas Sérias

Sempre fui apaixonada por leitura desde pequenina, quando lia gibis do Chico Bento (meu personagem preferido até hoje). Fui crescendo e lendo livros juvenis que emprestava na biblioteca do colégio (fofíssimos, aliás) e alguns livros de adultos de minha tia.
Um desses livros me chamou atenção desde muito cedo pelas figuras, pelo título e pelo tamanho: eu leria bem rápido! Era o Pequeno Príncipe do Antoine de Saint Exupery.
Eu o li diversas vezes durante minha infância e adolescência e vim a entender o sentido dele agora, depois de velha.

Eu acabei de ler pela 5903 vez. E estou com o coração apertado e os olhos inchados de tanto chorar. De novo.
Eu nunca sei se choro porque a história é triste, se choro pelos amigos que eu também cativei e abandonei, se choro porque perdi a criança que havia em mim.
Eu nunca entendo.

Hoje chorei porque há milhões de campos de trigo em minha mente.
E milhões de estrelas rindo
Chorei porque sei que minha flor também tem só quatro espinhos de nada. E também sei que foi o jeito de minha flor e minha expectativa sobre ela que me fizeram ficar tão longe que agora não posso mais protege-la dos perigos. E ela tem só quatro espinhos de nada!!
Chorei pelas raposas que cativei e abandonei.
Chorei porque conheci pessoas que deixaram o corpo pesado para trás para irem atras da felicidade em outros lugares longe do planeta terra. Chorei tanto de saudade!
Chorei porque conheço reis de ninguém.
Chorei porque conheço bêbados.
Chorei porque conheço pessoas que se julgam tão importantes que são como cogumelos.
Chorei porque conheço vaidosos e não gosto de elogia-los.

Chorei porque as vezes deixo meus vulcões explodirem
Chorei porque as vezes me sinto pequena e vazia
Chorei porque sempre me consolo.

E chorei porque esse livro me faz chorar.

Parece uma desgraça de livro, mas é o livro mais lindo que há em meu mundo.
É um livro que me liberta dos meus medos de parecer ridicula.
É um livro que me liberta para ser eu mesma em qualquer circustância
É um livro que me mostra que curiosidade é de certo modo saudável.

E é por isso que é meu livro preferido na vida!

Muitos dirão que é infantilidade, que não se lê tantas vezes um mesmo livro, que não se aprende tanta coisa com uma estória.
Provavelmente por não conhecerem a grandiosidade da estória.
Provavelmente porque não são iguais a mim.

Pois eu digo para finalizar que, assim como foi o tempo que o pequeno príncipe perdeu com a rosa que tornou a rosa importante, é o tempo que gasto com esse livro que faz dele parte de mim.
E faz de suas lições parte do que eu sou.

Esse livro é como o pôr do sol para mim (E a gente sempre gosta de ver o Pôr do sol quando se está muito muito triste)
Então é isso.
Fica a dica para quem usa o coração que leva no peito: Leia Exupery.


beijos me liguem no verão,


Aline Bridget Alves

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

A música da minha vida (Todos temos uma, não é mesmo?)

Sei que tenho mais enchido linguiça aqui (linguiça não tem mais trema), mas é que ando meio sem idéia, sem cabeça e sem tempo para escrever.
Ando feliz com as pequenas coisas e preocupada com as grandes coisas. Acho de fato que estou normal.
Hoje, uma música me fez dar aquele meio sorrisinho de quem entende uma piada que ninguém entende.
Então, esse post vai para o motorista, o cobrador e todos os passageiros do ônibus dessa manhã que me viram rir e não entenderam nada.
A música que ouvi é a música da minha vida.
A música que causará discórdia no dia do meu casamento.
A música do amor que sinto, que senti e que espero sentir sempre (pela pessoa certa sempre).

A música é essa:

"Teu!
Todo teu
Minha!
Toda minha
Juntos essa noite
Quero te dar todo meu amor...
Toda!
Minha vida
Eu te procurei
Hoje sou feliz
Com você que é tudo
O que sonhei...

Oooohhhh!
Eu te amo!
Oooohhhh!
Eu te amo meu amor
Oooohhhh!
Eu te amo!
E o meu sangue ferve
Por você

Você me enlouquece
Você é o que quero
Eu sou prisioneiro
Prisioneiro
Desse seu amor...

Toda!
Minha vida
Eu te procurei
Hoje sou feliz
Com você que é tudo
O que sonhei...

Oooohhhh!
Eu te amo!
Oooohhhh!
Eu te amo meu amor
Oooohhhh!
Eu te amo!
E o meu sangue ferve
Por você...

(O meu sangue ferve por você - Sidney Magal)
Bem é isso

beijos me liguem no verão,


Aline Bridget Alves

domingo, 6 de dezembro de 2009

Uma estória, uma canção...

"Há muitos anos atras, em meados do mês de Abril, num país distante daqui, Giovanna conheceu Zé Cartola.
Zé cartola era o um homem confuso e ao conhecer Giovanna ficou mais confuso ainda. Uma linda amizade repleta de cumplicidade e carinho nasce entre os dois que tornam-se inseparáveis.
No natal desse mesmo ano, Giovanna presenteia Zé Cartola com um presente atípico: um cd de uma banda brasileira chamada Os paralamas do sucesso!
Zé cartola entra no google e descobre a tradução de uma música que passa a definir seu sentimento por Giovanna.
O tempo passa veloz e, entre indas, vindas, brigas, descobertas e lindos momentos, a confusão de Zé Cartola e os erros de Giovanna os afasta. Não o bastante para fazer a história sumir.

Hoje, de volta ao começo, revivendo tudo o que haviam deixado para trás, Giovanna ouve no rádio aquela mesma música brasileira.
E, ironicamente, essa é a musica que ainda resume exatamente o que Giovanna sente por Zé Cartola e o que Zé Cartola sente por Giovanna.
E passe o tempo que passar, Zé Cartola e Giovanna serão sempre um casal unido pela alma. Estigmatizados. Como um karma, um dharma, uma sina, um destino.

A música de Giovanna e Zé Cartola é essa:

"Os livros na estante
Já não tem mais
Tanta importância
Do muito que eu li
Do pouco que eu sei
Nada me resta
A não ser
A vontade de te encontrar
E o motivo eu ja nem sei
Nem que seja só para estar
Ao teu lado só pra ler
No teu rosto
Uma mensagem de amor

A noite eu me deito
Então escuto
A mensagem no ar
Tambores runfando
Eu ja não tenho
Nada pra te dar
A não ser
A vontade de te encontrar
E o motivo eu ja nem sei
Nem que seja só para estar
Ao teu lado só pra ver
No teu rosto
Uma mensagem de amor

No céu estrelado
Eu me perco
Com os pés na terra
Vagando entre os astros
Nada me move
Nem me faz parar
A não ser
A vontade de te encontrar
E o motivo eu ja nem sei
Nem que seja só para estar
Ao teu lado só pra ler
No teu rosto
Uma mensagem de amor"

Bela história não?

Beijos, me liguem no verão

Aline Bridget Alves

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Apenas um trecho de música I

"Mas eu ando tão fraco.
Não queria que você me visse
Tão fraco.
Mas na verdade eu não quero lhe enganar."


beijos me ligue no verão,


Aline Bridget Alves

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Um texto, um plano, um testamento... Eu não sei bem o que é isso...

"Se eu tivesse como prever o dia de minha morte, eu começaria agora a fazer as coisas do jeito certo.
Eu olharia as pessoas nos olhos acreditando nelas todos os dias.
Eu diria a minha avó que mesmo o arroz queimado dela estava maravilhoso.
Eu diria mais coisas ao invés de preferir ficar em silêncio.
Eu seria mais compreensiva comigo e com meus erros.
Eu roeria menos unhas.
Eu choraria tudo que tenho vontade.
Eu riria alto (eu já faço isso, né?)
Eu brincaria com as crianças todos os dias da semana.

Eu usaria mais vestidos indianos sem me preocupar com o que as pessoas pensariam de mim.
Eu beberia menos e aceitaria apenas rir dos bêbados.
Eu amaria com menos medo.
Eu me atreveria um pouco mais.
Eu teria menos medo de me envolver.
Eu esqueceria o medo.
medo, medo, medo... Quem precisa sentir medo quando já se sabe a data da própria morte?

Eu jogaria fora as relações de aparências.
Eu jogaria fora as roupas que não me servem
Eu jogaria pro universo as mágoas e as tristezas.

Eu faria novos amigos.
Iria pra Russia sem me preocupar com a conta bancária (e o fato de não falar Russo)
Eu cantaria alto.

Me inscreveria num curso de teatro
Num curso de violão
Num curso de canto
Num curso de línguas...

Eu aprenderia francês
Eu aprenderia inglês
Eu aprenderia Russo

Eu comeria menos chocolate
Eu teria menos medo
menos medo, medo, medo

Eu escreveria um livro as pressas.
Talvez me apaixonasse por escrever e escrevesse dois livros.

Eu contaria minha estória de amor secreta.
Eu mandaria o amendoim ir pro inferno.

Eu teria um filho logo.
Talvez me apaixonasse por ter filho e tivesse dois filhos.

Criaria os dois com todo o amor do mundo.
Ensinaria aos dois como amar com todo amor que há no mundo.
Talvez conseguisse até ser casada já que haveria menos medo de amar.
menos medo da rotina.
Menos medo da intimidade, do dia-a-dia.

Eu criaria um animal apenas para tentar expulsar meu medo.
Eu faria terapia para entender o medo.
Eu jogaria mais e arriscaria mais.

Usaria menos preto.
Usaria mais rímel.
Usaria mais saias.

Manteria intacta minha paciência.
Estudaria novas coisas.
Faria faculdade de psicologia por hobby.
Aprenderia o que pudesse para deixar aos meus filhos.

Se eu soubesse a data de minha morte, morreria nessa data como se fosse um nascimento.
Eu iria com a feliz sensação de ter feito o melhor por mim e pelo próximo.

Se a data da minha morte fosse hoje, provavelmente eu lamentaria com todos os entes queridos.
Lamentaria a morte do tempo que perdi, do nada que acumulei e das oportunidades que deixei passar.

Talvez ainda haja tempo para mudar..."


Beijos,

me liguem no verão.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Apenas um torpedo sms 2

"Para estar junto não é preciso estar perto. Basta estar do lado de dentro."

beijos, me liguem no verão

Aline Bridget Alves


Obs 1.: Tô pensando em liberar memória do meu celular e postar aqui todas as mensagens que envio e recebo. Será que posso? Uhaha

Obs 2.: Frase que me resume hoje: É, eu sei que tenho sorte!