domingo, 11 de julho de 2010

O mundo continua girando...

Aproveito para fazer uma propaganda do meu novo projeto TOTALMENTE acadêmico e profissional que está no ar em pleno funcionamento:


Nesse blog feliz, falarei junto com outros profissionais ou quase profissionais na área de comunicação sobre como tudo pode ser vendido, pela mídia ou por nós mesmos. Tudo o que pode ser apresentado, pode ser desejado. Essa é a forma como aprendemos a lidar com o público com o Marketing: Antes de produtos e propagandas, nós criamos NECESSIDADES!
Todos os meus esforços nesses últimos tempos têm sido para esse blog, com textos que falem como o desejo afeta o produto e sua demanda.

Meu post inicial fala sobre sofrer por amor. E o fiz por minha experiência. Em momento algum citei ninguém além de mim mesma lá.
As crenças e os sentimentos que comprei com minha própria alegria no passado foram citadas ali. São crenças minhas e o tapetinho de porta citado ali era na verdade, eu mesma. Falei com precisão pois falei de um pessoa que conheço realmente e profundamente: EU!

Bem, vale a pena uma conferida...Meu próximo post estará no ar essa semana.

Atenciosamente,


Aline Bridget

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Qualquer semelhança é mera coincidência...

“Dizem que a verdade não importa e sim o que cada um quer ver
Algumas pessoas precisam dar um passo atrás para descobrir tudo a sua volta
Outras precisam ver que suas mentiras podem traí-las
Algumas pessoas precisam enxergar que tinham tudo o tempo todo
E finalmente, algumas pessoas que precisam fugir de tudo para não olhar a si mesmas
E quanto a mim, vejo tudo mais claro agora...”


Trecho do décimo capítulo da primeira temporada de Gossip Girl.

Aline Bridget

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Um lamento só



Cansaço. Resume bem.


Aline Alves

Canção

"No dia em que fui mais feliz
Eu vi um avião
Se espelhar no seu olhar até sumir
De lá pra cá não sei
Caminho ao longo do canal
Faço longas cartas pra ninguém
E o inverno no Leblon é quase glacial

Há algo que jamais se esclareceu
Onde foi exatamente que larguei
Naquele dia mesmo
O leão que sempre cavalguei

Lá mesmo esqueci que o destino
Sempre me quis só
No deserto sem saudade, sem remorso só
Sem amarras, barco embriagado ao mar
Não sei o que em mim
Só quer me lembrar
Que um dia o céu reuniu-se à terra um instante por nós dois
Pouco antes de o ocidente se assombrar"

Inverno - Adriana Calcanhoto...

È... faz sentido.

A Realidade, a ficção e os vampiros...

Diário de um vampiro me foi apresentada como uma série febril por minha prima.
Eu já conhecia essa história. Essa febre que também vivi por vampiros. Ainda vivo para ser exata. Minha febre é pelo adorável, doce, lindo, jovem eternamente, imortal, romântico, viril e rico Edward. Sobram adjetivos pelo mocinho altruísta que protagoniza a saga Crepúsculo criada pela mente mais maluca e fértil que já vislumbrei, Stefanie Meyer. Aceitei a experiência como sempre faço com essa minha prima. Gosto de saber do mundo dela. Gosto de conhecê-la, faz dela uma parte mais forte de mim.
Bem, comecei a assistir Diário de um vampiro. Estou no sexto capítulo.
Devo dizer que existem semelhanças entre a série e a saga de crepúsculo. Mas não são muitas.
Nessa, até onde assisti, existe o fator RAZÃO. Essa característica é inexistente na inconseqüente Isabella Swan de Crepúsculo, que embarca com tudo o que pode no amor que sente pelo Edward. Já para a Elena de Diário um vampiro, por enquanto, quem dá as cartas é a razão.
Ela concedeu à Stefan um dia para mostrar o que era e toda a sua história. E ao final desse dia, com o coração partido, disse ao mocinho (adorável, doce, lindo, jovem eternamente, imortal, romântico, viril e rico) que não ficaria com ele, mesmo sabendo que ele não a machucaria, pois ele e seu irmão Damon trariam grandes perigos para si e sua família. Ponto final.

Fiquei boquiaberta. E impaciente. Tudo piorou quando descobri que precisarei sobreviver até amanhã a noite pois não tenho o capitulo 7 aqui.
Mas além da tristeza profunda por entender Elena, ficou de lição algumas coisas das quais tenho tentando me convencer dia após dia.

Não é preconceito. Existem pessoas que simplesmente não fazem sentido para nossa vida. Sei que, pelo romantismo da série, eles ficarão juntos no final, mas a que preço?
Damon odeia o irmão pois “dividiram” a mesma mulher no passado. Mulher, aliás, que foi quem os transformou em vampiros. Mulher muito má, Katherine.
Damon nunca os deixaria em paz. Elena morreria, Stefan não. Stefan teria que manter uma distância segura eternamente para não machucar Elena. E se machucasse, ela só se transformaria em vampira se mordesse um ser humano: Stefan transformaria Elena numa assassina e vampira.
Não é falta de amor. Se o final desse seriado fosse outro, Elena provavelmente o terminaria sozinha, velhinha, sentada em sua cadeira na varanda como a viúva Garibaldi. Que outra escolha teria? Que outra escolha há quando seu coração pertence a um ser a quem ela não pode pertencer?

Trazendo isso para minha realidade de chocolate quente. Não é preconceito pelo que é ou pelo que costuma fazer em suas relações. Não é medo. Não é pelo que os outros pensam.
EU, ALINE ALVES, simplesmente não posso conviver com migalhas. Não depois de tudo o que vivi. Fosse antes, 10 anos atrás, ainda estaria aos pés de sua mesa, aos seus pés, entre as suas mãos. Que mal havia? Eu não queria ir a lugar algum mesmo.
Não é falta de amor. Nunca foi. Simplesmente SABEMOS que amor de minha parte não falta. Mas um amor que nunca aconteceu, não acontece mais de sua parte. Pode existir carinho, amizade, confiança e até um casual desejo. Mas isso NUNCA será amor. SABEMOS disso. SENTIMOS isso. Isso não se evita.
Não sei se o final reservado para mim será o de viúva Garibaldi. Não sei a que vim, não sei se o universo reserva para mim algo além de uma eterna labuta externa e luta interior. Não sei se há explicação para a existência dessa história que mais do que lições e lembranças lindas deixou em mim: deixou pontes. Talvez a explicação seja essa. Ou não.
Todas as perguntas que faço todas as noites recebem como resposta o silêncio.
Um pouco mais de paciência para mim. Essa virtude não tem fim.

Na comparação entre diário de um vampiro X blog da Aline, eu tiraria o fantástico mundo dos vampiros e colocaria apenas a falta de amor. Elena tem o amor de Stefan. Aline nada tem.
E mesmo assim, ao final desse sexto capitulo, vejo Elena na mesma posição que eu: sentada chorando atrás de uma porta que ela mesma fechou depois de muito pensar.


Aline Bridget

terça-feira, 15 de junho de 2010

Vamo que vamo!




"Terra adorada!
Entre outras mil
És tu, Brasil
Ó Pátria Amada
Dos filhos deste solo
És Mãe Gentil
Pátria Amada, Brasil"


sábado, 12 de junho de 2010

Feliz dia dos Namorados! =(



Nessa data comercial que tanto esvazia meu coração (e diminui minhas esperanças), eu começo a pensar no quanto me sinto diferente das pessoas ao meu redor. O apelo está em todos os lugares porque é assim que tem de ser: O dia dos namorados é uma data que deve ser comemorada e seu parceiro ou parceira merece ser presenteado. Há sempre o melhor sapato, a melhor blusa, o melhor perfume, jóia, maquiagem, vinho, livro, cd, bolsa. Há sempre o melhor restaurante, o melhor motel e o melhor chalé em campos do Jordão a espera daqueles que tanto amor compartilham. Na TV, no rádio, na internet, nos papéis que alguns panfleteiros ainda entregam, nas portas das lojas (e nas filas dos caixas). A informação acerca dessa data que eu tanto gostaria de esquecer chega até ao meu e-mail pessoal e minha página do Orkut. Até minha colheita feliz quer que eu comemore o dia dos namorados!

Poxa, me respeitem!

Eu sou uma pobre moça pobre, romântica e solteira.

Minha energia não bate com a de moço disponível algum. Que culpa tenho? Não sou feia, sabe? Tampouco sou de se envergonhar para apresentar para a família num almoço de domingo. E mesmo assim, a maldição de “A fórmula do Amor” que eu tanto cantava pro Willy cai sobre mim.

Pensava sobre isso no ônibus. Sobre diferenças. Sobre moças que discutem como farão para decidir com qual dos 2 namorados passarão esse dia. E moças chateadas porque “namoram” moços casados que não passarão esse dia com elas. E sobre moças que vão “ferver” nessa data com muitos solteiros por aí a fora.

Refleti muito e cheguei a conclusão que talvez eu esteja mesmo errada. Antiquada? Fora de moda? Fora dos padrões?

Não existe “fila” na minha vida. Fila nenhuma anda aqui não. Meu corpo é meu templo. Eu tenho sentimentos, gente! E tenho coração. E se vivo um amor platônico e eterno ou não, problema meu.

Senti tanta revolta com oportunidades que as pessoas jogam fora, com os sonhos que vou jogando fora com o tempo por não ter com quem compartilhar, com o tempo que passa e eu ainda não namoro, ainda não pensei em comprar minha casa com quintal nos fundos, ainda não sonhei o quarto do Vini e sequer sei se o Vini nascerá. O sentimento foi de revolta e de impotência. Porque não há nada que eu possa fazer a não ser viver para ver morrer meu sonho e objetivo de vida: Constituir uma família na base do amor.

Com base nesses sentimentos e embalada por essa data tão feliz, criei a seguinte teoria: Relacionamentos Lojão do Brás X Relacionamentos Hering

O entendimento é simples. Podem ler e ir correndo com as flores para suas amadas e com os perfumes para seus amados:

Relacionamento Lojão do Brás: Com um investimento de R$ 80,00 você vai nessa loja com roupas de qualidade duvidosa e saí de lá com a sacola cheia. Blusas, calças, meias, tudo. A um precinho camarada. O atendimento não é lá essas coisas e as peças são muitas vezes um tanto desbeiçadas. Mas tudo bem, suas aquisições enchem uma sacola toda. Ponto.

Relacionamento Hering: Com o mesmo investimento de R$ 80,00 você entra nessa loja com atendimento padronizado. Escolhe uma peça pela qual se apaixona e compra. O vendedor te oferece opções de pagamento, embalagem presenteavel e etc.

Análise dos fatos após 1 mês:

As duas peças Hering que você comprou ainda estão inteiras, mesmo tendo sido lavadas várias vezes. Quando você a usou, as pessoas notaram o quanto ela combinava contigo e quanto de bom gosto e harmonia havia na estampa e na costura. Você se sentiu bem vestida! Mesmo depois de um mês e várias lavadas, a blusa mantéma cor e o formato. Um luxo só.

As várias peças que você comprou no lojão do Brás tinham um defeito inicial: Você não as provou, portanto, quando chegou em casa, viu que algumas delas não ficaram bem no seu corpo não. As outras, você usou normalmente. E lavou normalmente. E um mês depois a maioria dela já tinha perdido a cor e estava mais desbeiçadas do que de início.

E então? O que vale mais?

Trocentas roupas com um curto ciclo de vida?

Ou uma peça durável e com uma melhor relação custo-benefício?

Eu ficaria com a Hering nesse caso. Porque tenho gavetas cheias de blusas que não consigo usar, que desbotaram, furaram, rasgaram e etc. Deixo-as no fundo da gaveta e uso minhas herings.

Trazendo para a vida real, relacionamentos Lojão do Brás são esses que as pessoas vivem a rodo: 2 numa noite de balada, um esse mês, outro no próximo, 2 de uma só vez. E sucessivamente, sem tempo para respirar, as pessoas vão vivendo amores sem terem nem tempo de conhece-los. Amores sem sentido. Amores que não são amores. Passatempos. Tapa buracos de necessidades e carências. Puro sofrimento comprado a preço barato.

Relacionamentos Hering são esses nascidos da sinceridade de sentimentos, da cumplicidade. Relacionamentos baseados em respeito, em carinho, planos comuns e desejos comuns.

Relacionamentos Lojão do Brás são um conjunto de relacionamentos que algumas pessoas carregam, sabendo o peso que representam. Desnecessários.

Relacionamentos Hering é o tipo de relacionamento que vejo minha avó contar. Conheceu meu avó aos 17 anos, casou-se pouco depois, teve com ele 13 filhos, tinha pouco conforto, pouco dinheiro e pouca comida. Ensinou a todos os filhos aquilo que eles tinham de melhor: caráter. Ter o que merece pelo trabalho. Meu avó era lixeiro. E minha avó para ter uma renda extra e ajudar a colocar comida em casa, lavava a roupa dos amigos de trabalho dele. Meu avó morreu há mais de 20 anos. Minha avó nunca mais teve homem nenhum. E ainda se refere a ele como meu véio.

Um relacionamento Hering. Ele no plano espiritual e ela aqui no terreno, cuidando com todo o amor de toda a família e do parco patrimônio que eles haviam conseguido juntos.

Relacionamento Hering. Não desbotou nem com a bebedeira que levou meu avó à morte, não desbotou nem com a própria morte do meu avô.Um relacionamento de amor. E então, depois da constatação dessa teoria, eu entendi. Eu entendi que não havia sofrimento algum em ainda não ter ninguém para chamar de meu rei.

Eu engoli o choro por não poder andar de mãos dadas com alguém, ou dormir abraçadinha nesse friozinho que tem feito. Porque eu entendi que para ter uma roupa da Hering, eu precisava ter um pouco mais de dinheiro. Esperar o dia do pagamento talvez.

E entendi que, definitivamente, não quero um relacionamento Lojão do Brás para mim.

Feliz dia dos namorados a todos!

Que o amor seja base de todos os relacionamentos sempre!

Um beijo especial ao meu amor. Onde quer que você esteja, tenho te esperado há tempos. O melhor de mim tem sido guardado para você.

Aline Bridget

Obs.: ôo Santo Antônio, amanhã é seu dia... Olhai por nós, as mocinhas românticas e encalhadas. Dai-nos namorados bons e corretos. Amém.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Plano B - Ui Ui Ui

Genteeee, uma comédia romântica que faz chorar.
E um mocinho que faz a gente suspirar.
E uma mocinha tão atrapalhada que facilmente nos identificamos com ela.
E um cachorro que nem dá medo
E cenas no mínimo, improváveis...

Mais que dica, fica a ordem: Assistam Plano B.

A Crítica já falou que é filme para sozinhos, espelho dos solitários e etc.
Para mim, esse filme nada mais é do que o retrato do relacionamento que existe em meus sonhos. Um filme que faz as pessoas sairem suspirando do cinema... ai ai...

Não vou resumir esse filme aqui. Fazia muito isso quando era obrigada a entregar atividade complementar na faculdade, mas agora que essa fase passou, escrevo apenas para mostrar minha admiração pelos filmes e obrigar as pessoas a assistirem.

Então é isso!


E viva Stan!!! Ahhhhhh Stan! Olha ele aí:



Nos melhores cinemas:




Aline Bridget

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Cadê minha senha do Twitter?

Hoje é o meu aniversário de Vênus. E eu não sei o que isso significa. Mas sei que algumas demandas precisam ser rapidamente solucionadas ou minha sanidade será posta a prova.

1) Eu tenho 48 horas para arrumar um namorado. Ou não comprarei o presente que todas as mídias me mandam comprar
2) Eu quero que chegue logo dia 01/07 porque eu estou com ingressos comprados e quero ver logo meu vampirão
3) Eu quero que saia logo minhas notas pra eu saber que passei de ano
4) Eu quero que essa TPM passe juntamente com essa boba ansiedade que não sai de meu coração, tão intrinseca com essa alegria infundada.

Feliz Aniversário de Vênus em mim!

Alibe Bridget

Obs: Quem souber minha senha do Twitter, gentileza me avisar pois esqueci de novo e esse motivo me fez escrever pequenas besteiras aqui para desabafar.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Mais do mesmo - O cenário musical

"Ei menino branco o que é que você faz aqui
Subindo o morro pra tentar se divertir
Mas já disse que não tem
E você ainda quer mais
Por que você não me deixa em paz?

Desses vinte anos nenhum foi feito pra mim
E agora você quer que eu fique assim igual a você
É mesmo, como vou crescer se nada cresce por aqui?
Quem vai tomar conta dos doentes?
E quando tem chacina de adolescentes
Como é que você se sente?

Em vez de luz tem tiroteio no fim do túnel.
Sempre mais do mesmo
Não era isso que você queria ouvir?

Bondade sua me explicar com tanta determinação
Exatamente o que eu sinto, como penso e como sou
Eu realmente não sabia que eu pensava assim
E agora você quer um retrato do país
Mas queimaram o filme
E enquanto isso, na enfermaria
Todos os doentes estão cantando sucessos populares.
(e todos os índios foram mortos)."

Mais do Mesmo - Legião Urbana