sábado, 30 de outubro de 2010

Dez coisas que levei anos para aprender

1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom ou empregado, não pode ser uma boa pessoa.

2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.

3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.

4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.

5. Não confunda sua carreira com sua vida.

6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.

7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu todo o seu potencial, essa palavra seria ‘reuniões ‘.

8. Há uma linha muito tênue entre ‘hobby’ e ‘doença mental’.

9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.

10. Lembre-se: nem sempre os profissionais são os melhores. Um amador construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.

Uma última, mas não menos sábia. ‘Guardar ressentimentos é como tomar veneno e esperar que outra pessoa morra’.

(Luís Fernando Veríssimo)

Pra ser feliz...

Eu ouço essa frase com tanta freqüência quanto ouço Bom dia.
Geral quer ser feliz... E querem ser felizes o tempo todo. E criam ligações entre felicidade e outras coisas, pessoas e situações que nada de felicidade são capazes de trazer.

Uma grande porcentagem da "População" que deseja insistentemente ser feliz, até já possuem motivos para a felicidade em sua vida: paz, amigos, família e um emprego razoável. Isso faria de um mero mortal um feliz mortal. Com muita garra para ir além, conhecer novos lugares, aprender novas coisas, novas pessoas e manter-se no sossegado caminho da paz, economizando energias para uma possível batalha dessas que a vida sempre traz porque ser mocinha ou herói de novela não é fácil... Parece felicidade certa? E não é.

Uma outra porcentagem da "população" vive na outra margem do rio, do outro lado da calçada: são aqueles que tem problemas em família, problemas de saúde e não possuem emprego ou renda própria fixa. Vivem de sobressaltos: uma dor, um filho que algo fez de errado, um algo a ajustar por ali. De meros mortais, essas pessoas se transformam em super homens (ou mulheres maravilhas, como preferirem): E doentes, escolhem trabalhos aleatórios e alternativos, com rendas que muitas vezes compram apenas o necessário. Não economizam energia para a batalha: eles não têm escolha e vivem a batalha. Energia sobra, flui pelos poros. Parece motivo para ser infeliz o tempo todo? Não é.

Um ou outro gato pingado, que nem entram nos meus gráficos, são as pessoas que vivem a vida de um jeito leve e eu as considero sortudas: tudo parece vir de forma fácil para essas pessoas e por essa qualidade, qualquer problema é resolvido conforme a demanda e com facilidade. São raras mas eu as conheço. Elas não falam muito em felicidade: basta olhar para elas que você percebe que elas estão de mãos dadas com o próprio interior, seguindo a vida conforme manda o figurino, sempre com um plano de contingência caso tudo dê errado. Uma palavra os resume: confiança.

Eu, por minha vez, se tivesse que me categorizar, diria que sou o caso 1. A porcentagem dos que freqüentemente "choram de barriga cheia". E dentro dessa categoria, que abrange boa parte dos que conheço, existem os estágios:
  • O primeiro estágio é daqueles que ainda buscam mudanças quando tudo fica ruim e não são sempre fortes, as vezes eles vacilam. O primeiro estágio é o das pessoas comuns, que buscam a felicidade e reconhecem que talvez já a tenham.
  • O segundo estágio é daqueles que reclamam até quando tudo está bom: Droga, recebi um aumento de salário! Mas o vizinho recebeu um aumento de salário maior que o meu, como vou ser feliz assim? Droga, estava com muita dor, mas era só enxaqueca. O segundo estágio é dos reclamões.
  • O terceiro estágio é daqueles que não mudam nunca. E para a vida ser menos monótona, eles vivem de problemas imaginários. O terceiro estágio é daqueles que deveriam procurar psicólogos. É o estágio dos pobres coitados.
E eu, aqui nessa categoria em que me encontro, continuo minha feliz busca: a felicidade está em mim. E eu sei que se eu parar o movimento externo, posso ouvir a voz do meu coração, aquilo que eu realmente sou e quero ser: e essa é a voz que me indica o caminho da felicidade, que nem sempre é pura alegria escandalosa e nem sempre é a pura paz da casa de campo.

Para mim, ser feliz, tem mais a ver com estar com a consciência tranqüila e sentir muito amor. Por mim, pelas pessoas, pelos filmes, pelas flores, pela vida. Pois como já disse Gandhi:

"Não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho."

Um beijo feliz,

Aline Bridget

Obs.: Citei população entre aspas por falar da população que conheço e que observo. São meus amigos, meus amores, minha família. Pessoas lindas, com qualidades e defeitos unicos. São eles os responsáveis por cia e alegria no meu caminho feliz para a felicidade. População aqui é um termo que indica uma quantidade limitada porque eu não sou lá nada popular. Mas vale a observação e os insights. Aqui, considerem a intenção. Obrigada!



domingo, 24 de outubro de 2010

Por favor, desenha-me um carneiro?

Um ser, quando nasce nesse planeta, traz consigo a esperança e a alegria de ser bem vindo em uma família que durante nove meses esperou ansiosamente para ver seu rostinho feliz.
Um bebê, quando nasce, tão rosado, tão solar, tem a obrigação apenas de ser saudável e feliz e crescer como manda a lei da natureza: Nascer, crescer, envelhecer e morrer. Nesse meio tempo, ser feliz é a maior lei.
Certo?
Errado.

Um ser, quando Renasce nesse planeta, traz consigo a responsabilidade pelos atos passados. Escolhe provas que sabe que poderá suportar e, com a ajuda de quem sabe do assunto, escolhe famílias que o acolherão, ajudarão e aprenderão com ele. Escolhidas assim, aleatóriamente, sem ligação passada? Nop.
Nasce num corpo frágil e dependente mas mantém no espírito as certezas adquiridas em tanto tempo de vida.
Sua maior lei? Evoluir.
Seu maior mandamento? Amar.

Esse ser, muitas vezes não nasce com todas as faculdades necessárias para viver independente nesse planeta. Por vezes, o que consideramos um castigo divino é escolha do próprio espírito: uma deficiência auditiva, visual, mental, física...
Pessoas deficientes provocam dó em você?
Eles estão assim por escolha própria. Não devem ser mais ou menos amados por isso. Merecem sim, mais cuidados, mais apoio, maior atenção. Mas não devem ser excluídos ou olhados com pena. Não são coitadinhos. São seres fortes que sabem que serão capazes de suportar as provas as quais se dispuseram a cumprir.

Já vi de perto seres maravilhosos encarnarem sem o que os médicos consideram essencial para sobrevivência: um cromossomo, um glândula, um céu da boca, o hormônio que faria desenvolver conforme o crescimento, faculdades mentais... E vi de perto esses seres lutarem bravamente, dia após dia, para cumprir com sucesso sua missão temporária nessa terra de expiação.
Foram lutas difíceis. Para eles e para nós, que acompanhamos de perto, com os olhos marejados a cada nova crise. Com a mente ligada no plano superior, sabendo que aquilo deveria acontecer. E com o coração na mão sabendo que o certo era aquela criança correr pela casa e não ficar deitada num leito de hospital.
Foram momentos muito especiais, que guardo na lembrança, de cada rostinho calmo e resignado: espíritos que já se foram e conquistaram um lugar especial em meu coração, deixando-o assim, cheio de saudades.

Hoje, comemoro cada nascimento: Uma nova vida traz sempre novas esperanças. Crianças sempre foram motivo para muita alegria e, no meu caso, muitos apertões.

Essa semana, comemorei mais um nascimento. Um primo lindo com bochechas que eu vou apertar e morder com todo o prazer.... Mas como essa Terra não é lugar de passeio, ele veio viver conosco uma existência com algumas limitações físicas também.
Se eu choro, não é por dó. Eu já o amava antes de seu nascimento. E ele é muito bem vindo, independente de como vier.

Conversando com o pai dele hoje, um primo de primeiro grau com quem vivi ótimos momentos de minha adolescência e com que tive muitos insights, eu disse que eles (os pais) deveriam se considerar preparados e maduros: Não existe um fardo que um ser humano não possa carregar. Está tudo escrito e combinado. O hoje é reflexo do que fomos ontem. Não é Deus quem determina nosso caminho: São nossas próprias ações e escolhas.
Eu ouvi do outro lado da linha apenas um choro cansado.

E agora? Bem, o que temos?
Um pouco de fé e um amor maior que o mundo.
E a paciência para esperar....

Uma cura, um diagnóstico favorável, um milagre.

Esperar que seja um impacto mínimo possível para que possamos ensinar todas as lições que ele deve aprender pelo amor.
E esperar com otimismo que dessa vez a história seja diferente.

E é isso.

Aline Bridget

Obs 1.: O título é do Pequeno Príncipe do Exupery.
Obs 2.: Uma das instituições que conheci quando tinha tempo disponível e que merece uma visitinha e uma atenção. Os assistidos não são mais crianças, são pessoas com paralisia cerebral e, de todas as instituições que procurei quando queria doar o amor que tinha em mim, essa foi a mais fofinha que achei:

Fraternidade Irmã Clara - FIC
Av. Pacaembu, 40
Barra Funda
São Paulo - SP
CEP: 01155-080
11-3666-2727

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Eu canto pela Paz... pela MINHA Paz...

"Dizem que o medo e a dor
Fazem a gente aprender
A superar como for
Um mal de amor pra valer
Verbos e sonhos se vão
Deixando a mesma impressão
Não vale a pena viver por viver
Pelo seu amor, chorei
Pelo seu amor que essa alma se lançou
E o encanto bom que existe então chegou
Quer viver assim, assim tão perto de mim?
E eu que era sozinho agora estou
Em paz
Estrela do meu céu azul renasceu
Em paz
Indo do Cruzeiro pra Sul renasceu
Em paz"

(Em Paz - Natiruts)

Eu acompanho esses moços de Brasilia desde o comecinho. Não me comparo aos fãs pois pouco sei sobre eles, mas amo de paixão a forma leve e livre com que eles cantam a vida e o amor.
E essa, antiguinha já, se chama EM PAZ... E no momento ela fala sobre mim.
Fala sobre minhas constatações e sobre a minha feliz descoberta que um tanto quanto melancólica e amedrontada ainda me deixa... E no panorama analisado, me sinto em paz comigo mesma.
E isso é tudo, ué.

Aline Bridget

Obs.: é do Natiruts também a música Iluminar que sempre canto pra minha irmã. Já devo tê-la citado aqui. Fácil perceber que Natiruts tem sempre um bom conselho e uma boa música para diversas ocasiões e relações.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Recomeçar... Onde mesmo eu parei?

Um dia me disseram que não existe o acaso e que cada pessoa e acontecimento tem razão de ser num passado por mim esquecido.
Um dia, ao ouvir tal explicação, tentei entender ligações com todas as pessoas do meu mundo. E tentei entender e categorizar todo meu mundo...
Um dia, ao tentar controlar o incontrolável, eu me vi perdida: eu que tinha tudo na palma da mão, já não sabia de mais nada.
E tudo o que eu queria abandonar, falava a minha consciência: Razões do passado, cuidado.

E eu fui ficando...
Sonhei, planejei e eu nada fiz.
Amei, desamei, re-amei... batalhei... e nada fiz.
Na verdade, essa lição de "razão no passado" me escravizou: hoje tenho medo de errar. Medo de machucar. E as vezes, eu machuco é o meu próprio e imaturo coraçãozinho.

É com tristeza e pesar que eu digo que nada fiz. Nada conquistei e pouco aprendi.
Mas o que eu sinto hoje é bem diferente de auto piedade ou tristeza profunda: estou decidida e apática. Tem mais a ver com rompimento...

Um dia me disseram que os laços de hoje tem origem em outrora. E que passada a lição a aprender e a ensinar, cada um segue seu caminho rumo a evolução...
Nesse dia me deram a chave da minha própria liberdade...

Hoje é um dia em que me questiono se já não aprendemos tudo... Acho de verdade, que podemos seguir rumos separados em direção a evolução. E nesse dia, com o coração partido, sem certeza alguma e sem ter pra onde ir, concluo que está na hora de ir embora.

E rumo a eternidade, concluo que eu nunca vou me esquecer de você.


Aline Bridget

sábado, 9 de outubro de 2010

Obrigada!

Fazendo uma limpeza no meu idoso e respeitável computador, encontrei um texto com muuuuito tempo de idade. Nunca tive intenção de divulga-lo (e nem sei se já o divulguei um dia) mas hoje, quando o li, percebi que tratava-se de grande verdade.
Não o escrevo como recado a ninguém. Esse texto salvo numa pasta escondida com o título "Obrigada" vai ao ar hoje pela beleza de alguém que foi forte ao final de uma relação.
Me acusem do que quiserem mas não o farão com verdade se disserem que não sou forte.

Então, para vocês, um texto de quase 10 anos de idade, cujo título é: Obrigada!

Obrigada!
Por me ensinar a contar só comigo.
Por me mostrar que não existe porto seguro a não ser em nós mesmos.
Por me mostrar que as pessoas mentem
Que promessas são quebradas
Que beijos não são alianças
Que palavras são esquecidas
E ofensas são parte da vida

Obrigada por me ensinar a ser livre
Por me mostrar que ter alguém não é indício de ter apoio
Por me ensinar que tenho que resolver meus problemas e dividir coisas boas e alegres
No fim, toda a dor que senti me fez ver que eu sou capaz de me virar sozinha.
Eu gosto. Eu prefiro!
Hoje me sinto preparada para amar de novo.
Dividir coisas boas, ensinar e aprender....
Sem precisar de apoio, sem necessitar de alguém pros momentos difíceis.

Por isso hoje agradeço pela sua passagem na minha vida!
E agradeço a Deus a possibilidade de amadurecer... me sinto tão diferente...
Tenho medo de te ver... sei que diria que deixei de ser o anjo que sempre fui na sua vida...
Mas honestamente, isso não importa mais.

Sou mais feliz e sou o que sempre quis ser.

Daqui pra frente, carrego só o que for leve... Infelizmente, vc foi ficando pesado.

Obrigada por tudo!

Com todo o amor que um dia vc deixou de lado,

Aline Bridget

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Citando "Encontros"...

Os encontros mais importantes já foram combinados pelas almas antes mesmo que os corpos se vejam.
Geralmente estes encontros acontecem quando chegamos a um limite, quando precisamos morrer e renascer emocionalmente. Os encontros nos esperam – mas a maior parte das vezes evitamos que eles aconteçam. Entretanto, se estamos desesperados, se já não temos mais nada a perder, ou se estamos muito entusiasmados com a vida, então o desconhecido se manifesta e nosso universo muda de rumo.
Todos sabem amar, pois já nasceram com este dom. Algumas pessoas já o praticam naturalmente bem, mas a maioria tem que reaprender, relembrar como se ama, e todos – sem exceção – precisam queimar na fogueira de suas emoções passadas, reviver algumas alegrias e dores, quedas e subidas, até conseguir enxergar o fio condutor que existe por detrás de cada novo encontro.

(Paulo Coelho - http://g1.globo.com/platb/paulocoelho/)


Aline Bridget

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Pensar...

Confesso minha indisciplina, irresponsabilidade e senso crítico em excesso... Mas preciso fazer um desabafo!

Domingo é um dia muito importante e estou falando do âmbito nacional. Da responsabilidade que adquirimos com isso que chamamos de "democracia" (mesmo obrigatória). E eu simplesmente não sei quais são meus candidatos a muitos dos cargos para os quais tenho que votar.

Pensei, analisei, assisti horários eleitorais gratuitos, ouvi pelo rádio, vi debates e pesquisei: conclusão alguma! Para os cargos de maior importância, como presidente e governador, já tenho meus preferidos que escolhi pela pesquisa de histórico e pela igualdade de idéias... Mas para deputado e senador, a coisa está pior do que votação para Grêmio Estudantil... Sim, falo com conhecimento de causa porque já escolhi meu semblante mais sério e dei minha cara a tapa para virar uma mísera secretária de Grêmio. Em minha eleição para o cargo, nenhuma gracinha e nenhuma vantagem para ganhar o voto: apenas a promessa de ser uma boa representante do grupo de alunos que me elegessem.

Fiz meu trabalho juvenil de descrever pautas para a secretaria de ensino com muita seriedade. E eu tinha só 12 anos!
Então hoje, mais de 10 anos depois, quando o colégio deixou de ser meu mundo, quando uma sala com computadores e verba de festa de halloween deixaram de ser as demandas mais importantes do momento, eu fico indignada com a falta de foco dos que deveriam trabalhar pelos meus direitos. Mais que indignada, eu fico muito puta da vida mesmo!

Assistir ao horário eleitoral gratuito foi como assistir ao Zorra Total: Piadas sem graça que não me apetecem. Comparação injusta pois até o Zorra Total tem quadros que me fazem dar um sorrisinho.
Eu não ri no horário eleitoral. Brincadeira tem hora. Foco!

Deixa de ser uma questão de engraçada ou uma questão de ser Caxias se a gente parar de pensar como bobos alegres e conseguir pensar com seriedade em alguns momentos.
Ajuda muito se a gente parar de pensar que nada tem solução e repetir todos os dias o mantra: vou fazer a MINHA parte da melhor forma que eu puder. E de forma consciente.
Assim, seu candidato será escolhido por ter convencido você de suas idéias e sua história decente. E não porque ele vai ganhar mesmo já que todo mundo vai votar nele.


Bom, agora melhor eu parar antes que algum Tiriritista decida descer o cassete em mim!

Pense um pouco, hã?

Até domingo!

Aline Bridget

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Menina Pimenta e a delicia de ser autentica

Recentemente, uma série de novas descobertas tem acompanhado a mim e as minhas companheiras de aventura: são alegrias fugazes, estrelas cadentes as quais a gente se agarra, novidades explosivas as quais não temos tempo o suficiente de nos dedicar...

Menina Pimenta é uma estrela cadente... Nos agarramos a ela pelo cansaço do antigo e do sonho em comum.
Nos agarramos a ela pela igualdade de pensamentos e pelas diferenças que se complementam.
Menina Pimenta é antes de uma marca, um sonho de liberdade....
Quando penso em Menina Pimenta penso na mulher que sabe o que é e não tem medo de ser.
Penso na mulher livre com raízes no tradicional.
Penso na mulher em sua essência: antes de ser mãe, profissional e dona de casa, ela é simplesmente MULHER. Com desejos, com detalhes e com mil tons e nuances, naturais ou neóns.
Menina Pimenta é o meu sonho repartido e dividido que se multiplicou. E é esse sonho que me movimenta em prol da satisfação da mulher que antes de ser ocupada, estudante, modelo, amante, esposa, dona de casa ou qualquer ocupação, é aquela que é capaz de fazer diversas atividades ao mesmo tempo, com seu próprio jeito e sensibilidade... Madura, menina, com a alma sempre mais jovem que o corpo: Mulheres-meninas-pimentas sabem temperar todos os momentos da vida de forma marcante... porque o fazem de forma única!


Essa é minha marca... esse é meu sonho.

E em breve compartilharei com vocês.

Aline Bridget

domingo, 26 de setembro de 2010

Em cima do muro


Recentemente, vivi uma situação indigesta e gostaria de compartilhar um ponto de vista meu até então escondido no meu inconsciente.
Sempre defendi os meus. Sei que sou totalmente desequilibrada para defender meus entes amados e sei que devo melhorar. Mas por ora, preciso cuidar do que tenho. E recentemente, me colocaram numa história entre duas pessoas queridas.

Eu nunca escolheria.
Eu agiria assim para sempre. Eu nunca intermediaria, nunca me meteria.
Pense: Você é amigo do João e é amigo de Maria. João e Maria brigam. E tentam mostrar a você o ponto de vista um do outro. Em quem você acredita??
No mundo em que vivo, aprendi a não querer acreditar em ninguém. A não me meter.
E minha atitude bem neutra é essa: Não me meto.
Como resultado, as duas partes ficam muito decepcionadas com meu amor que não as defendeu.
E como resultado, eu fico como a vilã da história porque não defendi, não escolhi e não acreditei.

Não pude, não posso e não poderia.
E o motivo é simples: João e Maria são importantes para mim em grau de igualdade.
Não existe Aline sem o João e não existe Aline sem a Maria.
Maria e João são parte do que eu sou.
E se eu tivesse que escolher entre arrancar o braço direito ou o braço esquerdo, eu ia escolher não arrancar nenhum!

E é assim que a vida faz!

Aline Bridget