"Onde eu encontro Deus agora?
Aquele Deus que habitava em mim (e reverenciava todos os Deuses que habitavam os seres ao meu redor?)
Será que esse Deus se escondeu de vergonha das minhas atitudes?
Vergonha dos meus pensamentos mundanos e das minhas ações tão mesquinhas?
Será que eu me esqueci desse Deus com a rotina?
Será que esse Deus desistiu de mim e foi embora?
Onde eu encontro meu mentor, meu anjo da guarda?
Sempre em meus sonhos nos piores momentos ... Será que pensa agora ser eu um caso perdido?
Será que pensa ser meu livre arbítrio uma arma de destruição em massa?
Será que encontrou causas mais nobres para se engajar?
Onde eu encontro a criança em mim?
Aquela menina doce com tantos sonhos parece ter corrido atrás de algum balão... sumiu de vez de mim...
Será possível ter encontrado companhia para brincar de amarelinha?
Será que preferiu contar suas sábias estórias para alguém que a ouvisse?
Onde eu encontro minha paz agora?
Tão perdida em meus tormentos, não vejo nada além de agitação e cansaço.
Será que minha paz extinguiu-se tal qual os dinossauros?
Habitará em algum museu dentro de mim, como lembrança e prova de um tempo que vivi mas que provavelmente duvidarei sempre se vivi mesmo?
Onde eu me encontro?
Eu me perdi em meio a tantas tarefas, dores, tristezas e sorrisos.
Eu descobri tantas coisas que me perdi no meio delas.
Eu escondi tantas coisas que escondi meu verdadeiro eu.
Agora está difícil de me encontrar...
Sou nada além de um corpo com vida.
A procura de Deus,
A procura de um anjo da guarda,
A procura de um sinal,
Buscando sentir paz
Buscando saber algo acerca de si mesma.
Tentando debilmente acertar sem saber ao certo quais foram os erros passados...
Hoje, de fato, eu não sei de mais nada."
Beijos, me liguem no verão
Aline Bridget Alves
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Meu Santo tá cansado - A Origem
Esse titulo de tantos posts...
Para quem ler, aceite de presente, a origem dessa frase que resume meu ano de 2009:
(E que vá pro espaço a imagem de menina certinha e educadinha que eu devia preservar!)
"Meu santo tá cansado
Não vou dizer que tenho saldo sobrando
Não tô devendo, mas a vida de homem é assim mesmo
Uma lona de freio aqui
Um motor fazendo um barulho ali
Não vou dizer que não menti
Meu santo tá cansado
Que sou todo direito e sei a hora de ser covarde
Não pude ser tudo o que quis, armei umas e outras
Tomei e dei volta como o drible sem objetivo
Que se perde além da linha lateral
Como drible sem objetivo...
Mesmo sem carteira azul, sempre fui trabalhador
Às vezes a gente reza a cartilha e sai de brita
Às vezes a gente corre atrás do finado
Tem jogo que começa acabado
Já jurei, já jurei
Com dedos cruzados, com dedos cruzados
Não tô aqui pra ser herói, cuzão
Pra pagar de otário
Não tô aqui pra pagar pau pra fardinha azul
Aqui não tem cabeça baixa, também não tenho pressa
Não sou bebedor de água benta,
Se liga nessa, vai, ajoelha e reza
Meu sangue mais de uma vez subiu
Como o céu azul, meu céu azul de abril
Limpo, lavabo, brilha no céu mais bonito do espaço
Depois das águas de março
Meu Santo tá cansado..."
Meu santo tá cansado - O Rappa
Beijos, me liguem no verão
Aline Bridget Alves
Para quem ler, aceite de presente, a origem dessa frase que resume meu ano de 2009:
(E que vá pro espaço a imagem de menina certinha e educadinha que eu devia preservar!)
"Meu santo tá cansado
Não vou dizer que tenho saldo sobrando
Não tô devendo, mas a vida de homem é assim mesmo
Uma lona de freio aqui
Um motor fazendo um barulho ali
Não vou dizer que não menti
Meu santo tá cansado
Que sou todo direito e sei a hora de ser covarde
Não pude ser tudo o que quis, armei umas e outras
Tomei e dei volta como o drible sem objetivo
Que se perde além da linha lateral
Como drible sem objetivo...
Mesmo sem carteira azul, sempre fui trabalhador
Às vezes a gente reza a cartilha e sai de brita
Às vezes a gente corre atrás do finado
Tem jogo que começa acabado
Já jurei, já jurei
Com dedos cruzados, com dedos cruzados
Não tô aqui pra ser herói, cuzão
Pra pagar de otário
Não tô aqui pra pagar pau pra fardinha azul
Aqui não tem cabeça baixa, também não tenho pressa
Não sou bebedor de água benta,
Se liga nessa, vai, ajoelha e reza
Meu sangue mais de uma vez subiu
Como o céu azul, meu céu azul de abril
Limpo, lavabo, brilha no céu mais bonito do espaço
Depois das águas de março
Meu Santo tá cansado..."
Meu santo tá cansado - O Rappa
Beijos, me liguem no verão
Aline Bridget Alves
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Mais do mesmo (E mais sobre o que eu preciso ser)
Se eu pudesse, adiantaria um século a minha idade...
Para me adequar ao mundo de agora e parecer menos estranha.
Nesse mundo de sentimentos prontos e com prazo de validade, eu ainda amo amores eternos que nascem com o tempo...
Nesse mundo de amores por vaidade, por estereótipos e por aparências, eu ainda me apaixono por sorrisos e ainda amo por atitudes diárias
Nesse mundo maluco de praticidade e politicagem, eu ainda amo com lealdade
Essa forma de amar do século passado muita dor me causa...
Essa forma de acreditar, de se apegar, de criar vínculos.
Por amizade, por carinho, por atração...
Eu sempre faço tudo errado e sempre sigo o coração.
Será o coração tão burro assim?
Quantas vezes um coração pode ser quebrado e continuar batendo?
Um fato é verídico: Ninguém vai ouvir se eu chorar outra vez.
E eu me apronto rápido e aprendo rápido.
O que sobra, eu guardo no coração.
O que falta, eu substituo.
No final dá tudo certo de algum jeito...
Algo muda em mim, algo aprende a lidar com a situação e com os risos e com os julgamentos.
E se eu tiver fé e for uma boa menina, quem sabe papai noel me entrega esse novo manual de como amar:
Com mais futilidade, mais distancia, menos comprometimento, menos alma... E menos amor!
Beijos, me liguem no verão
Aline Bridget Alves
Para me adequar ao mundo de agora e parecer menos estranha.
Nesse mundo de sentimentos prontos e com prazo de validade, eu ainda amo amores eternos que nascem com o tempo...
Nesse mundo de amores por vaidade, por estereótipos e por aparências, eu ainda me apaixono por sorrisos e ainda amo por atitudes diárias
Nesse mundo maluco de praticidade e politicagem, eu ainda amo com lealdade
Essa forma de amar do século passado muita dor me causa...
Essa forma de acreditar, de se apegar, de criar vínculos.
Por amizade, por carinho, por atração...
Eu sempre faço tudo errado e sempre sigo o coração.
Será o coração tão burro assim?
Quantas vezes um coração pode ser quebrado e continuar batendo?
Um fato é verídico: Ninguém vai ouvir se eu chorar outra vez.
E eu me apronto rápido e aprendo rápido.
O que sobra, eu guardo no coração.
O que falta, eu substituo.
No final dá tudo certo de algum jeito...
Algo muda em mim, algo aprende a lidar com a situação e com os risos e com os julgamentos.
E se eu tiver fé e for uma boa menina, quem sabe papai noel me entrega esse novo manual de como amar:
Com mais futilidade, mais distancia, menos comprometimento, menos alma... E menos amor!
Beijos, me liguem no verão
Aline Bridget Alves
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Ficção
Porque não morremos em dias assim?
Seria mais fácil e mais limpo do que desenvolver força e habilidade para suportar lições e momentos muito difíceis...
Porque não desaparecemos nesses momentos em que as sementes dos males estão brotando, antes que ervas daninhas enormes de fato nasçam?
É doloroso ver tudo ruir.
É uma guerra burra, uma briga cega, uma luta em que já se conhece o perdedor.
Porque não desertamos?
Desistir é um bom caminho, começar de novo em outro lugar.
Novas chances de acertar podem ser utópicas de fato.
Mas novas chances de recomeçar podem ser úteis para o crescimento.
Podem ser importantes para evitar sofrimento.
Novelas acabam sempre depois do final feliz... A vida de um ser humano devia acabar sempre antes do meio infeliz.
Mesmo que saibamos que "vai passar": A dor é a mesma.
O desespero é igual e tangível.
Porque não morrer antes de vive-lo?
E recomeçar...
O recomeço tem cheiro de terra molhada...
Inicio, novidade... A paz mora ali.
Fugir as vezes parece o melhor caminho... Fugir para longe, fugir da realidade...
Mas isso nunca nos da a paz necessária. A não ser que nos esqueçamos... E esquecer as vezes é bem difícil.
Fazendo um balanço do que vale ou não a pena.
Juntando o que dizem os psicólogos, o que aconselham os gurus com o que os horóscopos prevêem, somando a todas as religiões e seitas, eu fico com a verdade: Se é pra viver, que seja feliz. Se tudo começar a dar errado, o melhor mesmo é morrer.
Assim que é!
Beijos me liguem no verão.
Obs 1.: Esse texto é indiretamente inspirado em um livro da Lya Luft que já não lembro qual é. Tampouco lembro do que fala o livro. Sei que a primeira frase da sinopse é essa: Porque não morremos em tempos assim?
Eu li o livro, sabe? Acho Lya Luft fantástica, melancólica e perfeita. Recomendo a todos. O grande problema é que eu confundo as historias... Culpa de meu ascendente confuso, claro!
Obs 2: Esse texto pouco tem ligação com minha realidade. Acredito que tenho mais é que viver e lutar e pronto e acabou. Mas as vezes me da uma vontade de escrever coisas tristes. Sei lá, me parecem mais belas as palavras com sentimento e com sofrimento.
Não sei. Só sei que esse texto é meu, a Inspiração é da Lya Luft e essa história está aberta (mas eu torço para que não apareça ninguém querendo ser personagem dela)
Seria mais fácil e mais limpo do que desenvolver força e habilidade para suportar lições e momentos muito difíceis...
Porque não desaparecemos nesses momentos em que as sementes dos males estão brotando, antes que ervas daninhas enormes de fato nasçam?
É doloroso ver tudo ruir.
É uma guerra burra, uma briga cega, uma luta em que já se conhece o perdedor.
Porque não desertamos?
Desistir é um bom caminho, começar de novo em outro lugar.
Novas chances de acertar podem ser utópicas de fato.
Mas novas chances de recomeçar podem ser úteis para o crescimento.
Podem ser importantes para evitar sofrimento.
Novelas acabam sempre depois do final feliz... A vida de um ser humano devia acabar sempre antes do meio infeliz.
Mesmo que saibamos que "vai passar": A dor é a mesma.
O desespero é igual e tangível.
Porque não morrer antes de vive-lo?
E recomeçar...
O recomeço tem cheiro de terra molhada...
Inicio, novidade... A paz mora ali.
Fugir as vezes parece o melhor caminho... Fugir para longe, fugir da realidade...
Mas isso nunca nos da a paz necessária. A não ser que nos esqueçamos... E esquecer as vezes é bem difícil.
Fazendo um balanço do que vale ou não a pena.
Juntando o que dizem os psicólogos, o que aconselham os gurus com o que os horóscopos prevêem, somando a todas as religiões e seitas, eu fico com a verdade: Se é pra viver, que seja feliz. Se tudo começar a dar errado, o melhor mesmo é morrer.
Assim que é!
Beijos me liguem no verão.
Obs 1.: Esse texto é indiretamente inspirado em um livro da Lya Luft que já não lembro qual é. Tampouco lembro do que fala o livro. Sei que a primeira frase da sinopse é essa: Porque não morremos em tempos assim?
Eu li o livro, sabe? Acho Lya Luft fantástica, melancólica e perfeita. Recomendo a todos. O grande problema é que eu confundo as historias... Culpa de meu ascendente confuso, claro!
Obs 2: Esse texto pouco tem ligação com minha realidade. Acredito que tenho mais é que viver e lutar e pronto e acabou. Mas as vezes me da uma vontade de escrever coisas tristes. Sei lá, me parecem mais belas as palavras com sentimento e com sofrimento.
Não sei. Só sei que esse texto é meu, a Inspiração é da Lya Luft e essa história está aberta (mas eu torço para que não apareça ninguém querendo ser personagem dela)
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Se conselho fosse bom, tu vendias... Mas segue esse ai:
O conselho sempre dado, o conselho sempre seguido:
Auto Conhecimento.
Nada é tão valioso como conhecer-se e gostar de sua própria companhia.
Nada tem mais valor do que sentimentos, valores e principios.
Todo o resto é folclore, é balela, é superfluo. (onde é mesmo o acento dessa palavra?)
é isso ai!
Conselho dado, pagamento recebido, estou indo terminar de pintar minhas unhas.
beijos, me liguem no verão,
Aline Bridget (Mais calma) Alves
Auto Conhecimento.
Nada é tão valioso como conhecer-se e gostar de sua própria companhia.
Nada tem mais valor do que sentimentos, valores e principios.
Todo o resto é folclore, é balela, é superfluo. (onde é mesmo o acento dessa palavra?)
é isso ai!
Conselho dado, pagamento recebido, estou indo terminar de pintar minhas unhas.
beijos, me liguem no verão,
Aline Bridget (Mais calma) Alves
Meu jardim...
Tô relendo minha lida, minha alma, meus amores
Tô revendo minha vida, minha luta, meus valores
Refazendo minhas forças, minhas fontes, meus favores
Tô regando minhas folhas, minhas faces, minhas flores
Tô limpando minha casa, minha cama, meu quartinho
Tô soprando minha brasa, minha brisa, meu anjinho
Tô bebendo minhas culpas, meu veneno, meu vinho
Escrevendo minhas cartas, meu começo, meu caminho
Estou podando meu jardim
Estou cuidando bem de mim
Vander Lee fez essa musica pra mim... pra resumir meu momento... Pra definir minha vida.
beijos, me liguem no verão,
Aline Bridget Alves
Tô revendo minha vida, minha luta, meus valores
Refazendo minhas forças, minhas fontes, meus favores
Tô regando minhas folhas, minhas faces, minhas flores
Tô limpando minha casa, minha cama, meu quartinho
Tô soprando minha brasa, minha brisa, meu anjinho
Tô bebendo minhas culpas, meu veneno, meu vinho
Escrevendo minhas cartas, meu começo, meu caminho
Estou podando meu jardim
Estou cuidando bem de mim
Vander Lee fez essa musica pra mim... pra resumir meu momento... Pra definir minha vida.
beijos, me liguem no verão,
Aline Bridget Alves
domingo, 1 de novembro de 2009
Todas as portas vão se abrir...
As vezes me sinto presa as ocasiões e situações sem entender por que.
Por que não me desprendo e sigo?
Mochila nas costas, vontade nos pés... Seguir em frente, largar tudo o que não me satisfaz mais, buscar novos caminhos...
Por que ainda insisto em manter a vida apática que me rodeia?
Eu não preciso disso.
Eu não preciso da tamanha mediocridade de determinadas situações
Eu não preciso sentir tristeza
Eu não preciso de todo esse cansaço...
Eu preciso de renovação: novos ares, novas pessoas, novas visões... Mesmo que novos ares me tragam novos problemas, pelo menos saberei que devo usar novas formas para resolve-los.
O que me cansa é esse processo mecanico, essa mesma coisa de todo dia.
Eu quero é ir embora, conhecer o mundo, ver se encontro meu lugar.
Eu quero é ir a luta, sentir liberdade, não precisar de mais nada...
Eu quero esquecer as baixarias, as pessoas burras, as tolices, infantilidades e falsidades.
Eu quero perder a memória, manter o sentimento e voltar pra casa por saudade.
Eu quero ter força e coragem pra tomar a decisão.
E quero acreditar que Deus me guiará em meus novos caminhos...
E quero a companhia dos que forem realmente essenciais pra mim.
Eu sei que em breve novas portas se abrirão... E eu espero estar descansada o bastante para entrar por elas.
Por merecimento, sempre por merecimento.
Beijos, me liguem no verão.
Aline Bridget Alves
Por que não me desprendo e sigo?
Mochila nas costas, vontade nos pés... Seguir em frente, largar tudo o que não me satisfaz mais, buscar novos caminhos...
Por que ainda insisto em manter a vida apática que me rodeia?
Eu não preciso disso.
Eu não preciso da tamanha mediocridade de determinadas situações
Eu não preciso sentir tristeza
Eu não preciso de todo esse cansaço...
Eu preciso de renovação: novos ares, novas pessoas, novas visões... Mesmo que novos ares me tragam novos problemas, pelo menos saberei que devo usar novas formas para resolve-los.
O que me cansa é esse processo mecanico, essa mesma coisa de todo dia.
Eu quero é ir embora, conhecer o mundo, ver se encontro meu lugar.
Eu quero é ir a luta, sentir liberdade, não precisar de mais nada...
Eu quero esquecer as baixarias, as pessoas burras, as tolices, infantilidades e falsidades.
Eu quero perder a memória, manter o sentimento e voltar pra casa por saudade.
Eu quero ter força e coragem pra tomar a decisão.
E quero acreditar que Deus me guiará em meus novos caminhos...
E quero a companhia dos que forem realmente essenciais pra mim.
Eu sei que em breve novas portas se abrirão... E eu espero estar descansada o bastante para entrar por elas.
Por merecimento, sempre por merecimento.
Beijos, me liguem no verão.
Aline Bridget Alves
sábado, 31 de outubro de 2009
Verdades (muito feias) sobre mim
Hoje eu usei meu discurso predileto com uma pessoa: tudo bem errar.
Perdoe-se, aprenda com os erros, siga em frente...
Seja generoso consigo mesmo e justo com todos.
Belo discurso. Mas ele não me serve de nada.
Bonita teoria me diz que devo aceitar minhas imperfeições, consertar meus erros, aprender com eles, levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima.
Realidade meio feia me diz: Acerte. Se não conseguir, tente acertar. Dê o seu melhor mesmo quando não quiser. Não erre. Nunca erre. Jamais erre. E se errar, lamente, se culpe e tente a todo custo consertar seu erro.
Errar é sujo, me deixa vulnerável.
Vulnerável pra mim é palavra feia, nível ruim. Não gosto, não aprovo, é condição irrespirável.
Sentir medo, sentir culpa, sentimento de divida... não me traz conforto, não me faz feliz.
Sentir cansaço, sentir tristeza, sentir vontade de sumir... Isso não deveria fazer parte da minha vida.
Eu sou feliz.
Eu tenho uma família maravilhosa que amo mais que tudo.
Eu tenho amigos que são a luz da minha vida
Eu tenho o Thiago
Eu tenho um amor pra recordar
E tenho um amor pra viver platonicamente
Eu estudo o que gosto
E trabalho num lugar bacana...
Mas isso não é tudo... E muita coisa disso tudo acaba mexendo com minha paz um tanto.
Tem sempre alguém que machuca com palavras
Tem sempre uma atitude que enfraquece
Uma palavra que desmerece
Tem sempre alguém julgando sem saber...
Eu sempre sofro por essas coisas e o pobre coitado do meu estomago é quem paga a conta.
Tem sempre minha velha vontade de abraçar o mundo que me impede de ver as reais necessidades: Eu só quero poder ajudar e muitas vezes não é ajuda que a pessoa precisa.
Tem sempre um momento em que meu santo fica cansado demais.
E momentos em que eu me sinto impotente diante do que tenho que fazer.
No momento, uma escolha me mantém em xeque.
Mas eu tenho muito trabalho a fazer... e essa escolha mais uma vez vai ter que esperar.
Beijos
Me liguem no verão
Perdoe-se, aprenda com os erros, siga em frente...
Seja generoso consigo mesmo e justo com todos.
Belo discurso. Mas ele não me serve de nada.
Bonita teoria me diz que devo aceitar minhas imperfeições, consertar meus erros, aprender com eles, levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima.
Realidade meio feia me diz: Acerte. Se não conseguir, tente acertar. Dê o seu melhor mesmo quando não quiser. Não erre. Nunca erre. Jamais erre. E se errar, lamente, se culpe e tente a todo custo consertar seu erro.
Errar é sujo, me deixa vulnerável.
Vulnerável pra mim é palavra feia, nível ruim. Não gosto, não aprovo, é condição irrespirável.
Sentir medo, sentir culpa, sentimento de divida... não me traz conforto, não me faz feliz.
Sentir cansaço, sentir tristeza, sentir vontade de sumir... Isso não deveria fazer parte da minha vida.
Eu sou feliz.
Eu tenho uma família maravilhosa que amo mais que tudo.
Eu tenho amigos que são a luz da minha vida
Eu tenho o Thiago
Eu tenho um amor pra recordar
E tenho um amor pra viver platonicamente
Eu estudo o que gosto
E trabalho num lugar bacana...
Mas isso não é tudo... E muita coisa disso tudo acaba mexendo com minha paz um tanto.
Tem sempre alguém que machuca com palavras
Tem sempre uma atitude que enfraquece
Uma palavra que desmerece
Tem sempre alguém julgando sem saber...
Eu sempre sofro por essas coisas e o pobre coitado do meu estomago é quem paga a conta.
Tem sempre minha velha vontade de abraçar o mundo que me impede de ver as reais necessidades: Eu só quero poder ajudar e muitas vezes não é ajuda que a pessoa precisa.
Tem sempre um momento em que meu santo fica cansado demais.
E momentos em que eu me sinto impotente diante do que tenho que fazer.
No momento, uma escolha me mantém em xeque.
Mas eu tenho muito trabalho a fazer... e essa escolha mais uma vez vai ter que esperar.
Beijos
Me liguem no verão
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Meu santo tá cansado...
Hoje eu me sinto cansada.
Um cansaço grande, um acumulo, um sufoco...
Mas não cansada o bastante para escrever o que sinto, para dizer o que penso.
Sempre fui dada a dramas, isso é verdade.
Certas coisas sempre foram difíceis de digerir mas com o tempo aprendi a contar menos essas coisas, guardar mais, sofrer sozinha.
Acabei aprendendo que em tempos de falsidade, vale mais um sorriso em qualquer circunstância.
Aprendi que, nesses tempos tão corridos, vale mais aproveitar a companhia das pessoas em momentos alegres do que usa-las como apoio.
Eu vivo feliz assim, obrigada.
A escolha é minha. O que eu ganho e o que eu perco só mesmo eu sei.
Mas hoje... hoje eu estou cansada.
Hoje estou uma rainha sem coroa, um coelho sem cenoura, um pé sem Havaiana, um ser humano sem chão.
Hoje estou cansada da minha vida profissional (e cansada de ser tapa buracos), estou cansada da minha vida amorosa (de pessoas que não me entendem e não me enxergam e de outras que enxergam o que não deveriam enxergar), estou cansada de mim mesma (e meus muitos quilos acima do peso ideal, minha acne incurável e meu jeito maluco de me vestir), estou cansada do meu quarto (e minha cama tão alta que da preguiça de subir... tudo lá é tão sufocante e ao mesmo tempo tão acolhedor).
Hoje estou cansada para pensar em assistir aula.
Cansada para evitar os abraços que quero dar
Cansada para dar os abraços por conveniência
Cansada para ir comprar o ingresso do filme do Edward
Cansada para ir para a casa depois
Cansada e preocupada com minha criança, com minha velha...
Preocupada com a dor dos meus e cansada de vê-los sentir dor.
Cansada desse calor, desse ar condicionado sem funcionar...
Cansada demais para chorar
E cansada demais para tentar sorrir.
No mais, o cansaço não me impedirá de colocar uma das músicas que mais amo no mundo:
Sim! Eu estou tão cansado
Mas não pra dizer
Que eu não acredito
Mais em você
Com minhas calças vermelhas
Meu casaco de general
Cheio de anéis...
Eu vou descendo
Por todas as ruas
E vou tomar aquele Velho navio
E vou tomar aquele Velho navio
Aquele velho navio...
Eu não preciso de muito dinheiro
Graças a Deus!
E não me importa
E não me importa não...
A Minha Honey Baby!Baby! Baby!
Honey Baby Oh! Minha Honey Baby!Baby! Baby!Honey Baby...
Sim!
Eu estou tão cansado
Mas não pra dizer
Que eu estou indo embora
Talvez eu volte
Um dia eu volto
Quem sabe!
Mas eu preciso
Eu preciso esquecê-la...
A minha grande
A minha pequena
A minha imensa obsessão
A minha grande obsessão...
A Minha Honey Baby!Baby! Baby!Honey BabyOh! Minha Honey Baby!Baby! Baby!Honey Baby...
(Vapor Barato - Waly Salomão / Jard Macalé).
Beijos, me liguem no verão,
Aline Bridget Alves
Um cansaço grande, um acumulo, um sufoco...
Mas não cansada o bastante para escrever o que sinto, para dizer o que penso.
Sempre fui dada a dramas, isso é verdade.
Certas coisas sempre foram difíceis de digerir mas com o tempo aprendi a contar menos essas coisas, guardar mais, sofrer sozinha.
Acabei aprendendo que em tempos de falsidade, vale mais um sorriso em qualquer circunstância.
Aprendi que, nesses tempos tão corridos, vale mais aproveitar a companhia das pessoas em momentos alegres do que usa-las como apoio.
Eu vivo feliz assim, obrigada.
A escolha é minha. O que eu ganho e o que eu perco só mesmo eu sei.
Mas hoje... hoje eu estou cansada.
Hoje estou uma rainha sem coroa, um coelho sem cenoura, um pé sem Havaiana, um ser humano sem chão.
Hoje estou cansada da minha vida profissional (e cansada de ser tapa buracos), estou cansada da minha vida amorosa (de pessoas que não me entendem e não me enxergam e de outras que enxergam o que não deveriam enxergar), estou cansada de mim mesma (e meus muitos quilos acima do peso ideal, minha acne incurável e meu jeito maluco de me vestir), estou cansada do meu quarto (e minha cama tão alta que da preguiça de subir... tudo lá é tão sufocante e ao mesmo tempo tão acolhedor).
Hoje estou cansada para pensar em assistir aula.
Cansada para evitar os abraços que quero dar
Cansada para dar os abraços por conveniência
Cansada para ir comprar o ingresso do filme do Edward
Cansada para ir para a casa depois
Cansada e preocupada com minha criança, com minha velha...
Preocupada com a dor dos meus e cansada de vê-los sentir dor.
Cansada desse calor, desse ar condicionado sem funcionar...
Cansada demais para chorar
E cansada demais para tentar sorrir.
No mais, o cansaço não me impedirá de colocar uma das músicas que mais amo no mundo:
Sim! Eu estou tão cansado
Mas não pra dizer
Que eu não acredito
Mais em você
Com minhas calças vermelhas
Meu casaco de general
Cheio de anéis...
Eu vou descendo
Por todas as ruas
E vou tomar aquele Velho navio
E vou tomar aquele Velho navio
Aquele velho navio...
Eu não preciso de muito dinheiro
Graças a Deus!
E não me importa
E não me importa não...
A Minha Honey Baby!Baby! Baby!
Honey Baby Oh! Minha Honey Baby!Baby! Baby!Honey Baby...
Sim!
Eu estou tão cansado
Mas não pra dizer
Que eu estou indo embora
Talvez eu volte
Um dia eu volto
Quem sabe!
Mas eu preciso
Eu preciso esquecê-la...
A minha grande
A minha pequena
A minha imensa obsessão
A minha grande obsessão...
A Minha Honey Baby!Baby! Baby!Honey BabyOh! Minha Honey Baby!Baby! Baby!Honey Baby...
(Vapor Barato - Waly Salomão / Jard Macalé).
Beijos, me liguem no verão,
Aline Bridget Alves
domingo, 18 de outubro de 2009
Meu ariano marrudinho...

Como pode o peixo vivo
Viver fora da água fria?
Como pode o peixe vivo
Viver fora da água fria?
Como poderei viver?
Como poderei viver?
Sem a tua,
sem a tua
Sem a tua companhia
Sem a tua,
sem a tua
Sem a tua companhia..."
Aprende a ler logo, meu amor...
E seja como for, seja sempre meu amor!
Beijos me liga no verão,
Aline Bridget Alves
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