terça-feira, 3 de agosto de 2010

Dias melhores virão...

Estou lendo um livro sobre Chaplin. Confesso que meu amor por ele só aumenta a cada página que nem sempre tenho tempo de ler. Nesse, que se chama "Uma Vida", um psicólogo faz uma biografia, analisando cada atitude do meu adorável vagabundo.
Estou terminando de ler e sei que farei muitos posts sobre ele. Mas a característica que mais vejo nesse livro todo, é a confiança de Chaplin em seu próprio potencial.
Com 7 anos, no orfanato, Chaplin já acreditava ser um grande ator de muito sucesso e sabia ser aquela fase apenas temporária.

Esse livro tem me servido de inspiração nesses dias tão estranhos e silenciosos.
Tem sido de grande valia pra eu entender que sou digna, independente de minha condição ou da condição em que me colocam os juizes.

Então, hoje, num dia em que não li nenhuma página, posso dizer que Chaplin tinha em comum comigo, além do jeito de sentar sobre uma perna, a certeza de ser merecedor do que há de melhor. E a garra para lutar contra a maré de azar que costuma perseguir os otimistas. E a força de assumir os erros. Ou simplesmente não comenta-los nem repeti-los. E a confiança de que um sorriso pode salvar um dia.


Eu sou Aline Bridget.

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